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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)

>António Costa: “Grande parte dos sócios da TAP está satisfeita com a presença do Estado”

E Esta Hein ?

O Presidente da República requereu autorização à Assembleia da República para se deslocar até Roma entre 4 e 6 de outubro para assistir à cerimónia do novo cardeal português.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai estar fora do país no 5 de Outubro - data em que se celebra a implantação da República - para assistir à cerimónia de cardinalato do padre José Tolentino Mendonça, em Roma. A cerimónia que verá o Papa a conceder o título de cardeal ao padre madeirense realiza-se a 5 de outubro, em Roma, Itália.

Contactada pela SÁBADO, a Presidência relembra que este ano, como as eleições acontecem a 6 de outubro, não haverá particulares cerimónias para assinalar o 109º aniversário da implantação da República. Questionada sobre se o Presidente iria juntar-se a uma comunidade portuguesa para assinalar a data, o seu assessor respondeu: "Faz algum sentido o Presidente fazer um discurso sobre a implantação da República em Portugal a partir de Roma, durante a cerimónia do cardialato?", confirmando que o Presidente não irá fazer um discurso oficial relativamente à implantação da República este ano.

Fonte: Revista Sábado 


Nota: Está quase a conseguir a selfie que faltava no seu álbum.

Esta É A Frase

O Bloco de Esquerda saltou da esquerda radical para o lado da social-democracia. O que vem mesmo a calhar porque o PSD, agora que está do lado esquerdo, tinha deixado o lugar a ganhar teias de aranha. 

(Tiago Dores,OBSR)

NotaEntrevista a Catarina Martins: “O programa do Bloco é social-democrata”

Não É À Toa Que Entendo Os Que Buscam Caminho


Não é à toa que entendo os que buscam caminho. Como busquei arduamente o meu! E como hoje busco com sofreguidão e aspereza o meu melhor modo de ser, o meu atalho, já que não ouso mais falar em caminho. Eu que tinha querido. O caminho, com letra maiúscula, hoje me agarro ferozmente à procura de um modo de andar, de um passo certo. Mas o atalho com sombras refrescantes e reflexo de luz entre as árvores, o atalho onde eu seja finalmente eu, isso não encontrei. 
Mas sei de uma coisa;
meu caminho não sou eu, é o outro, são os outros.
Quando eu puder sentir plenamente o outro, estarei salva e pensarei: eis o meu porto de chegada.

(Clarice Lispector)

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>Brexit. Governo de Johnson perde maioria com saída de Phillip Lee do partido

Esta É A Frase

«Dêem o poder a socialistas que sejam socialistas, a democratas-cristãos que sejam democratas-cristãos, a social-democratas que sejam sociais-democratas, a comunistas que sejam comunistas, e que pensam e façam a política das suas ideias. Os eleitores depois escolhem, apoiam ou punem.»

Numa democracia representativa é normal que os partidos estejam no governo. O problema é que estão, e muito, só que da maneira errada. O modo como estão é o controlo de lugares e nomeações, a distribuição de recursos que são de todos para os "seus", a utilização da administração pública para servir os interesses pessoais, de grupo, económicos e a corrupção. 


E não estão onde deviam estar: os partidos, numa democracia, deviam transportar para a governação o seu modo de ver o mundo, as suas ideias e programas, os seus think tanks, porque numa democracia os eleitores escolhem por uma "parte" e não esperam apenas por uma "boa governação", o que é quase sempre uma emanação da tecnocracia que acha que sabe melhor do que ninguém, a começar pelos políticos eleitos, como se deve governar. Numa democracia os partidos governam com sentido, num sentido, numa direcção, e isso deve implicar ideias sobre os impostos, os gastos, o peso e funções do Estado, o modo de organizar a Saúde, a Educação, os Negócios Estrangeiros, a Segurança.


José Pacheco Pereira, Sábado

Assim Acontece

Como uma peça de teatro onde cada um sabe bem o seu papel, corre sem sobressaltos esta rentrée política que é a antecâmara de uma campanha eleitoral. Sem sobressaltos no sentido do que se esperava - que já é um tanto ou quanto inusitado. O que se passa é que o partido do governo não demonstra nenhum desgaste - e tem conseguido, sem oposição, traçar o caminho e, até, condicionar a narrativa. Fala, não falando - ou talvez seja ao contrário, não falando, fala - em maioria. Desguarnecido à direita, ataca a esquerda, os seus ex-companheiros e agora último obstáculo a essa maioria.

Catarina Carvalho, DN

A Ironia


segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>Governo lança campanha “Eu Mereço Igual” para promover igualdade salarial

>Vendas de carros novos afundam 19% em agosto. Caem pelo 7.º mês consecutivo


Uma Sombra Que Cobre A Europa

Movimentos contra a chamada “ideologia de género”( “Anti-gender”) estão a ganhar força na União Europeia e ameaçam direitos das pessoas LGBTI, saúde sexual e reprodutiva das mulheres e estudos de género.

O debate sobre a chamada “ideologia de género” tem assombrado discussões políticas em vários países da União Europeia, em particular nos países de Leste e dos Balcãs. Tornou-se visível desde as manifestações do Dia da Família em Itália (2007) até à Manif Pour Tous, em França (2013).

Fonte: Público

Nota: O exagero dos comportamentos das minorias pode levar a radicalizações despropositadas. 
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