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- Especialista considera impossível manter o Rt abaixo de 1
- O plano do Governo para salvar a Groundforce
- “Regras do défice e da dívida tornaram-se obsoletas”
- Está na altura de destruir a blockchain
- Com aulas em casa, refeições escolares são “ajuda valiosa”
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- Portugal regista 541 novos casos de Covid-19 e 15 mortes
- Aveleda enche 20 milhões de garrafas em tempos de pandemia
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domingo, 14 de março de 2021
Notícias Ao Fim Da Tarde
Covid-19: Situação Em Portugal Hoje Domingo
- 814.257 casos positivos (mais 541)
- 16.684 vítimas mortais (mais 15 mortes)
- 38.156 casos ativos (menos 2.632)
- 976 internados (menos quatro)
- 242 estão em Unidades e Cuidados Intensivos (UCI) (menos 11)
- 759.417 casos recuperados (mais 3.158)
Casos Confirmados:
- 328.502 no Norte (mais 108)
- 308.480 Lisboa e Vale do Tejo (mais 242)
- 116.219 no Centro (mais 115)
- 28.753 no Alentejo (mais 27)
- 20.320 no Algarve (mais nove)
- 3.878 casos nos Açores (mais 10)
- 8.105 na Madeira (mais 30).
Óbitos:
- 7.030 mortes Lisboa e Vale do Tejo (mais seis)
- 5.281 no Norte (mais quatro)
- 2.970 no Centro (mais quatro)
- 963 casos no Alentejo (mais um)
- No Algarve manteve-se em 348
- Nos Açores manteve-se em 28
- Na Madeira continua a ser de 64.
Das vítimas mortais registadas, 8.748 eram homens e 7.936 mulheres.
A Frase
«O Governo está compulsivamente comprometido com a sua sobrevivência política, mas finalmente compreende que também ele é um escravo das circunstâncias.»
(Carlos Marques de Almeida, ECO)
O plano gradual de abertura faseada é como um soco na boca do vento. Abre-se uma janela, depois uma varanda, a seguir uma porta, finalmente os grandes portões da sociedade. Este é o modo científico, politicamente digerido, para se poder controlar os efeitos da tempestade biológica, uma maneira de coordenar o calor da pandemia com a energia da acção política. As nuvens negras que permanecem à distância e por cima do nosso Mundo vão continuar a assinalar os nossos dias. (continuar a ler)
A Vida Tem Duas Faces
A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.
(Cora Coralina)
sábado, 13 de março de 2021
Notícias Ao Fim Da Tarde
- “Devíamos estar a fazer mais” na recuperação de emergência
- Morar no interior? Estes são os municípios com mais apoios
- Bitcoin passou barreira dos 60.000 dólares
- Quer um elétrico? Nove respostas sobre os cheques do Estado
- Portugal regista 564 novos casos de Covid-19 e 19 mortes
- Marcelo assina decreto do Governo sobre desconfinamento
- BE quer lei onde empregador paga despesas com teletrabalho
- Marcelo ainda vai a tempo de apanhar o comboio do Twitter?
- AEP considera “insuficientes” apoios à economia
- Permanência em parques permitida já a dia 15
- Em direto/ Tondela-Sporting. Porro e Nuno Santos de início
- Garbiñe Muguruza conquista torneio do Dubai
- UE. Cinco países pedem reunião sobre vacinas
- Açores com 20 novos casos de Covid em São Miguel
- Como lidar com a culpa de ter contagiado alguém
- UCI que existiam antes da Covid devem estar livres
- Portugal perde mas ainda pode ir aos Jogos
Covid-19: Situação Em Portugal Hoje Sábado
- 813.716 casos positivos (mais 564)
- 16.669 vítimas mortais (mais 19 mortes vítimas)
- 980 internados (- 66)
- 756.259 recuperados (mais 6.489)
- 40.788 casos ativos (menos 5.944)
- 253 em (UCI) (-13)
Casos confirmados:
- 328.394 R. Norte (+132)
- 308.238 Lisboa e Vale do Tejo 308.238 (mais 208 )
- 116.104 no Centro (mais 114)
- 28.726 casos no Alentejo (mais 26)
- 20.311 no Algarve (mais 4)
- 3.868 nos Açores (mais 27)
- 8.075 na Madeira (mais 53)
Das mortes foram registadas:
- 7.024 Lisboa e Vale do Tejo (mais 13)
- 5.277 no Norte (mais três)
- 2.966 no Centro (mais dois)
- 962 casos no Alentejo (mais um)
- Algarve manteve-se em 348
- Região Autónoma dos Açores manteve-se em 28
- Região Autónoma da Madeira continua a ser de 64.
