- Ruben volta a perder mas não é isso que o preocupa
- A experiência ainda é um posto: Portugal de bronze
- Flirt tenso entre Montenegro e Rocha deixa Melo só
- IA pode escapar ao controlo humano?
- Grupo Volkswagen quer desfazer-se do Italdesign
- Governo britânico vai dificultar obtenção de vistos de trabalho e facilitar deportaçõe
- Barbie na mira de Trump? Preços das icónicas bonecas podem subir devido às tarifas
- Jovens, salários ou teletrabalho. Como evoluiu o emprego em 9 gráficos
- Aliados europeus de Kiev olham com desconfiança para proposta de Putin
- Como ajustar os investimentos ao risco de uma recessão
- O mordaz diário de Vergílio Ferrei
- Legislativas: Marcelo apela ao voto e lembra que não pode haver eleições nos próximos 12 meses
- O custo de vida
- “A instabilidade política tem três custos em i: inércia, incentivo e investimento”
- Zelensky pronto para negociar com Rússia depois da trégua
- Marcelo lembra que não pode haver eleições no próximo ano
- Há seguro para danos provocados pela degradação da IA
- Investidores portugueses reservam vinho de luxo a mil euros
- BFA prevê abrandamento da economia em Angola
- Mais de 333 mil eleitores podem votar hoje em todo o país
- Negócio sobe, mas lucros dos CTT caíram 25,9% até março
- Legislativas. Pedro Nuno Santos diz que PS “nunca falhou” nos momentos de crise “ao contrário” da AD
- Duzentos milhões para ter escolas ‘premium’ em Portugal
- Ucrânia. Aliados europeus de Kiev olham com desconfiança para proposta russa
- Fisioterapia a tempo e horas em Portugal ainda é um “luxo”
- Legislativas. Tavares adverte eleitores que esquerda está a “uma bola no poste” de ultrapassar a direita
- Legislativas. Afluência às urnas em Lisboa ronda os 26% até ao 12:00
- Eleições: Quantos votos custa um deputado
- Do teatro ao moscatel: um dia de campanha com o Livre
- Voto antecipado: mais de 333 mil eleitores podem votar hoje para as legislativas
- Tentativa de atropelamento a agente da PSP marca operação policial no dérbi lisboeta
- Putin propõe conversações no dia 15, mas Zelensky exige cessar-fogo primeiro
- Putin propõe conversações no dia 15, mas Zelensky exige cessar-fogo primeiro
- Do teatro ao moscatel: um dia de campanha com o Livre
- O apagão nas campanhas
- A Cultura inculta e o fim das elites
- Brasileira cervejeira Ambev-Inbev terceira maior no calçado mundial
- Tentativa de atropelamento a agente da PSP marca operação policial no dérbi lisboeta
- Tragédia em Tavira. Quatro jovens morrem após carro cair ao rio
- Presidente da República já votou em Vila Real de Santo António
- Foi a capital da festa hedonista da Europa.
- Agora a Geração Z quer outro tipo de diversão
- Sete continentes, 164 mil quilómetros, 13 meses e inúmeras lições que não aprenderiam na escola
- Três chineses detidos por transportarem 160 quilos de caranguejos protegidos no Japão
- Putin desafia Zelensky a negociação direta já dia 15.
- Zelensky desafia Putin a aceitar cessar-fogo já amanhã Guerra na Ucrânia tornou-se um “jogo esquisito”.
- E é Macron quem tem razão
- Acordo de paz na Ucrânia “é mais materializável do que temos assistido no passado”
- Marcelo apela ao voto e lembra que não pode haver eleições nos próximos 12 meses
- Tracking Poll: AD aumenta vantagem para o PS, Chega cai
- "É o desafio da década". Próximo Governo tem de "atuar já" contra violência online sobre mulheres
- Machosfera “não é brincadeira de rapazes”, é bomba relógio
- “Nunca mais a guerra”, grita Leão XIV perante os peregrinos em São Pedro
- Papa Leão XIV reza em frente ao túmulo de Francisco
- Em Chiclayo, toda a gente tem uma história sobre Leão XIV
Pesquisar neste blogue
domingo, 11 de maio de 2025
Notícias Ao Fim Da Tarde
A Frase (119)
Acredito que a Europa é – e pode continuar a ser – o melhor lugar do mundo para se viver.
