- A Pantera ganhou velocidade e fez história
- Governo aproveita 80 medidas dos outros partidos
- Há um aliado indispensável para quem quer viajar
- Kiev recebeu mais 1.245 corpos da Rússia
- Parlamento prepara lei para deixar tratado nuclear
- TCE pede auditoria externa a todas as despesas do próximo orçamento europeu
- BCP emite 500 milhões em dívida sénior. Procura duplicou oferta
- Square aumenta aposta em Portugal e Espanha com plano de 200 milhões em imobiliário
- Vários prédios destruídos no centro de Israel após novo ataque do Irão
- Wall Street em alta com Fed no horizonte. Preços do petróleo abrandam
- Trabalhadores do Novo Banco querem bónus pela venda ao BPCE
- OPEP mantém previsão de crescimento da procura mundial de petróleo
- O Negócios pergunta. A União Europeia está preparada para uma guerra comercial com os EUA?
- Sindicatos da UGT saúdam compromisso do BPCE de manter postos de trabalho no Novo Banco
- Bourke conta com “todos” no “novo capítulo promissor” do Novo Banco
- IL ‘abraça’ Duarte no Porto e tem duas novas câmaras à vista
- Portugal com 137 inscrições no festival Cannes Lions
- Trabalhadores do NB não se opõem à venda se garantir emprego
- Portugueses Puros
- Economia como pedra central de governação?Investimento imobiliário em lojas aumentou para 383,5 milhões de euros no primeiro trimeste
- Valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário cai para 18,7 mil milhões em maio
- Presidente timorense pede Orçamento Geral do Estado para 2026 que reduza pobreza
- Viagens para Moçambique com peso de 46 milhões na balança de serviços de 2024
- Governo diz ter integrado 80 medidas da oposição no seu programa
- Efacec preparada para potenciar a rede no CIRED 2025
- Maior central solar do norte do país inaugurada esta semana
- Justiça manda reabrir estrada para a praia do Pego. Condomínio bloqueava acesso desde 2022
- Morreu a escritora Teresa Rita Lopes
- "Sem amarras", Seguro apresenta candidatura a Belém com recados a Gouveia e Melo e Marques Mendes
- Israel e Irão têm o mesmo objetivo: acabar um com o outro. Só que há um que está muito mais perto
- Israel avisa que televisão estatal do Irão "está prestes a desaparecer"
- Portugal já retirou portugueses do Irão. Agora trabalha para fazer o mesmo em Israel
- Portugal compra sexto KC-390 da Embraer e garante mais dez para vender a países da NATO
- Rússia acusa EUA de cancelarem próxima ronda de negociações para aliviar tensões
- Olexander pediu para dormir no parque de estacionamento para não de acordar com os drones. Para as crianças ucranianas, isto já é "um dia normal"
- Álvaro tem dois amores: o Benfica e o Boca. Em Miami só vai ser fanático de um
- Portugal em alerta: calor extremo pode chegar aos 40 °C e durar até quinta-feira
- "Há imigrantes que não querem aprender a língua.
- Costumo dizer nas mesquitas: 'estamos em Portugal, o sermão tem de ser em português" Imigrantes "não têm de seguir a nossa cultura, têm de seguir as nossas leis"
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segunda-feira, 16 de junho de 2025
Notícias Ao Fim Da Tarde
Frase (151)
Israel só espera até saber que não há alternativa. Depois, age. Com GBU‑28, com comandos, ou tudo o que tiver à mão. A central de Fordow será desmantelada não porque seja fácil mas porque é necessário. (José António Rodrigues do Carmo, OBSR)
Deixar Fordow intacto é como deixar um cofre aberto e rezar para que o ladrão não esteja com pressa. Se Fordow sobreviver, o mundo inteiro poderá não conviver nada bem com o que dali sair, dado o historial revolucionário, a ideologia, a praxis e as consistentes declarações do Irão. (...)
Destruir Fordow é desligar o relógio nuclear iraniano ou, pelo menos, atrasá-lo o suficiente para evitar uma catástrofe. (...)