Das vítimas mortais registadas, 8.740 eram homens e 7.929 mulheres.
A Frase
«Contra os padrões, marchar, marchar! Se esta moda pega, será preciso destruir todos os vestígios históricos, porque nenhum tempo passado pode ser agora assumido na totalidade dos seus pressupostos culturais.»
(P. Gonçalo Portocarrero de Almada, OBSR)
Um deputado socialista disse que o Padrão dos Descobrimentos "devia ter sido destruído" enquanto "monumento do regime ditatorial" (OBSR 19-2-21)
Não querer ver o que se está a passar é fechar os olhos ao momento destrutivo (cultural, de controlo estatal 'justiça à la carte' e muito mais) que atravessa o nosso país.
Uma Profecia Feita Com A Lucidez E O Realismo De António Barreto. A LER Com Atenção
Uma profecia feita com a lucidez e o realismo de António Barreto. A LER com atenção, pois é deveras preocupante e já se encontra em desenvolvimento
Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão seletiva da História, assim como à censura e à manipulação.
É triste confessar, mas ainda estamos para ver até onde vão os revisores da História. Uma coisa é certa: com a ajuda dos movimentos antirracistas, a colaboração de esquerdistas, a covardia de tanta gente de bem e o metabolismo habitual dos reacionários, o movimento de correção da História veio para ficar.
Serão anos de destruição de símbolos, de substituição de heróis, de censura de livros e de demolição de esculturas. Até de retificação de monumentos. Além da revisão de programas escolares e da reescrita de manuais.
Tudo, com a consequente censura de livros considerados impróprios, seguida da substituição por novos livros estimados científicos, objetivos, democráticos e igualitários. A pujança deste movimento através do mundo é tal que nada conseguirá temperar os ânimos triunfadores dos novos censores, transformados em juízes da moral e árbitros da História.
Serão criadas comissões de correção, com a missão de rever os manuais de História (e outras disciplinas sensíveis como o Português, a Literatura, a Geografia, o Meio Ambiente, as Relações Internacionais…), a fim de expurgar a visão bondosa do colonialismo, as interpretações glorificadoras dos descobrimentos e os símbolos de domínio branco, cristão, europeu e capitalista.
Comissões purificadoras procederão ao inventário das ruas e locais que devem mudar de nome, porque glorificam o papel dos colonialistas e dos traficantes de escravos. Farão ainda o levantamento das obras de arte públicas que prestam homenagem à política imperialista, assim como aos seus agentes. Já começou, aliás, com a substituição do Museu dos Descobrimentos pelo Memorial da Escravatura.
Teremos autoridades que tudo farão para retirar os objetos antes que as hordas cheguem e será o máximo de coragem de que serão capazes. Alguns concordarão com o seu depósito em pavilhões de sucata. Outros ainda deixarão destruir, gesto que incluirão na pasta de problemas resolvidos.
Entretanto, os Centros Comerciais Colombo e Vasco da Gama esperam pela hora fatal da mudança de nome.
Praças, ruas e avenidas das Descobertas, dos Descobrimentos e dos Navegantes, que abundam em Portugal, serão brevemente mudadas.
Preparemo-nos, pois, para remover monumentos com Albuquerque, Gama, Dias, Cão, Cabral, Magalhães e outros, além de, evidentemente, o Infante D. Henrique, o primeiro a passar no cadafalso. Luís de Camões e Fernando Pessoa terão o devido óbito. Os que cantaram os feitos dos exploradores e dos negreiros são tão perniciosos quanto os próprios. Talvez até mais, pois forjaram a identidade e deram sentido aos mitos da nação valente e imortal.
Esperemos para liquidar a toponímia que aluda a Serpa Pinto, Ivens, Capelo e Mouzinho, heróis entre os mais recentes facínoras. Sem esquecer, seguramente, uns notáveis heróis do colonialismo, Kaúlza de Arriaga, Costa Gomes, António de Spínola, Rosa Coutinho, Otelo Saraiva de Carvalho, Mário Tomé e Vasco Lourenço.
Não serão esquecidos os cineastas, compositores, pintores, escultores, escritores e arquitetos que, nas suas obras, elogiaram os colonialistas, cúmplices da escravatura, do genocídio e do racismo. Filmes e livros serão retirados do mercado.
Pinturas murais, azulejos, esculturas, baixos-relevos, frescos e painéis de todas as espécies serão destruídos ou cobertos de cal e ácido. Outras comissões terão o encargo de proceder ao levantamento das obras de arte e do património com origem na África, na Ásia e na América Latina e que se encontram em Portugal, em mãos privadas ou em instituições públicas, a fim de as remeter prontamente aos países donde são provenientes.