Nesta semana, celebrámos dois momentos carregados de simbolismo: o 8 de maio, que assinala o fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, e o 9 de maio, Dia da Europa, data em que evocamos a histórica Declaração Schuman.
Separam-nos apenas 24 horas entre a guerra e a paz. Mas une-nos algo muito mais profundo: a certeza de que, mesmo depois dos períodos mais sombrios, é possível reerguer uma visão comum assente na liberdade, na reconciliação e na esperança.
A construção europeia nasceu precisamente dessa coragem. Da convicção de que, após a tragédia da guerra, era possível forjar um projeto que garantisse a paz, promovesse o progresso e protegesse a dignidade humana. Foi esse o legado da geração fundadora. E é essa a herança que devemos preservar.
Ser europeu é mais do que pertencer a um espaço geográfico ou ter um determinado passaporte. É, acima de tudo, partilhar uma ideia. Um compromisso com os valores que nos definem: a liberdade, a democracia, o Estado de Direito, a justiça social e a solidariedade entre povos.
É também recusar a normalização dos extremismos, do populismo e das narrativas de ódio. Ser europeu é acreditar na política que constrói pontes, que encontra soluções e que coloca as pessoas no centro das decisões.
Hoje, ser europeu é enfrentar desafios novos com o mesmo espírito de responsabilidade. É responder à complexidade do mundo atual, sem deixar ninguém para trás. É apostar num crescimento económico sustentável, onde a inovação e a competitividade caminham lado a lado com a coesão social. É, também, reconhecer que a segurança deixou de ser um dado adquirido.
Num mundo mais instável, com guerras às portas da Europa e ameaças híbridas cada vez mais sofisticadas, precisamos de uma União mais forte, mais capaz de defender os seus cidadãos e os seus valores.
Mas, acima de tudo, ser europeu é acreditar no futuro. Acreditar que podemos continuar a fazer da Europa um espaço de liberdade e oportunidades. Um lugar onde cada jovem tem direito a sonhar e a concretizar esses sonhos. Um continente onde o progresso não sacrifica os princípios e onde as diferenças enriquecem o todo.
Nesta semana, celebrámos dois momentos carregados de simbolismo: o 8 de maio, que assinala o fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, e o 9 de maio, Dia da Europa, data em que evocamos a histórica Declaração Schuman.
Separam-nos apenas 24 horas entre a guerra e a paz. Mas une-nos algo muito mais profundo: a certeza de que, mesmo depois dos períodos mais sombrios, é possível reerguer uma visão comum assente na liberdade, na reconciliação e na esperança.
A construção europeia nasceu precisamente dessa coragem. Da convicção de que, após a tragédia da guerra, era possível forjar um projeto que garantisse a paz, promovesse o progresso e protegesse a dignidade humana. Foi esse o legado da geração fundadora. E é essa a herança que devemos preservar.
Ser europeu é mais do que pertencer a um espaço geográfico ou ter um determinado passaporte. É, acima de tudo, partilhar uma ideia. Um compromisso com os valores que nos definem: a liberdade, a democracia, o Estado de Direito, a justiça social e a solidariedade entre povos.
Hoje, ser europeu é enfrentar desafios novos com o mesmo espírito de responsabilidade. É responder à complexidade do mundo atual, sem deixar ninguém para trás. É apostar num crescimento económico sustentável, onde a inovação e a competitividade caminham lado a lado com a coesão social. É, também, reconhecer que a segurança deixou de ser um dado adquirido.
Num mundo mais instável, com guerras às portas da Europa e ameaças híbridas cada vez mais sofisticadas, precisamos de uma União mais forte, mais capaz de defender os seus cidadãos e os seus valores.
Mas, acima de tudo, ser europeu é acreditar no futuro. Acreditar que podemos continuar a fazer da Europa um espaço de liberdade e oportunidades. Um lugar onde cada jovem tem direito a sonhar e a concretizar esses sonhos. Um continente onde o progresso não sacrifica os princípios e onde as diferenças enriquecem o todo.
(Lídia Pereira, Sol)
Cultivar a Tolerância
A tolerância torna as sociedades mais felizes. Saiba como dar o seu contributo, mesmo que sinta que a correria diária lhe tira a paciência e que o mundo à sua volta é uma batalha constante.
O mundo em que vivemos está longe de ser perfeito. Vivemos em permanente correria, tantas vezes sob pressão. Consequentemente, temos menos paciência perante as frustrações que nos surgem com a família, no trabalho, no trânsito... Na TV surgem notícias de guerra, continua a haver discriminação e os comentários nas redes sociais parecem outro campo de batalha.
