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sábado, 1 de junho de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>Rui Rio: o problema são todos os partidos e não apenas a direita





>Ambiente de tensão agrava-se na TVI

>MP manda PSP trazer corpo de volta para a morgue durante velório

Como é que Rui Rio, perante um País mergulhado numa crise de corrupção sem paralelo, com o Estado capturado por seitas organizadas, continua a fazer política como se nada disto existisse?

João Marcelino, JE
Para comemorar mais uma vitória eleitoral do PS, o regime serve-nos agora a ‘Operação Teia’ – que, no fundo, parece ser uma extensão da ‘Operação Éter’ (sete milhões de euros, no Turismo do Porto); que, por sua vez, se segue ao caso da deputada Hortense Martins (subsídios europeus, em Castelo Branco); que, no fundo, é a expressão regional do que se passa a nível nacional com as nomeações familiares; etc. etc.
O tema é recorrente mas não merece folga: o longo exercício do poder tornou Portugal um País doente. De Norte a Sul, sobretudo no PS, existe muita gente já incapaz de descortinar o crime nas trocas de favores. A rotina do exercício do poder desaguou numa espécie de ‘direito natural’ a assegurar a boa vida para familiares e amigos. (...)
Compreendo o silêncio de António Costa sobre a matéria. A doença do partido, evidenciada ao mais alto nível pelo caso de José Sócrates, é tão grave – e ele conhece-la-á melhor do que qualquer outra pessoa – que a estratégia adequada talvez seja voltar a seguir em frente mesmo perante a detenção de mais dois militantes históricos, como são os presidentes de Câmara de Santo Tirso (Joaquim Couto) e Barcelos (Miguel Costa Gomes).
A única coisa difícil de entender é a passividade política dos outros partidos, nomeadamente o PSD.
Como é que Rui Rio, perante um País mergulhado numa crise de corrupção sem paralelo, com o Estado capturado por seitas organizadas, continua a fazer política como se nada disto existisse? (...)
O partido definha. Portugal parece destinado a ficar sem alternativa de governo e Rui Rio continua a agitar os temas de sempre, da revisão constitucional aos “entendimentos de regime” e a preocupar-se com os críticos internos. 
O PAN e o BE já levam a bandeira da defesa das questões ambientais. 
E, sobrando outra das mais urgentes, a do combate à corrupção, torna-se incompreensível ver o segundo maior partido nacional paralisado num tema que além de ser vital para a sociedade portuguesa podia ajudar a recuperar uma parte da cidadania desgostosa.
Há 230 mil portugueses, quase 7% das pessoas recenseadas, que, no domingo passado, se deram ao trabalho de ir às secções de voto para não escolherem qualquer partido. Não deve ser por não se preocuparem com o País.
(Excertos do artigo de João Marcelino, JE)

Um Lindo Entardecer ...

Brisa no rosto, som do mar, folhas ao vento, um lindo entardecer...tudo isso deixa a minha alma  feliz. Eu não espero grandes coisas, apenas sou feliz com aquilo que posso tocar e com aquilo que me toca.

BO

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>Finanças cancelam megaoperação do Fisco em casamentos

É Rui Rio Que diz ...

A coisa pode piorar. É Rui Rio que diz
Rui Rio prepara as legislativas com um objectivo que já não esconde: perder de pé, seja lá o que isso for, ainda que o próprio admita que o score nas legislativas até pode piorar dos 22% onde se encontra. Vai ser um verão assassino.

A partir de agora, começa a ser seriamente difícil
criticar Rui Rio porque torna-se cruel dizer mal de alguém que está no chão.  (Editorial do Público, por Ana Sá Lopes)

Esta É A Frase

A famosa frase “estes são os meus princípios, mas se não gostam deles, eu tenho outros” é uma piada de Groucho Marx. No caso da direita portuguesa, porém, não é uma piada: é como as coisas são.

Rui Ramos, OBSR

A Busca ...

Descobrir profundidade em tudo, eis uma qualidade incómoda: faz com que se gastem 
incessantemente os olhos e que por fim se encontre sempre mais do que aquilo que se desejava.

A Gaia Ciência

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>Administrações Públicas: CFP alerta para desvio superior ao limiar de 0,5% do PIB

Eles Andam Por Aí ...

Portugal, apesar de um cardápio com 17 ofertas distintas no boletim de voto, mantém-se como o País europeu mais conservador quanto ao seu “establishment” partidário. Apesar do PAN ser já o quinto maior em Aveiro, Bragança, Faro, Leiria, Porto, Setúbal, Vila Real, Viseu, Madeira e Açores (batendo CDS ou CDU), algo notável para um “single issue party”, é visível que nada muda no lago dos tubarões. PS e PSD.

Tenho para mim já há algum tempo que os portugueses estão cansados desta gente, esse é o maior voto não expresso nas urnas. Esse é o mais ruidoso sinal em silêncio contra a classe política existente. Enquanto quase 70 por cento das pessoas humilhava políticos com o seu desinteresse, Marcelo Rebelo de Sousa estava a acartar sacos no Banco Alimentar da senhora Jonet. Sim, também ele tinha mais do que fazer, não perdendo tempo a ouvir anedóticas declarações nocturnas. Todos são derrotados, mesmo os vencedores.(...)

Temos a certeza que Costa ganhará eleições porque é o melhor. Ponto. Rio continuará perdido no seu labirinto de provinciano que ainda não percebeu que só ele é que acha que tem competência para liderar o PSD e vai matando com suave veneno a capacidade dos “laranjas” terem futuro, pois o seu dia-a-dia é a condução ao definhamento de uma grande instituição criada por Sá Carneiro, o Bloco vai namorando e casando com o PS, o PCP afunda-se no seu apoio à Geringonça e sem Jerónimo perde toda a sua simpatia, o CDS irá crescer em legislativas mas nunca chegará a Rolls-Royce pois a sua natureza é de táxi. Enquanto isso, há praia, futebol, Netflix e programas para alienados, os portugueses continuarão indiferentes. Ninguém os estimula pois perderam o respeito por tudo. 

A alma do País está morta há algum tempo e todos conhecem os culpados. Só não estão é presos e muitos até receberam condecorações e comendas. Eles andam por aí.

(Excertos do artigo de Rui Calafate, hoje no Eco)

A Soberba E A Arrogância



Todos aqueles, cuja alma é sufocada pela soberba e pela arrogância, sempre se identificam também pela ingratidão, um dos mais baixos sentimentos que assolam a humanidade.Ivan Teorilang