Quem acredita que Israel vai desistir da presa, agora que a tem agarrada pelo pescoço, está a ler mal o guião. Jerusalém só espera até saber que não há alternativa. Depois, age. Com GBU‑28, com comandos, com ciberataques, ou com tudo o que tiver à mão.Fordow será desmantelada, não porque seja fácil, mas porque é necessário. E a História é feita pelos que fazem o necessário. (texto na íntegra)
Fordow é a piece de resistence do programa nuclear iraniano, o ponto de não retorno: se ficar intacto, o Irão pode transformar urânio em ogivas nucleares num espaço de semanas, sob protecção à prova de quase tudo, com poucas hipóteses de ser interrompido. (...)
Deixar Fordow intacto é como deixar um cofre aberto e rezar para que o ladrão não esteja com pressa. Se Fordow sobreviver, o mundo inteiro poderá não conviver nada bem com o que dali sair, dado o historial revolucionário, a ideologia, a praxis e as consistentes declarações do Irão. (...)
Destruir Fordow é desligar o relógio nuclear iraniano ou, pelo menos, atrasá-lo o suficiente para evitar uma catástrofe. (...)
Quem acredita que Israel vai desistir da presa, agora que a tem agarrada pelo pescoço, está a ler mal o guião. Jerusalém só espera até saber que não há alternativa. Depois, age. Com GBU‑28, com comandos, com ciberataques, ou com tudo o que tiver à mão.Fordow será desmantelada, não porque seja fácil, mas porque é necessário. E a História é feita pelos que fazem o necessário. (texto na íntegra)
Delicadeza, Eu Gosto
Eu gosto de delicadeza. Seja nos gestos, nas palavras, nas ações,
no jeito de olhar, no dia-a-dia e até no que
não é dito com palavras, mas fica no ar...
(Manuel Bandeira)
domingo, 15 de junho de 2025
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Carneiro e César criticam Programa de Governo
- Maria João Pires anuncia afastamento dos palcos
- João Almeida, entre chuva e um balde de água fria
- Em direto/ Bayern vence Auckland City ao intervalo por 6-0
- Irão/Israel. Trump garante paz em breve
- bZ4X melhora por dentro, por fora e na mecânica
- Anjos vs Joana Marques. O que está em causa?
- Portugal na mira de mega-aliança para construir infraestruturas IA na Europa
- Seguro afasta dissolução do Parlamento com chumbo do OE e rejeita revisão constitucional
- “Olhando a quatro anos”, CIP mantém meta do salário mínimoSeis sugestões da Must para a Feira do Livro
- Das férias aos investimentos, os impactos de um dólar fraco
- Sobre a cultura
- Mattel e OpenAI traçam parceria para dar nova vida aos brinquedos
- Armindo Monteiro: CIP admite “compromisso” no salário mínimo
- Conflito armado Israel/Irão em oito pontos
- Pelo menos 128 mortos e 900 feridos até sábado no Irão
- BCP investiu mais de 110 milhões na recompra de ações
- Alemanha diz que Teerão “nunca deverá ter armas nucleares”
- França, Alemanha e UK propõem negociações com Teerão
- Israel e Irão entram no terceiro dia de conflito. Trump diz que acordo "é fácil"
- António José Seguro apresenta hoje candidatura a Presidente da RepúblicaPSP arranca com Operação Polícia Sempre Presente - Verão Seguro 2025
- O Psicólogo Responde: a meditação e o mindfulness realmente ajudam a melhorar a saúde mental?