Não é difícil de concluir que é urgente promover a tolerância na sociedade! Precisamos de melhorar a nossa capacidade de pensar antes de agir, de nos colocarmos no lugar do outro, de aceitarmos que todos têm o direito às próprias opiniões, valores e comportamentos – mesmo que sejam diferentes dos nossos.
Poderá estar a questionar-se: “mas o que a tolerância tem a ver com felicidade?”. Na realidade, diversos estudos concluíram que as sociedades mais tolerantes são simultaneamente mais felizes. O contrário também se verificou. Sociedades intolerantes, mesmo com o PIB elevado, apresentam níveis mais altos de sofrimento.
Por outro lado, a nível pessoal, verificou-se que as pessoas mais tolerantes consigo próprias e com os outros, tendem a ser mais tranquilas e otimistas, o que se traduz em mais saúde mental e felicidade.
Fazendo a ressalva de que nem tudo deve ser tolerado (como ofensas gratuitas, violação dos direitos humanos ou qualquer tipo de violência), todos ganharíamos se aprendêssemos a ser mais tolerantes. Para isso, eis algumas sugestões que pode aplicar na sua vida: Desenvolva a sua autoconsciência
O mundo em que vivemos está longe de ser perfeito. Vivemos em permanente correria, tantas vezes sob pressão. Consequentemente, temos menos paciência perante as frustrações que nos surgem com a família, no trabalho, no trânsito... Na TV surgem notícias de guerra, continua a haver discriminação e os comentários nas redes sociais parecem outro campo de batalha.
Não é difícil de concluir que é urgente promover a tolerância na sociedade! Precisamos de melhorar a nossa capacidade de pensar antes de agir, de nos colocarmos no lugar do outro, de aceitarmos que todos têm o direito às próprias opiniões, valores e comportamentos – mesmo que sejam diferentes dos nossos.
Poderá estar a questionar-se: “mas o que a tolerância tem a ver com felicidade?”. Na realidade, diversos estudos concluíram que as sociedades mais tolerantes são simultaneamente mais felizes. O contrário também se verificou. Sociedades intolerantes, mesmo com o PIB elevado, apresentam níveis mais altos de sofrimento.
Por outro lado, a nível pessoal, verificou-se que as pessoas mais tolerantes consigo próprias e com os outros, tendem a ser mais tranquilas e otimistas, o que se traduz em mais saúde mental e felicidade.
Fazendo a ressalva de que nem tudo deve ser tolerado (como ofensas gratuitas, violação dos direitos humanos ou qualquer tipo de violência), todos ganharíamos se aprendêssemos a ser mais tolerantes. Para isso, eis algumas sugestões que pode aplicar na sua vida: Desenvolva a sua autoconsciência
- Foque-se na educação para a tolerância
- Cuide de si
- Respeite o outro
- Use a inteligência emocional
- Exercite a tolerância diariamente
(Mafalda de Sousa, RP)
sábado, 10 de maio de 2025
Notícias Ao Fim Da Tarde
- "Podemos não precisar do iPhone daqui a 10 anos". A previsão (ousada) de um executivo da Apple
- Audi Avant e Limousine. A6 está de regresso
- Caxemira entre duas potências nucleares. O que reacendeu o conflito entre Índia e Paquistão?
