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domingo, 28 de outubro de 2012
Imaginação E Não Baixar Os Braços
Escavação ...
sábado, 27 de outubro de 2012
Refundação ?! Uma Esperança ?
Pedro Passos Coelho afirmou neste sábado ser necessário uma “refundação” do programa de ajustamento com a troika que permita fazer “uma profunda reforma do Estado”.E acrescentou, que para alguns “ficou implícito que uma reforma mais profunda do Estado” poderia ser feita depois do cumprimento do programa de ajustamento, mas que não é “Não é verdade”.
Salientou então que para cumprir esta reforma é necessária uma “refundação, não uma negociação” do programa de ajustamento da troika, desafiando, ainda que de forma indirecta, o PS a participar na tal “refundação”, salientando que ela deve "comprometer todos aqueles que assinaram ou negociaram o memorando de entendimento".
Ficámos, naturalmente sem perceber muito bem o que PPC entende por "Refundação". O que parece, assim à primeira leitura, é que chegaram à conclusão que o programa em curso é desajustado em relação aos objectivos que se pretendia atingir, e que só um novo programa baseado na realidade efectiva pode levar à inversão do caminho perigoso que actualmente estão a seguir.
Se esta interpretação estiver correcta, e se os outros se(s) ( troika,CDS,PSD,PS) acordarem, talvez possamos ter alguma esperança...
Angústia ...

Quando o cinzento céu, como pesada tampa,
Carrega sobre nós, e nossa alma atormenta,
E a sua fria cor sobre a terra se estampa,
O dia transformado em noite pardacenta;
Quando se muda a terra em húmida enxovia
D'onde a Esperança, qual morcego espavorido,
Foge, roçando ao muro a sua asa sombria,
Com a cabeça a dar no tecto apodrecido;
Quando a chuva, caindo a cântaros, parece
D'uma prisão enorme os sinistros varões,
E em nossa mente em frebre a aranha fia e tece,
Com paciente labor, fantásticas visões,
- Ouve-se o bimbalhar dos sinos retumbantes,
Lançando para os céus um brado furibundo,
Como os doridos ais de espíritos errantes
Que a chorrar e a carpir se arrastam pelo mundo;
Soturnos funerais deslizam tristemente
Em minh'alma sombria. A sucumbida Esp'rança,
Lamenta-se, chorando; e a Angústia, cruelmente,
Seu negro pavilhão sobre os meus ombros lança!
Charles Baudelaire
Possibilidade De Atribuição De Subsídio De Desemprego A Pequenos E Médios Comerciantes ...
... E Empresários Confrontados Com Situação De Desemprego
Pedro Mota Soares está a negociar com os parceiros sociais uma medida pensada para ajudar os pequenos e médios comerciantes e empresários confrontados com uma situação de desemprego e que não têm qualquer protecção social. A legislação para atribuição de subsídio de desemprego a pequenos e médios comerciantes deverá estar pronto até ao final do ano.
Fonte: A Bola
Pedro Mota Soares está a negociar com os parceiros sociais uma medida pensada para ajudar os pequenos e médios comerciantes e empresários confrontados com uma situação de desemprego e que não têm qualquer protecção social. A legislação para atribuição de subsídio de desemprego a pequenos e médios comerciantes deverá estar pronto até ao final do ano.
Fonte: A Bola
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Não É O Povo Que Não Os Respeita - São Eles Que Se Desacreditam.
... Deputados Insultados, Agredidos e Ameaçados, Fora E Dentro Do Parlamento.
Hoje é comum dizer «não há respeito pela classe política».
E é frequente ouvir os políticos queixarem-se disso.
Mas, como é possível os políticos o povo respeitar os políticos se são estes os primeiros a desrespeitarem-se ? - pergunta, e muito bem, hoje, no SOL, José António Saraiva.
Se os líderes se atacam em público em termos chocantes, se se agridem no Parlamento chamando uns aos outros «mentirosos», «incompetentes», «desonestos», falando mesmo em «roubos», como podem os cidadãos respeitá-los?
Não é o povo que não os respeita - são eles que se desacreditam.
Até o deputado JLF,dos Verdes,depois de avisado pela segurança do Parlamento de que o melhor era não sair, (vários carros tinham já sido atacados a murros e pontapés) foi jantar e voltou às 23h, a situação ainda não era segura, deixou o carro na AR e foi para casa de transportes públicos.
Fonte:J SOL
Hoje é comum dizer «não há respeito pela classe política».
E é frequente ouvir os políticos queixarem-se disso.
Mas, como é possível os políticos o povo respeitar os políticos se são estes os primeiros a desrespeitarem-se ? - pergunta, e muito bem, hoje, no SOL, José António Saraiva.