- "De que objetos é que queremos estar rodeados?" Há uma "tribo de artistas" que está a usar a cerâmica para transformar as Caldas da Rainha
- Esteve em crise profunda, agora é um motor da economia. Foi assim que a cerâmica levantou o orgulho das Caldas
- Há reservatórios de ouro escondido no núcleo da Terra e os cientistas alertam que está a verter
- A (im)possibilidade de um acordo
- "Os EUA não têm mais condições nem vontade política para construir um projeto hegemónico. São um império falido"~Os ataques sem precedentes de Israel mostram que o Irão se tornou um "recreio" para a Mossad
- Netanyahu promete que Teerão pagará "preço elevado" por matar civis
- "Consigo ver os lançamentos a chegarem aqui": equipa da CNN testemunha ação de mísseis intercetores em Israel
- "Se estivéssemos à frente da porta, teríamos voado": o testemunho de uma portuguesa que vive num bairro israelita atingido por dois mísseis
- Aí está o Mundial de Clubes: entre "uma clara vantagem" e um "risco" para Benfica e FC Porto
- FC Porto é mais valioso, mas Palmeiras tem o mais valioso. Anselmi e Abel Ferreira defrontam-se na abertura do Mundial de Clubes de 2025
- "Não há reis" na América: aniversário de Trump confirma uns EUA partidos ao meio
- Trump defende desfile militar, mas público ficou aquém das previsões
- Kiev repele a maioria de drones e mísseis durante forte ataque russo
- Olexander pediu para dormir no parque de estacionamento para não ter de acordar com os drones. Para as crianças ucranianas, isto já é "um dia normal"
- "Sem amarras", Seguro apresenta candidatura a Belém com recados a Gouveia e Melo e Marques Mendes
- Salários mais altos, IRS mais baixo e fim da "imigração descontrolada". As medidas que o Governo quer implementar e que podem mudar as nossas vidas
- Governo quer aumentar Complemento Solidário para Idosos em 27%. Valor mínimo é de 870 euros em 2029
- Governo atira revisão do Estatuto da Carreira Docente para “até final da legislatura”
- "Vivemos numa cultura que promove a ideia de que se trabalhares muito, vais conseguir. Isso já não é verdade"
A Frase (150)
Estamos apenas no terceiro dia de ataques entre Israel e Irã e há mais sombras do que luzes nas informações, mas Thomas Friedman, do New York Times , já os define como o sexto choque mais impactante no Oriente Médio desde a Segunda Guerra Mundial, depois das guerras de 1956, 1967, 1973, 1982 ( Líbano ) e 2023 ( Gaza ).
"É muito cedo para prever as múltiplas consequências potenciais", ele alerta, mas "entre elas incluo a remota possibilidade de uma série de dominós que termine com a substituição do regime iraniano por um mais decente, secular e consensual, e o risco de toda a região ser consumida pelas chamas com os EUA dentro".
Ambos os cenários estão presentes nas análises e reações dos principais ministérios das Relações Exteriores, e entre esses dois extremos permanece a possibilidade de uma solução negociada, mas, escreve Friedman, "por um curto período". Não está claro quem está manipulando quem mais: Netanyahu , Trump ou o contrário. Sem uma bola de cristal para iluminar o futuro, os principais especialistas em Oriente Médio concordam amplamente sobre as variáveis das quais esse futuro depende e os perigos que cada uma delas representa. (Felipe Sahagún, El Mundo)
"É muito cedo para prever as múltiplas consequências potenciais", ele alerta, mas "entre elas incluo a remota possibilidade de uma série de dominós que termine com a substituição do regime iraniano por um mais decente, secular e consensual, e o risco de toda a região ser consumida pelas chamas com os EUA dentro".
Ambos os cenários estão presentes nas análises e reações dos principais ministérios das Relações Exteriores, e entre esses dois extremos permanece a possibilidade de uma solução negociada, mas, escreve Friedman, "por um curto período". Não está claro quem está manipulando quem mais: Netanyahu , Trump ou o contrário. Sem uma bola de cristal para iluminar o futuro, os principais especialistas em Oriente Médio concordam amplamente sobre as variáveis das quais esse futuro depende e os perigos que cada uma delas representa. (Felipe Sahagún, El Mundo)
Cantos, Risos E Flores Alumiem
Cantos, risos e flores alumiem
Nosso mortal destino,
Para o ermo ocultar fundo, nocturno
De nosso pensamento,
Curvado, já em vida, sob a ideia
Do plutónico gozo,
Cônscio já da lívida esperança
Do caos redivivo.
(Ricardo Reis)
sábado, 14 de junho de 2025
A Frase (149)
A sociedade portuguesa só pode manter-se coesa se, em Portugal, a maioria dos habitantes, independentemente das origens, se identificarem como portugueses, e partilharem história e valores. (Rui Ramos, OBSR)A nossa economia diverge há duas décadas das economias que crescem na Europa. O caos migratório sujeitou-nos, em meia dúzia de anos, a uma das mais bruscas e profundas revoluções sociais da nossa história. Não é para admirar que o 10 de Junho deste ano nos tivesse apanhado tão confusos sobre o nosso passado como sobre o nosso futuro.