Os principais monumentos eretos em homenagem à expansão, a começar pelos Jerónimos e pela Torre de Belém, serão restaurados com o cuidado de lhes retirar os elementos de identidade colonialista. Os memoriais de homenagem aos mortos em guerras do Ultramar serão reconstruídos a fim de serem transformados em edifícios de denúncia do racismo. Não há liberdade nem igualdade enquanto estes símbolos sobreviverem.
Muitos pensam que a História é feita de progresso e desenvolvimento. De crescimento e melhoramento. Esperam que se caminhe do preconceito para o rigor. Do mito para o facto. Da submissão para a liberdade.
Infelizmente, tal não é verdade. Não é sempre verdade. Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão seletiva da História, assim como à censura e à manipulação.
E, se quisermos ir mais longe no tempo, não faltam exemplos. Quando os revolucionários franceses rebatizaram a Catedral de Estrasburgo, passando a designá-la por Templo da Razão, não estavam a aumentar o grau de racionalidade das sociedades. Quando o altar-mor de Notre Dame foi chamado de Altar da Liberdade caminharam alegremente da superstição para o preconceito.
E quando os bolchevistas ocuparam a Catedral de Kazab, em São Petersburgo e apelidaram o edifício de Museu das Religiões e do Ateísmo, não procuravam certamente a liberdade e o pluralismo. E também podemos convocar os Iconoclastas de Istambul, os Daesh de Palmira ou os Taliban de Bamiyan que destruíram símbolos, combateram a religião e tentaram apropriar-se tanto do presente como do passado.
Os senhores do seu tempo, monarcas, generais, bispos, políticos, capitalistas, deputados e sindicalistas gostam de marcar a sociedade, romper com o passado e afastar fantasmas. Deuses e comendadores, santos e revolucionários, habitam os seus pesadelos. Quem quer exercer o poder sobre o presente tem de destruir o passado.
Muitos de nós pensávamos, há cinquenta anos, que era necessário rever os manuais, repensar os mitos, submeter as crenças à prova do estudo, lutar contra a proclamação autoritária e defender com todas as forças o debate livre.
É possível que, a muitos, tenha ocorrido que faltava substituir uma ortodoxia dogmática por outra. Mas, para outros, o espírito era o de confronto de ideias, de debate permanente e de submissão à crítica pública.
O que hoje se receia é a nova dogmática feita de novos preconceitos. Não tenhamos ilusões.
Se as democracias não souberem resistir a esta espécie de vaga que se denomina libertadora e igualitária, mergulharão rapidamente em novas eras obscurantistas.
António Barreto
Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão seletiva da História, assim como à censura e à manipulação.
É triste confessar, mas ainda estamos para ver até onde vão os revisores da História. Uma coisa é certa: com a ajuda dos movimentos antirracistas, a colaboração de esquerdistas, a covardia de tanta gente de bem e o metabolismo habitual dos reacionários, o movimento de correção da História veio para ficar.
Serão anos de destruição de símbolos, de substituição de heróis, de censura de livros e de demolição de esculturas. Até de retificação de monumentos. Além da revisão de programas escolares e da reescrita de manuais.
Tudo, com a consequente censura de livros considerados impróprios, seguida da substituição por novos livros estimados científicos, objetivos, democráticos e igualitários. A pujança deste movimento através do mundo é tal que nada conseguirá temperar os ânimos triunfadores dos novos censores, transformados em juízes da moral e árbitros da História.
Serão criadas comissões de correção, com a missão de rever os manuais de História (e outras disciplinas sensíveis como o Português, a Literatura, a Geografia, o Meio Ambiente, as Relações Internacionais…), a fim de expurgar a visão bondosa do colonialismo, as interpretações glorificadoras dos descobrimentos e os símbolos de domínio branco, cristão, europeu e capitalista.
Comissões purificadoras procederão ao inventário das ruas e locais que devem mudar de nome, porque glorificam o papel dos colonialistas e dos traficantes de escravos. Farão ainda o levantamento das obras de arte públicas que prestam homenagem à política imperialista, assim como aos seus agentes. Já começou, aliás, com a substituição do Museu dos Descobrimentos pelo Memorial da Escravatura.
Teremos autoridades que tudo farão para retirar os objetos antes que as hordas cheguem e será o máximo de coragem de que serão capazes. Alguns concordarão com o seu depósito em pavilhões de sucata. Outros ainda deixarão destruir, gesto que incluirão na pasta de problemas resolvidos.
Entretanto, os Centros Comerciais Colombo e Vasco da Gama esperam pela hora fatal da mudança de nome.
