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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Aplicação De Correntes Elécticas Como Forma De Combate Às Infecções Bacterianas

Mais um passo importante foi dado rumo à adopção da electroterapia - a aplicação de correntes eléctricas no corpo humano - como forma de combate às infecções bacterianas.

Além de curar os ferimentos e evitar as inflações, agora se demonstrou que uma corrente eléctrica de baixa intensidade é capaz de vencer também as infecções bacterianas resistentes aos antibióticos.
"Eu não acreditei. Matar a maioria das células [bacterianas] persistentes foi inesperado. Então repetimos muitas, muitas vezes," contou o professor Haluk Beyenal, da Universidade Estadual de Washington (EUA).
Ele conta que, apenas nos EUA, pelo menos dois milhões de infecções e 23.000 mortes são causadas anualmente por bactérias resistentes aos antibióticos.

Para aplicar a terapia, a equipe desenvolveu uma espécie de curativo electrónico, feito de tecido de carbono condutor, que funcionou como suporte tanto para aplicação da corrente eléctrica, quanto do medicamento.

As bactérias que se aglomeram em camadas, chamadas biofilme, são mais difíceis de matar porque os antibióticos penetram apenas parcialmente nessa camada protectora. Partes dessas colónias persistentes sobrevivem ao tratamento, desenvolvendo genes que as tornam resistentes ao antibiótico. Com isto, elas podem crescer e se multiplicar, resultando em infecções crónicas.
As bactérias, contudo, são incapazes de desenvolver resistência ao novo tratamento eletroquímico.

Os resultados promissores foram divulgados na revista Nature Biofilms and Microbiomes.

Esta É A Frase

Vivemos tempos curiosos, em que a verdade já não é o que era. À esquerda como à direita, a ciência da persuasão é hoje mais importante do que o rigor dos factos e conceitos frios como números e matemática.

Ricardo Campelo Magalhães, J Económico

O Mistério

"O mistério gera curiosidade e a curiosidade é a base do desejo humano para compreender. "

Neil Armstrong        

domingo, 11 de dezembro de 2016

São Torpes ...

... Na Semana Passada

Candidaturas Ao Prémio 7 Maravilhas 2017 Tema: Aldeias De Portugal

Dez anos após a estreia em Portugal do projecto 7 Maravilhas, o prémio vai voltar em 2017, desta vez com o foco nas aldeias. A fase de candidaturas arranca esta quarta-feira, estando disponíveis sete categorias - Aldeias com História, Aldeias de Mar, Aldeias Ribeirinhas, Aldeias Rurais, Aldeias Remotas, Aldeias Autênticas e Aldeias em Áreas Protegidas -, podendo qualquer entidade pública ou privada candidatar uma aldeia em múltiplas categorias.


Até 7 de março de 2017, um painel de especialistas irá fazer uma pré-selecção do património a concurso, e a eleição final das 7 Maravilhas das Aldeias de Portugal será apurada por votação do público, à semelhança de anteriores edições deste prémio.

Se Sentir Saudades ...

Se sentir saudades, mate-a se perder um amor, não se perca se achá-lo, segure-o! "Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.

O mais é nada".

Fernando Pessoa 

sábado, 10 de dezembro de 2016

Notícias Soltas

Esta É A Frase ...

O sistema abusa, as pessoas querem mudança e o populista promete-lhes mudança, ainda que seja para pior. A culpa também é do eleitorado. Como bem disse o economista Thomas Sowell, «se o eleitorado quer o impossível, só um político mentiroso o pode oferecer». E como bem diz a voz popular, «eles chegam lá e fazem todos o mesmo».

Mário Amorim Lopes OBSR   

Nostalgia ...


O luar,
é a luz do Sol que está sonhando

O tempo não pára!
A saudade é que faz as coisas pararem no tempo...

...os verdadeiros versos não são para embalar, 
mas para abalar...


Mario Quintana

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

E O Óscar Para Melhor Ficção Política Vai Para ...

Tenho para mim que o estado de graça do Governo se deve a duas coisas: à habilidade de António Costa e à inabilidade da oposição. As duas coisas juntas, polvilhadas pelo tempero de afectos do Presidente da República, deram o que está à vista.

Para que não surjam más interpretações, devo dizer que a habilidade de António Costa inclui alguma eficácia negocial em Bruxelas, tácticas bem imaginadas e bem utilizadas em algumas situações mais explosivas e, acima de tudo, uma enorme capacidade de só dizer o que lhe interessa, construindo uma realidade própria e negando tudo o que ele entenda não caber dentro dessa realidade.

Isto é uma arte - ou, melhor dizendo, estes pontos são parcelas dessa arte a que se chama política. Se existir um Óscar para a melhor ficção política, António Costa ganha-o de certeza absoluta. 

Excertos do artigo de Manuel Falcão, JNegócios