A confusão sobre o passado manifestou-se em Belém, no protesto (ou provocação?) de um pequeno número de indivíduos contra a participação do imã da mesquita central de Lisboa na homenagem aos combatentes do Ultramar. Não sei se quem protestou viu no imã uma rendição à moda woke. Se viu, viu mal. (...) A tradicional participação do imã nas homenagens reconhece aqueles que, de crença islâmica, lutaram e morreram por Portugal. Portugal era e é a sua Pátria, mais do que de qualquer nacionalista de internet. Quem protestou não conhece a história de Portugal. (...)
Pela primeira vez, o “sangue” passou a ser o critério da nacionalidade. Só era português quem pudesse provar que descendia de portugueses nascidos na Europa. O objectivo foi impedir os africanos de optarem pela nacionalidade portuguesa, e obterem direito de entrada na antiga metrópole. Mas o decreto gonçalvista correspondia também a um preconceito da esquerda anti-colonial, para quem a ideia de um negro poder e querer ser português não passava de uma ilusão colonialista.
Se em Belém vimos a confusão sobre o passado, em Lagos, nas comemorações do dia de Camões, vimos a confusão sobre o futuro. O Presidente da República resolveu discursar contra a ideia de portugueses “puros”. Como se o problema estivesse num qualquer movimento para determinar o portuguesismo pela cor ou genealogia. Não está. O problema está na imigração maciça, brusca e descontrolada dos últimos anos. A sociedade portuguesa só pode manter-se coesa se, em Portugal, a maioria dos habitantes, independentemente das suas origens, se identificarem como portugueses, falarem português, e partilharem uma história e certos valores. É essa integração que o caos migratório e a distribuição desacautelada da nacionalidade estão a pôr em causa.
A esquerda, para quem em 1975 os portugueses do Ultramar não eram portugueses, acha agora que qualquer recém-chegado a território português tem, só porque desembarcou, direito a ser português. Acontece que ser português não se reduz a um pedaço de plástico para pôr na carteira. Por isso, o Presidente da República não tem razão, quando diz que ninguém é mais português do que o outro. Um português que, seja qual for o seu lugar de nascimento, a nacionalidade dos seus avós, a cor da sua pele ou o Deus a que presta culto, for português por identificação com a história e com os valores consensuais da sociedade portuguesa e por vontade de fazer parte dessa sociedade, será sempre mais português do que quem é português apenas pela conveniência de ter um passaporte que lhe dá o direito de viajar no espaço Shengen.
O futuro de Portugal depende da capacidade de integração da sociedade portuguesa, e não da capacidade de emissão de documentos pela administração pública. Oxalá isto se torne claro antes que as asneiras se tornem irreversíveis.
Se em Belém vimos a confusão sobre o passado, em Lagos, nas comemorações do dia de Camões, vimos a confusão sobre o futuro. O Presidente da República resolveu discursar contra a ideia de portugueses “puros”. Como se o problema estivesse num qualquer movimento para determinar o portuguesismo pela cor ou genealogia. Não está. O problema está na imigração maciça, brusca e descontrolada dos últimos anos. A sociedade portuguesa só pode manter-se coesa se, em Portugal, a maioria dos habitantes, independentemente das suas origens, se identificarem como portugueses, falarem português, e partilharem uma história e certos valores. É essa integração que o caos migratório e a distribuição desacautelada da nacionalidade estão a pôr em causa.
A esquerda, para quem em 1975 os portugueses do Ultramar não eram portugueses, acha agora que qualquer recém-chegado a território português tem, só porque desembarcou, direito a ser português. Acontece que ser português não se reduz a um pedaço de plástico para pôr na carteira. Por isso, o Presidente da República não tem razão, quando diz que ninguém é mais português do que o outro. Um português que, seja qual for o seu lugar de nascimento, a nacionalidade dos seus avós, a cor da sua pele ou o Deus a que presta culto, for português por identificação com a história e com os valores consensuais da sociedade portuguesa e por vontade de fazer parte dessa sociedade, será sempre mais português do que quem é português apenas pela conveniência de ter um passaporte que lhe dá o direito de viajar no espaço Shengen.