- Índia e Paquistão anunciam cessar-fogo após negociações com EUA
- Presidente da Comissão Europeia dá apoio ao cessar-fogo de 30 dias na Ucrânia
- Greve dos maquinistas cancela 36,6% dos comboios até ao meio-dia
- Mais-valias imobiliárias. Leia as respostas do consultório financeiro às suas perguntas
- Inteligência artificial: o escudo protetor das empresas para as oscilações das tarifas de Trump
- Novos pratos de um nortenho no Bairro Alto
- Arrancam conversações comerciais China-EUA para aliviar tensão
- Amigo de CR7 e homem da Sonae. Quem é Osório de Castro?Tesla Model Y: Futurista ao volante, controverso no café
- Pedro Nuno de mota acelera para a vitória do PS
- Em Viana Montenegro não dançou mas pediu “luta até ao fim”
- Índices anularam perdas de abril
- IAG passa de prejuízo para lucro de 176 milhões no 1.º trimestre
- Tribunal arbitral define serviços mínimos de 25% para greve na CP a partir de domingo
- Iniciativa “Cinema em Festa” com bilhetes mais baratos em quase todos os distritos
- Senador dos EUA apresenta projeto de lei que pede rastreamento de localização em chips de IA para limitar o acesso à China
- Wall Street fechou mista em véspera de negociações EUA-China
- Casas de luxo: um mercado dinâmico e sempre a crescer
- São os jovens universitários que mais reconhecem Rui Rocha na rua
- Greve dos maquinistas suprimiu cerca de metade dos comboios
- 21 vacas morreram em incêndio em Vila Nova de Famalicão
- Open House: Lisboa de portas abertas
- Parolin liderava a votação para Papa, mas de repente tudo mudou e Prevost ganhou a corrida
- Porque é "inteligente" a escolha deste Papa - que é "bastante mais tímido" que Francisco
- Leão XIV só é Papa há cerca de um dia e já praticou um ato inédito na história da Igreja
- Viagra e os seus genéricos passam a ser vendidos sem necessidade de receita médica
- Família espanhola recebe indemnização recorde de 3,7 milhões de euros por atropelamento de criança
- Incêndio em armazém que armazenava cloro obriga ao confinamento de cinco municípios
- Greve dos maquinistas cancela circulação de 36,6% dos comboios até ao meio-diaTribunal arbitral define serviços mínimos de 25% para greve na CP a partir de domingo
- Efeito Digi volta a sentir-se para MEO, NOS e Vodafone, que igualam preços nas operadoras low-costSe conduz em Lisboa: há mudanças importantes no trânsito por causa do dérbiDérbi: Metro de Lisboa fecha estações por questões de segurança
- Atleta morre em prova de trail na Serra da Estrela
- "Vínhamos com a ideia de dançar, mas com este povo todo... " Montenegro foi a Viana, ouviu os ranchos e comeu uma bola do Natário
- Índia e Paquistão concordam com um cessar-fogo “total e imediato”
- Kiev e aliados europeus propõem à Rússia cessar-fogo de pelo menos 30 dias “A presença dos militares não basta”.
- Há muitas “nuances” para um cessar-fogo na Ucrânia
- Cessar-fogo na Ucrânia: "Tem de haver abertura por parte dos europeus para permitir" tropas de outras nações
- Uma guerra total entre duas potências nucleares? "Soa improvável, mas basta um só erro…"
- Após 75 anos de integração europeia, "a situação hoje é muito pior do que uma farsa e temos de garantir que se evita uma tragédia"
Saiba Como Vai Este País
Nestes cinquenta anos, as eleições e a campanha do ano corrente foram tão dirigidas para o “chefe”, o “líder”, o “cabeça” e o “primeiro”. Quase nada se sabe sobre a equipa, os colaboradores e os grupos de apoio. Pouco se conhece sobre as instituições, empresas, associações e outros grupos que se sentem mobilizados e empenhados. Mal se percebem as ideias e os programas que cada um deseja ou diz desejar para o seu país. Apenas se sabe que querem o poder. Conquistar o poder.
O desvio dos debates políticos para as contas e os impostos de cada um, para os favores prestados e as influências vendidas por cada um, é revelador disso mesmo: do esvaziamento político das eleições e da pasteurização cultural da democracia. O importante é cada vez mais o favor que se fez, a cunha que se meteu, o imposto que se evitou, o amigo que se promoveu, as influências que se exercem e os lugares que se preenchem.
Que se preparam realmente para fazer com os grandes serviços públicos ou as grandes empresas nacionais, umas miseravelmente vendidas, outras estranhamente desmanteladas, outras ainda entregues aos mais desvairados traficantes de influências?
É ou não verdade que a vida urbana, nas grandes cidades portuguesas, se deteriorou muito nos últimos anos, talvez últimas décadas?
Os principais “eventos” eleitorais são almoços e jantares de carne assada, antes dos quais ele (ou ela), rodeado de carantonhas ou fantoches, desfila uns rápidos lugares-comuns. Antes dessas romarias, crucial é o debate na televisão. Entre eles (ou elas), de modo automático e programado, parecem bonecos articulados. Porque, na verdade, o que interessa são as avaliações, com notas e tudo, de dezenas de comentadores que, quase sem excepção, favorecem os seus amigos com ar sabedor e arrasam os outros com ar de desprezo.