Se os líderes se atacam em público em termos chocantes, se se agridem no Parlamento chamando uns aos outros «mentirosos», «incompetentes», «desonestos», falando mesmo em «roubos», como podem os cidadãos respeitá-los?
Não é o povo que não os respeita - são eles que se desacreditam.
Até o deputado JLF,dos Verdes,depois de avisado pela segurança do Parlamento de que o melhor era não sair, (vários carros tinham já sido atacados a murros e pontapés) foi jantar e voltou às 23h, a situação ainda não era segura, deixou o carro na AR e foi para casa de transportes públicos.
Fonte:J SOL
Saiba Quanto Poderá Custar À Grécia Mais Dois Anos De Ajuda
Fontes do Wall Street Journal Europe revelaram que a extensão de dois anos do programa de ajuda à Grécia, de 2014, para 2016, requer 30 mil milhões de euros adicionais. Essa extensão e a dívida adicional faria subir o rácio dívida pública em relação ao PIB para 140% em 2020. Os credores oficiais (CE/BCE/FMI) não chegaram contudo a acordo sobre a concessão desses 30 mil milhões adicionais.
Fonte:Expresso
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Berlim Cada Vez Mais A Insistir Numa Europa Mais Alemã
Embora Berlim tenha descartado deliberadamente as armadilhas do poder imperial, a verdade é que tem vindo a assumir-se como a capital de facto da União Europeia (UE). As principais instituições europeias estão sediadas em Bruxelas, no entanto, as decisões chave são tomadas na capital alemã.Será que a Grécia vai sair da zona euro? Em última instância, será a Alemanha a decidir. Será que os políticos europeus vão apoiar novos resgates à Europa do Sul? Os debates cruciais para o futuro da UE terão lugar no Bundestag, em Berlim, e não no Parlamento Europeu. Com quem é que os líderes do FMI discutem a crise do euro? Com o governo alemão e o Banco Central Europeu (BCE), sediado em Frankfurt, e não com a Comissão Europeia.
Esta mudança de poder - de Bruxelas para Berlim - foi acelerada pela crise na zona euro. A chanceler alemã, Angela Merkel, tornou-se, na sequência da crise na zona euro, no líder europeu com maior peso político. Por razões distintas, os líderes das restantes grandes nações europeias apresentam-se em Bruxelas numa posição fragilizada.
Por razões históricas óbvias, a Alemanha do pós-guerra nunca procurou um papel dominante na Europa. Depois da reunificação, o lema era uma "Alemanha europeia, não uma Europa alemã".(Excertos de um artigo de Gideon Rachman,JNegócios)
Pois, era, mas já foi ...
Berlim cada vez mais defende abertamente a 'necessidade' de uma Europa "mais alemã" e pelo vistos há mais quem queira seguir o guião. Fiem-se na virgem e não corram, que é como quem diz - deixem correr e não se unam para tentar salvar a suposta UE; quando acordarem podem ter de defrontar uma dura realidade.
Última Hora: O PR dá posse na sexta-feira a Novos Secretários de Estado
Manobras De Diversão De Merkel Até às Eleições Enquanto A 'Pobre' Europa Espera E Desespera. Em Ponto Morto
A união bancária lá voltou para as calendas...Isto deve-se - não tanto como se tem dito - ao domínio alemão, mas sobretudo à incapacidade geral para lidar com ele: incapacidade sobretudo estratégica e sobretudo francesa. Apesar das promessas e dos esforços de François Hollande, o balanço da mudança é, convenhamos, decepcionante: a França acabou por adoptar o tratado orçamental sem as alterações tão reclamadas, o imperativo de crescimento caiu numa adenda subalternizada, as demais sugestões do Presidente francês foram mais ou menos delicadamente ignoradas.
Se o seu programa era o que ele enunciou na entrevista conjunta que deu a vários órgãos de informação na véspera deste Conselho Europeu - nomeadamente o de se resolverem prioritariamente as situações mais explosivas da Zona Euro, e o de se assumir uma Europa a duas velocidades -, é difícil tirar outra conclusão que não seja a do seu malogro.
O que este Conselho Europeu claramente mostrou foi que Angela Merkel domina a economia, a estratégia e o calendário. E tudo, agora, com um único objectivo: o da sua reeleição no outono do próximo ano.
Até lá, só são de esperar manobras de diversão.
Manuel Maria Carrilho,"Mudar de vida",DN
Não Nos Livramos Do Monstro Tão Cedo ...
O FMI avança que o esforço da consolidação está agora "predominantemente baseado na receita" e apela a que o Governo defina de forma "célere" o plano de cortes de despesa no valor de 4 mil milhões de euros para "reequilibrar" o ajustamento.
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