Pesquisar neste blogue
domingo, 17 de dezembro de 2017
O Caso Despertou Velhos Fantasmas
Estas São As Frases: O caso despertou velhos fantasmas. O dos polícias e inquisidores que entendem que se devem vigiar as organizações de solidariedade e criar uns milhares de vigilantes para cuidar de uns milhares de organizações. O da rústica simplicidade com que se afirma que é necessário nacionalizar as instituições privadas e estatizar as funções sociais. A estúpida candura dos que garantem que o Estado não corrompe, não desperdiça, não se deslumbra e não mente.
Milhões! Palavra mágica! Número mágico! Desencadeia imediatamente todos os maus sentimentos do mundo. Inveja. Desconfiança. Ambição. Milhões! Quem os tem guarda-os, não distribui e quer mais. Quem os não tem quer ter. Quem não tem desconfia. E quem desconfia tem inveja.
António Barreto, DN
sábado, 16 de dezembro de 2017
Pelo Andar Da Carruagem Da Oposição O Governo Pode Estar Tranquilo ...
Tempos houve em que o PSD estava entregue à bicharada. Esses tempos acabaram: com Rio e Santana, os portugueses confrontam-se com dois exemplares de coragem (Rio) e equilíbrio (Santana) que a telenovela dos debates só confirma. Rio começou por fugir a eles, mostrando ao País a sua lendária fama de combatente e democrata. Depois, quando finalmente percebeu que há coisas piores do que debater com Santana, foi o próprio Santana a mostrar recusa: um canal de cabo não é palco apropriado para semelhante vulto do pensamento e da acção.
Enquanto isto decorre, parece que há um escândalo raríssimo a gangrenar na praça pública – e com novas mentiras todos os dias. Mas o dr. António Costa tem ‘total confiança’ no ministro Vieira da Silva; e este, para não fugir ao tom, confessa-se ‘completamente tranquilo’.
Não duvido. Com a oposição a fazer estas figuras, quem não estaria tranquilo?
João Pereira Coutinho, CM
Chove. Chove. Há Silêncio ...
Não faz ruído senão com sossego.
Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva
Do que não sabe, o sentimento é cego.
Chove. Meu ser (quem sou) renego…
Tão calma é a chuva que se solta no ar
(Nem parece de nuvens) que parece
Que não é chuva, mas um sussurrar
Que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece.
Chove. Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva
Nada apetece…
Não paira vento, não há céu que eu sinta.
Chove longínqua e indistintamente,
Como uma coisa certa que nos minta,
Como um grande desejo que nos mente.
Chove. Nada em mim sente…
Fernando Pessoa
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Prémio Pessoa 2017 Já Foi Atribuído
Ao arquitecto português Manuel Aires Mateus.O arquiteto português de 53 anos é o escolhido, este ano, pelo júri do Prémio Pessoa. Professor universitário em Portugal e no estrangeiro, acumula uma vasta obra de Arquitetura. O projeto de um novo polo cultural em Lausanne, na Suiça, deu ao ateliê Aires Mateus uma consagração internacional. O ‘edifício flutuante’ inaugurado este ano, em Tours, é outro exemplo do reconhecimento do seu trabalho.
É a terceira vez que o júri Prémio Pessoa distingue um nome da arquitetura portuguesa. Depois de Souto Moura e de Carrilho da Graça, as atenções deste ano voltaram-se de novo para esta área, atribuindo a Manuel Aires Mateus um lugar na vasta lista de distinguidos.
Obras como a renovação da sede da Ordem dos Engenheiros, que data do início da sua carreira, ou a nova sede da EDP, ambas em Lisboa, são algumas das marcas do arquiteto que sempre trabalhou em conjunto com o seu irmão Francisco, um ano mais velho e igualmente arquiteto. O reconhecimento internacional chegou cedo e, recentemente, com a inauguração, em março deste ano, do Centro de Criação Contemporanea Olivier Debré, em Tours, o trabalho do arquiteto foi particularmente destacado pela imprensa internacional.
O maior projeto do ateliê de Manuel Aires Mateus foi ganho em 2015 e encontra-se em fase de concretização. Trata-se da construção de um novo polo cultural em Lausanne, a partir das antigas instalações de uma gare ferroviária. O ateliê português venceu o concurso orçado em mais de 85 milhões de euros, ‘derrotando’ três prémios Pritzker (o chamado Óscar da Arquitetura mundial) que também se candidataram.
A Única Crítica É A Gargalhada
A única crítica é a gargalhada! Nós bem o sabemos: a gargalhada nem é um raciocínio, nem um sentimento; não cria nada, destrói tudo, não responde por coisa alguma. E no entanto é o único comentário do mundo político em Portugal. Um Governo decreta? gargalhada. Reprime? gargalhada. Cai? gargalhada. E sempre esta política, liberal ou opressiva, terá em redor dela, sobre ela, envolvendo-a como a palpitação de asas de uma ave monstruosa, sempre, perpetuamente, vibrante, e cruel – a gargalhada! Política querida, sê o que quiseres, toma todas as atitudes, pensa, ensina, discute, oprime – nós riremos. A tua atmosfera é de chalaça. Eça de Queirós
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Notícias Soltas
*Marcelo admite ter recebido carta, mas não tinha “nada de específico”
*Raríssimas. António Costa mantém “total confiança” em Vieira da Silva
*SEF abre concurso para admitir 100 inspetores
*Colisão entre comboio e autocarro escolar mata quatro crianças
*Governo dá tolerância de ponto a 26 de dezembro na função pública
*Prestes a reduzir estímulos, BCE volta a rever em alta projeção económica
*Salário de 21 mil euros anuais de Rui Rio gera controvérsia na Ordem dos Contabilistas Certificados
*Universidades podem abrir dois conjuntos de concursos para doutorados até 31 de Agosto
*Raríssimas: Ex-presidente continua na associação, agora como diretora-geral
*Raríssimas: Ex-presidente continua na associação, agora como diretora-geral
Subscrever:
Mensagens (Atom)





