*Pais da casa dos horrores apenas saberão se vão a julgamento no final do mês de agosto
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sexta-feira, 3 de agosto de 2018
Notícias Soltas (act.)
*Ministro grego da Ordem Pública demite-se na sequência dos incêndios de julho
*Pais da casa dos horrores apenas saberão se vão a julgamento no final do mês de agosto
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Colapso Da Civilização Maia: Seca Extrema E Prolongada Acabou Por Ditar O Seu Fim
Cientistas quantificaram pela primeira vez o fenómeno. Entre os anos 800 e 1000 d.C. houve entre 41% e 70% menos chuva na região. As alterações climáticas abruptas podem mesmo pôr termo a uma civilização.Sabe-se que um período prolongado de secas extremas contribuiu decisivamente para que a lendária e ainda muito misteriosa civilização maia se desintegrasse completamente há cerca de um milénio. Mas um grupo internacional de cientistas deu agora um importante passo para aprofundar esse conhecimento, ao conseguir pela primeira vez quantificar a dimensão dessas secas devastadoras.
No estudo que publicam nesta quinta-feira na revista Science, os autores mostram que durante aquele curto período de 200 anos houve fases de quebras anuais entre 41% e 54%, que chegaram a défices de 70% no pico da crise da seca, enquanto o teor da humidade no ar chegou a ter valores inferiores entre 2% e 7% em relação ao clima atual. A seca extrema e prolongada acabou por ditar o abandono da região pelas populações, a que se seguiu o declínio e a falência das estruturas sociais que sustentavam o modo de vida da civilização maia.
"O papel das alterações climáticas no colapso da civilização maia tem sido de alguma forma controverso, em parte porque os estudos anteriores só tinham permitido reconstruções qualitativas do clima da época", explica Nick Evans, investigador da universidade britânica de Cambridge e o principal autor da investigação. "O nosso estudo representa um avanço substancial, porque pela primeira vez conseguimos fazer estimativas robustas da precipitação e dos níveis de humidade [atmosférica] durante esse período", sublinha.
O estudo acaba por demonstrar também como as alterações climáticas, produzindo um impacto profundo no equilíbrio das estruturas e das atividades de uma sociedade, podem contribuir para o seu fim.
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
O Bloco Que Conhecemos Já Era ...

... [Ou será que só agora estão a mostrar o que sempre foram?]
Durante anos, a ação do Bloco de Esquerda caracterizou-se por uma extrema acutilância na intervenção política e pela concretização de propostas para determinados nichos eleitorais, sempre sob os auspícios de uma pretensa autoridade moral das suas convicções. A cada situação, o Bloco verbalizava um implacável veredito, sem margem para explicações ou desculpas. A sua pretensa autoridade moral conferia-lhe supostas prerrogativas de realização de julgamentos sumários sobre a ação de protagonistas políticos, as iniciativas políticas ou os casos mediatizados. Sem esperar por mais informações ou por explicações, o Bloco tinha dedo rápido no gatilho. Disparava pronto.
O problema é que, no plano político e no plano individual, o Bloco de Esquerda deixou de ser mais rápido do que a sua própria sombra. O Bloco, como o conhecemos, já não mora aqui. (continuar a ler)
O Efeito Da Verdadeira Maturidade
A alternância de amor e ódio caracteriza, durante muito tempo, a condição íntima de uma pessoa que quer ser livre no seu juízo acerca da vida; ela não esquece e guarda rancor às coisas por tudo, pelo bom e pelo mau. Por fim, quando, à força de anotar as suas experiências, todo o quadro da sua alma estiver completamente escrito, já não desprezará nem odiará a existência, mas tão-pouco a amará, antes permanecerá por cima dela, ora com o olhar da alegria, ora com o da tristeza, e, tal como a Natureza, a sua disposição ora será estival, ora outunal. Friedrich W. Nietzsche
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Notícias Soltas (act.)
*Sindicatos exigem recomposição de equipas de obstetrícia do Amadora-Sintra
Castelo de Paiva tem novos passadiços. Conheça o novo trilho
JSD defende 'delação premiada', inversão de ónus da prova e inibição de políticos corruptos
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Esta É A Frase
António Costa e Fernando Medina impediram carros com mais de 20 anos de entrar em Lisboa. Mas continuam a deixar entrar comboios com mais de 60 anos. Isto tem de acabar.»Carlos Carreira
A falência da ferrovia nacional está na agenda. O país percebeu que os comboios estão em estado crítico. A pergunta que nos interpelou: é possível que Portugal se afirme no contexto europeu sem uma ligação ferroviária decente?
Linhas com milhões de passageiros podem fechar de um dia para o outro. Já vimos este filme em Coimbra quando, em 2010, o governo PS fechou o ramal da Lousã. Como tantas outras, a linha desesperava por investimentos mas ainda era capaz de transportar um milhão de passageiros/ano. Temo que a Linha de Cascais tenha o mesmo fim. E que, de um dia para o outro, se perca o movimento pendular Lisboa-Cascais num dos principais eixos demográficos do país. É para aí que nos está a guiar a inércia do ministro Pedro Marques.
Como aqui tinha referido a semana passada, escrevi ao primeiro-ministro António Costa expondo a emergência na linha de Cascais. (…) A degradação da Linha, que tem décadas, agravou-se ao ponto de não haver plano para o presente, quanto mais para o futuro. (…) A inversão de discurso do ministro Pedro Marques anunciando investimentos (que nada resolvem mas são tão bem vindos quanto uma gota de água num deserto) e retificando a supressão de comboios que de permanente passou a temporária com final em setembro.(...)
Com este governo tem sido particularmente mais difícil. Não porque o PM não queira, mas porque o Ministro Pedro Marques não quer ouvir. Ou tem preconceito contra o transporte público ou sofre de um desprezo de classe pelos milhões que o utilizam todos os anos. Mas o fim da linha está a chegar para Pedro Marques. A linha não aguenta mais uma legislatura de procrastinação. Colapsa antes disso.
António Costa e Fernando Medina impediram carros com mais de 20 anos de entrar em Lisboa. Mas continuam a deixar entrar comboios com mais de 60 anos. Isto tem de acabar. Temos tido muito metro e pouco comboio. E os passageiros que se preparem: as obras de expansão do metro no Cais do Sodré vão cair-lhes em cima. É esta a triste sina dos passageiros da Linha de Cascais: penalizados por não ter investimentos para as suas obras e penalizados com os investimentos nas obras dos outros. Até quando?Carlos Carreiras, Ji
Em Política ...
"Na política, a verdade deve esperar o momento em que todos precisem dela." Bjornstjerne Bjornson
"Nada é tão admirável em política quanto uma memória curta."
John Kenneth Galbraith
A política de hoje, é a ruína da sociedade do amanhã. A omissão das pessoas hoje... É a morte da democracia na sua forma sã.
Pablo Danielli
terça-feira, 31 de julho de 2018
Notícias Soltas
*Exército recusa dar ao parlamento lista de material recuperado de Tancos por estar em segredo de justiça
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