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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Notícias Ao Fim Da Tarde

*Caso José Silvano. MP abre processo sobre falsas presenças no parlamento

*Vítimas nos calabouços. Pessoas conduzidas a juiz aguardam horas numa cela, como os suspeitos

*E-Toupeira. 'Águias' dispensa testemunho de Fernando Gomes

*CGD encaixa 570 milhões com venda dos bancos em Espanha e África do Sul

*BCE prevê que inflação suba com aumentos dos salários










Ao Que Isto Chegou !

Marinha investiga desaparecimento de agulhetas de incêndio a bordo de navio.


É o mais recente caso de desaparecimento de material militar e outra vez na Marinha, com a descoberta de que faltam 14 agulhetas de incêndio a bordo do navio reabastecedor Bérrio, soube o DN.
A informação foi confirmada nesta quarta-feira ao DN pelo porta-voz da Marinha, comandante Pereira da Fonseca, depois de questionado sobre um caso que ocorre poucas semanas após a perda de uma caixa de munições na via pública e de uma farmacêutica
O oficial adiantou estar em curso uma averiguação interna para saber o que se passou. (continuar a ler)

A saga continua. Qualquer dia em vez de Forças Armadas temos Força Desarmadas . Pois o desconhecimento irá continuar a justificar tudo.

Sou ...

Sou aquela que pega a contramão dos conceitos intitulados como normais... 

A que acredita que a vida se contrai ou se expande de acordo com a coragem de cada um de nós. 


Sou a que transita entre as quatro fases da lua em um só dia e ainda assim seduz o sol. 


Sou filósofa, escritora, amiga, fêmea, pitonisa, poetisa e guerreira... 


Sou mulher. Gosto do riso solto, da inovação, das surpresas, jamais fujo de um bom desafio. 


Sou a que na solidão encontra o mundo e que no mundo se sente só. 


Sou amante da vida!!!

                                                                          Lígia Guerra 

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)

*Comissão Europeia pede medidas, Orçamento para 2019 está em risco de incumprimento




Assim Acontece

A construção de uma Europa unida como espaço de paz, liberdade, justiça e prosperidade sustentável foi o maior projeto político da geração a que pertenço. 

É impossível não confessar a imensa tristeza que me invade ao observar mês após mês, ano após ano, como se caminha para aquele grau de exaustão e fadiga que faz pressentir a dissolução final. O que une, hoje, a Europa é a mais elementar pulsão de vida, o instinto de autossobrevivência. Não dos seus governantes, mas dos seus mais humildes cidadãos. 

O tumultuoso Brexit mostra bem como é difícil, mesmo para um grande país com soberania monetária, descoser as malhas urdidas ao longo de tantas décadas. 

Agora imagine-se a tragédia que seria o colapso da união monetária para os 19 países que dela participam. A zona euro sofreria um empobrecimento e uma destruição de riqueza exponenciais, como se uma guerra invisível, sem mortos nem ruínas, nos tivesse atingido. Estamos nisto há dez anos. Os atos políticos levados a cabo desde 2008, nada mudaram na gravidade dos problemas, apenas adiaram o desfecho previsível. 

Existe uma alternativa minimalista ao colapso. Implicaria uma negociação realista baseada nos interesses materiais concretos dos Estados, como aqueles casais que coabitam, mesmo depois do divórcio, para nenhum deles ter de ir morar na rua. A prioridade seria uma mudança das regras absurdas do tratado orçamental. (continuar a ler)

Voz Da Noite

O sol se apaga
De mansinho,
a sombra cresce.
A voz da noite
diz, baixinho:
esquece ... esquece ... 

Helena Kolody 

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Notícias Ao Fim Da Tarde


O que une Mota Amaral e Rui Reininho? Querem escolher os seus deputados

Dividir Para Reinar Pode Ser A Divisa Do BE

Dividir para reinar:
Com o objetivo de assumir a dado passo o controlo do aparelho do Estado, primeiro, e depois do país, para o mudar definitivamente e à força na sua idiossincrasia, na sua estrutura moral e espiritual, nas suas crenças e nas suas tradições, se possível na sua antropologia.
O conflito mobilizado pelo BE (ainda) não é de alta intensidade, apesar de já estar a ser sustentado e organizado numa escala relativamente grande, com o fortíssimo apoio estratégico de uma comunicação social transversalmente dominada (...) e o silêncio e a omissão de intervenção de imensos apaniguados.
Desta “guerra civil” (ainda) não armada que tem vindo a ser activamente agilizada pelo BE desde que existe, já resultaram não poucas vítimas – os inimigos a abater – que são todos os guetizados e marginalizados do sistema dominante de dependentes do aparelho do Estado totalmente ocupado e servido à esquerda.
Miguel Alvim, OBSR

Nevoeiro ...

Mesmo quando o nevoeiro nos embaça a visão, 
há um caminho ...

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