Fazer parar o giro sobre si
Do vácuo pensamento, pôr a roda
Em movimento sobre a terra escura
Poção que por magia de bebê-la
A dormente vontade em mim disperte
De viver… (...)
(Ricardo Reis)
A ode de Ricardo Reis (heterónimo de Fernando Pessoa) começa com o verso «Fazer parar o giro sobre si». Esta passagem reflete a angústia e o desejo de controlo face à vertigem da existência.

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