É verdade que a eleição política sempre foi, sempre será, um acto de reconhecimento e identificação, para o qual a personalidade e o carácter do “líder” são essenciais. Mas que, excepto quando se trata de um “herói”, mesmo assim exige uma equipa, um programa, uma energia especial, uma preocupação fundamental, umas ideias sobre o que importa fazer e umas certezas sobre grandes princípios.O desvio dos debates políticos para as contas e os impostos de cada um, para os favores prestados e as influências vendidas por cada um, é revelador disso mesmo: do esvaziamento político das eleições e da pasteurização cultural da democracia. O importante é cada vez mais o favor que se fez, a cunha que se meteu, o imposto que se evitou, o amigo que se promoveu, as influências que se exercem e os lugares que se preenchem.
(Excertos do texto de António Barreto, Jacarandá)
A Frase (118)
Ainda é tempo para enfrentar esta campanha com boas e criativas soluções para os problemas do país. Corrigir o que está mal. Opinar sobre o que se entende serem as melhores soluções. O que fazer para resolver os estigmas que nos afligem. Para isso ajuda muito parar para pensar e deixar de atirar lixo para a ventoinha. (António Capinha, DN)
A Novela Inacabada
A NOVELA inacabada,
Que o meu sonho completou,
Não era de rei ou fada
Mas era de quem não sou.
Para além do que dizia
Dizia eu quem não era...
A primavera floria
Sem que houvesse primavera.
Lenda do sonho que vivo,
Perdida por a salvar...
Mas quem me arrancou o livro
Que eu quis ter sem acabar?
(Fernando Pessoa)
sexta-feira, 9 de maio de 2025
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Convidados de Putin, o reflexo da influência russa
- Ouça aqui. O Misterioso Engenheiro Jardim
- Morte de Pinto da Costa foi tema de desinformação
- Lula defende relação do Brasil com a Rússia
- Lagos do Sabor passam a ser fiscalizados pela GNR
- A relação próxima de Francisco e Leão XIV
- Prevost esteve atrás de Parolin em três votações
- Petróleo avança e prepara-se para fechar semana com ganhos de 4%
- Petrobras anuncia nova descoberta de petróleo em águas profundas do Atlântico no Brasil
- Metade dos 47,3 milhões de euros da dívida moçambicana em atraso em 2024 foi com Portugal
- Paragrafino Pescada identtifica o triste apagão sobre o qual ninguém fala
- PSI contraria Europa com tombo de quase 12% dos CTT
- Instituto Ifo defende eliminação de um feriado na Alemanha
- Alantra Equities corta "target" da EDP Renováveis após quebra nos lucros
- Iberdrola vende negócio de contadores inteligentes no Reino Unido por mais de mil milhões de euros
- Pagamentos do PRR ultrapassam 7,6 mil milhões até maio
- Casas de investimento alimentam otimismo à volta da Jerónimo Martins
- Dono do BPI na corrida pelo Novobanco, avança Bloomberg
- Trabalhadores da Sumol+Compal de Pombal marcam greve
- Porto Business School com nova estratégia de marca
- FC Porto paga 3,1 milhões aos mexicanos por Anselmi
- Lula defende relação “estreita” do Brasil com a Rússia
- Fenprof anuncia greve às novas provas ModA do 4.º e 6.º anos de escolaridade
- Maria Luís: “Estamos focados na remoção de barreiras que historicamente dificultaram o investimento transfronteiriço”
- Grupo EDP sobe mas tombo de 12% nos CTT leva bolsa para terreno negativo
- E-Redes vai alocar 20% do investimento previsto para tornar redes mais robustas
- Rui Tavares adverte que o que está em causa são as condições de governabilidade
- Acordo EUA-Reino Unido é “boa notícia”, mas taxas ainda mais elevadas, diz governador do Banco de Inglaterra
- Representantes da China e Rússia encontram-se para discutir economia e tarifas norte-americanas
- Porque é "inteligente" a escolha deste Papa - que é "bastante mais tímido" que Francisco
- John Prevost recebeu uma chamada do irmão. Perdão, do Papa - que queria tirar uma dúvida sobre jornalistas
- Eu conheci o novo Papa
- Hamas felicita Leão XIV pela eleição e pede que mantenha apoio a Gaza
- Dez coisas que precisa de saber sobre o novo Papa, Leão XIV
- Irmãos de Leão XIV revelam que Prevost tem "um humor incrível" e garantem que "não vai ser alguém calado"
- O primeiro Papa americano chega numa altura em que os EUA e o mundo estão virados do avesso. Uma coincidência extraordinária?