Praças, ruas e avenidas das Descobertas, dos Descobrimentos e dos Navegantes, que abundam em Portugal, serão brevemente mudadas.
Preparemo-nos, pois, para remover monumentos com Albuquerque, Gama, Dias, Cão, Cabral, Magalhães e outros, além de, evidentemente, o Infante D. Henrique, o primeiro a passar no cadafalso. Luís de Camões e Fernando Pessoa terão o devido óbito. Os que cantaram os feitos dos exploradores e dos negreiros são tão perniciosos quanto os próprios. Talvez até mais, pois forjaram a identidade e deram sentido aos mitos da nação valente e imortal.
Esperemos para liquidar a toponímia que aluda a Serpa Pinto, Ivens, Capelo e Mouzinho, heróis entre os mais recentes facínoras. Sem esquecer, seguramente, uns notáveis heróis do colonialismo, Kaúlza de Arriaga, Costa Gomes, António de Spínola, Rosa Coutinho, Otelo Saraiva de Carvalho, Mário Tomé e Vasco Lourenço.
Não serão esquecidos os cineastas, compositores, pintores, escultores, escritores e arquitetos que, nas suas obras, elogiaram os colonialistas, cúmplices da escravatura, do genocídio e do racismo. Filmes e livros serão retirados do mercado.
Pinturas murais, azulejos, esculturas, baixos-relevos, frescos e painéis de todas as espécies serão destruídos ou cobertos de cal e ácido. Outras comissões terão o encargo de proceder ao levantamento das obras de arte e do património com origem na África, na Ásia e na América Latina e que se encontram em Portugal, em mãos privadas ou em instituições públicas, a fim de as remeter prontamente aos países donde são provenientes.
Os principais monumentos eretos em homenagem à expansão, a começar pelos Jerónimos e pela Torre de Belém, serão restaurados com o cuidado de lhes retirar os elementos de identidade colonialista. Os memoriais de homenagem aos mortos em guerras do Ultramar serão reconstruídos a fim de serem transformados em edifícios de denúncia do racismo. Não há liberdade nem igualdade enquanto estes símbolos sobreviverem.
Muitos pensam que a História é feita de progresso e desenvolvimento. De crescimento e melhoramento. Esperam que se caminhe do preconceito para o rigor. Do mito para o facto. Da submissão para a liberdade.
Infelizmente, tal não é verdade. Não é sempre verdade. Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão seletiva da História, assim como à censura e à manipulação.
E, se quisermos ir mais longe no tempo, não faltam exemplos. Quando os revolucionários franceses rebatizaram a Catedral de Estrasburgo, passando a designá-la por Templo da Razão, não estavam a aumentar o grau de racionalidade das sociedades. Quando o altar-mor de Notre Dame foi chamado de Altar da Liberdade caminharam alegremente da superstição para o preconceito.
E quando os bolchevistas ocuparam a Catedral de Kazab, em São Petersburgo e apelidaram o edifício de Museu das Religiões e do Ateísmo, não procuravam certamente a liberdade e o pluralismo. E também podemos convocar os Iconoclastas de Istambul, os Daesh de Palmira ou os Taliban de Bamiyan que destruíram símbolos, combateram a religião e tentaram apropriar-se tanto do presente como do passado.
Os senhores do seu tempo, monarcas, generais, bispos, políticos, capitalistas, deputados e sindicalistas gostam de marcar a sociedade, romper com o passado e afastar fantasmas. Deuses e comendadores, santos e revolucionários, habitam os seus pesadelos. Quem quer exercer o poder sobre o presente tem de destruir o passado.
Muitos de nós pensávamos, há cinquenta anos, que era necessário rever os manuais, repensar os mitos, submeter as crenças à prova do estudo, lutar contra a proclamação autoritária e defender com todas as forças o debate livre.
É possível que, a muitos, tenha ocorrido que faltava substituir uma ortodoxia dogmática por outra. Mas, para outros, o espírito era o de confronto de ideias, de debate permanente e de submissão à crítica pública.
O que hoje se receia é a nova dogmática feita de novos preconceitos. Não tenhamos ilusões.
Se as democracias não souberem resistir a esta espécie de vaga que se denomina libertadora e igualitária, mergulharão rapidamente em novas eras obscurantistas.
António Barreto
Minha Alma Tem O Peso Da ...
Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música.
Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita.
Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade.
Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência.
E a lágrima que não se chorou.
Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros.
(Clarice Lispector)
sexta-feira, 12 de março de 2021
Notícias Ao Fim Da Tarde
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- Conquistas. Portugal e as suas 531 medalhas no atletismo
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