O futuro de Portugal depende da capacidade de integração da sociedade portuguesa, e não da capacidade de emissão de documentos pela administração pública. Oxalá isto se torne claro antes que as asneiras se tornem irreversíveis.
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Preventiva para atacantes de adeptos do Porto
- Assis censura posição de Pizarro sobre agressão
- Moçambique. 113 idosos assassinados em cinco meses
- Guimarães. Detido fornecedor "relevante" de droga
- Ivo Vieira é o novo treinador do Tondela
- Piloto declarou "mayday" segundos após descolagem
- Detido suspeito de provocar incêndio no Maia
- Novo Executivo quer criar “incentivo ao trabalho” e impor “solidariedade” a quem recebe o RSI1 Lisboeta regressa de Londres e cria “search fund” Audaz para fazer a compra da sua vida
- Hefesto de gigante britânica é a empresa que mais ações põe nos tribunais em Portugal
- Afinal, de que forma o investimento em Defesa mexe com as finanças públicas?
- Mais-valias imobiliárias e doações. Leia as respostas do consultório financeiro às suas perguntas
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- Governo quer Portugal no top 10 dos países turísticos
- Programa reduz o IRS até ao 8.º escalão, e IRC até 17%
- Portugal desaconselha viagens para Médio Oriente
- Menos licenças prévias, mais fiscalizações à posteriori
- Montenegro promete “combate sem quartel à corrupção
- ”Executivo quer privilegiar a fiscalização a posteriori para acelerar processos de contratação
- PALOP devem aproveitar vantagens e pensar de forma regional, diz Sérgio Pimenta
- Ministério quer rever Lei de Bases da Saúde e Lei de Meios para o SNS
- Programa propõe criar grupo de trabalho para acabar com megaprocessos
- Donald Trump reporta ativos no valor de pelo menos 1,3 mil milhões de euros
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- A (im)possibilidade de um acordo
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- Um dos agentes patogénicos mais notórios do mundo sobreviveu durante séculos. Os cientistas dizem agora que sabem porquê
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- Executivo de Moedas atribuiu dezenas de casas a quem as ocupou. "Ficamos de consciência pesada, mas não temos alternativa"
- Governo israelita avisa que Teerão "vai arder" se forças iranianas continuarem ataques
- Retaliação ou resposta fraca? Irão diz que lançou centenas de mísseis,
- Israel afirma que foram menos de 100
- "Isto pode ser um balão de oxigénio num regime que estava quase moribundo"
- "Seria uma estratégia completamente suicida o Irão agora alargar o conflito"
- Eis o que esperar do desfile militar no dia de aniversário de Trump - e que vai custar 45 milhões de dólares
- Guarda Nacional e fuzileiros nas ruas, protestos a alastrar e uma parada militar no aniversário de Trump. "Mais um passo perigoso rumo ao fascismo"
- "Os EUA não têm mais condições nem vontade política para construir um projeto hegemónico. São um império falido"
- Senadora democrata e o marido mortos a tiro na própria casa
- "Se a Rússia deixar cair o Irão, é sinal de que esta foi a negociação" feita com os EUA.
- "É muito grave para a Europa"
- Imunes e quase indetetáveis. Estes drones estão a revolucionar a guerra e a mudar a paisagem na Ucrânia
- Programa do Governo prevê maior flexibilidade no gozo de férias por iniciativa do trabalhador
A Frase (148)
Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos - Rompeu a tradição histórica ao enviar a Guarda Nacional para Los Angeles sem o aval do governador da Califórnia que já acusou Trump de “descarado abuso de poder” e acionou a justiça para bloquear a ação de milhares de militares. Os protestos contra a política anti-imigração são um alerta para os países que piscam o olho ao populismo. A democracia está sob assalto diante dos nossos olhos. (Lígia Simões, JEconómico)
Esperança ...
A esperança é a poesia da dor,
é a promessa eternamente suspensa diante dos olhos
que choram e do coração que padece.
(Paolo Mantegazza)
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