- Se conduz em Lisboa: há mudanças importantes a partir das 15:00 deste sábadoDérbi: Metro de Lisboa fecha estações por questões de segurança
- Preço dos combustíveis: há boas e más notícias para a próxima semana
- FC Porto vai pagar 3,1 milhões por Anselmi
- No dia do "maior espetáculo militar global", Putin "teve o seu dia de glória". Mas houve quem "caísse no ridículo"
- Em 2019 Pedro Nuno Santos também criticou as greves, recorda Montenegro: “Há aqui uma grande dose de incoerência”
- Putin celebra vitória sobre a Alemanha nazi com "orgulho" na "operação militar especial" na Ucrânia
- A derrota de Hitler tornou-se uma questão de fuso horário
- China "desfilou em Moscovo com os três ramos das Forças Armadas" e isso "não é inocente de todo"
- Países europeus assinam declaração de apoio à criação de um tribunal especial contra a Rússia
- "A este ritmo, não restará outra opção que não seja uma guerra em grande escala": Índia, Paquistão - tensão
- Investigadores usam 'scan' cerebral para detetar mais cedo doença de Parkinson
A Frase (117)
Um menino rico a brincar ao socialismo - Não havendo questões legais com nenhum deles, para os eleitores Montenegro abriu uma empresa para ganhar a vida, PNS recebeu duas casas dos pais. Há muito mais portugueses a fazer o que faz Montenegro. (João Marques de Almeida), OBSR)
São 20 horas de um dia da semana e Pedro Nuno Santos, candidato a PM, passou cerca de vinte minutos a explicar aos portugueses que comprou duas casas, uma em Lisboa e um monte no Alentejo (presume-se para passar fins de semana e férias), com o dinheiro dos pais. Claro que não há qualquer problema com pais ricos comprarem casas aos seus filhos. Ninguém tem nada a ver com isso, a não ser eventualmente o fisco. (...)
Aliás, PNS sabe que politicamente aquele momento foi demasiado embaraçoso. Por isso, ele PNS precisa de convencer os portugueses que a compra das suas casas foi absolutamente transparente. (...)
O grande problema, para PNS, é que não havendo suspeitas de ilegalidades por parte do PM, e não há até ao momento, o seu caso é politicamente mais grave do que o de Montenegro. Quantos portugueses, depois de se casarem recebem dos pais uma boa casa em Lisboa e um monte no Alentejo? Eu não conheço nenhum. Quantos portugueses iniciam actividades empresariais para ganhar a vida? Centenas de milhares senão mesmo milhões.
O Rating Da Semana
Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP | B+
Continua a ser um desconhecido para a maioria das pessoas, mas faz estragos. A greve é um instrumento fundamental dos trabalhadores, mas parar o país na véspera de eleições legislativas, como estão a fazer os sindicatos da CP, é apenas aproveitamento partidário. Velhas táticas de guerrilha que encontram paralelismo na atitude de alguns (poucos) empresários e gestores.
República Portuguesa, campanhas políticas negras | D
José Diogo Quintela, acionista “A Padaria Portuguesa” | A-
Paulo Rangel comprou uma casa em Lisboa e poupou 33 mil euros em IMT Alguma ilegalidade? Nenhuma, mas o ruído impôs a sua lei de chumbo. Pedro Duarte tem 1,5 milhões em ações da Microsoft. Alguma ilegalidade? Nenhuma, mas de repente é assunto nacional. O país tornou-se uma farsa recheada por má-língua. Somos todos bandidos incorrigíveis.
Miguel Maya, CEO do BCP | A+
A capitalização bolsista do BCP atingiu os nove mil milhões de euros, o máximo de quase dez anos. A saúde da banca reflete a vitalidade e robustez do país – é por isso uma boa notícia a recuperação consistente do banco liderado por Maya, gestor que conhece bem o setor, que tem ideias próprias e que fala sem rodeios e hesitações. José Diogo Quintela, acionista “A Padaria Portuguesa” | A-
O grupo espanhol Rodilla comprou 100% da Padaria, que abriu 84 lojas e construiu duas fábricas desde a fundação, em 2010. Um caminho de sucesso, que deverá traduzir-se num bom negócio para o humorista e o primo. O valor da transação é desconhecido, mas a capacidade instalada para produzir é grande e valorizou a empresa.
(André Macedo, J Económico)
Subscrever:
Mensagens (Atom)









