Pesquisar neste blogue

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A Noite Caiu ...


Utopia ...

A noite caiu sem manchas e sem culpa.

Os homens tiraram as máscaras de bons actores.

Findou o espectáculo. Tudo o mais é arrabalde.

No alto, a utópica lua, vela comigo
e sonha inutilmente com a verdade das coisas.

- Noite! Deixa-nos também dormir...

Fernando Namora 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A Verdade É A Coisa Mais Poética Do Mundo ...

Nós já esquecemos completamente o axioma de que que a verdade é a coisa mais poética no mundo, especialmente no seu estado puro. Mais do que isso: é ainda mais fantástica que aquilo que a mente humana é capaz de fabricar ou conceber... de facto, os homens conseguiram finalmente ser bem sucedidos em converter tudo o que a mente humana é capaz de mentir e acreditar em algo mais compreensível que a verdade, e é isso que prevalece por todo o mundo. Durante séculos a verdade irá continuar à frente do nariz das pessoas mas estas não a tomarão: irão persegui-la através da fabricação, precisamente porque procuram algo fantástico e utópico.

Fiodor Dostoievski

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Esta É A Realidade ...

Estamos em pré-campanha e rapidamente chegará o tempo das propostas, que precisam de ir para lá da contabilidade pública. Façamos valer o nosso poder, dando mais atenção aos partidos que apresentarem propostas sobre o modelo de sociedade que pretendem para Portugal.

Isso inclui propostas estruturais de combate à pobreza, educação pública, saúde pública, segurança social, justiça, organização territorial...

Não podemos cair na ilusão de que tudo pode ser conseguido sem cuidar de saber que preço é preciso pagar por cada uma das opções que fizermos.

Governar é fazer opções, eleger governos também. Nenhum país se governa com impostos baixos e assistência do Estado máxima, nem como está, com impostos altos e assistência baixa. Estamos a pagar o facto de nunca termos sido suficientemente exigentes com quem nos governa ou nos quer governar.

Se queremos algo diferente, convém que queiramos igualmente fazer parte da solução. Para isso temos de estar informados sobre quanto custa cada uma das nossas opções. E decidir o que estamos dispostos a pagar.

Paulo Baldaia, DN

sábado, 7 de fevereiro de 2015

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Sobre O Encontro De Hollande, Merkel E Putin ...

Sem Acordo,

Após cinco horas de reunião, o presidente francês e a chanceler alemã deixaram o Kremlin sem qualquer acordo. O porta-voz de Putin afirmou apenas terem sido "negociações construtivas" com vista à aplicação do acordo de Minsk, e voltarão a falar amanhã, agora por telefone.

Mais pormenores sobre o plano em discussão aqui.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Merkel E Hollande 'Correm' Contra O Tempo ...

A chanceler alemã, Angela Merkel, e o Presidente francês, François Hollande, esta quinta-feira viajaram para Kiev e esta sexta deslocam-se a Moscovo – para apresentarem uma nova proposta de paz na Ucrânia – estão a jogar aquela que pode ser uma das últimas cartadas diplomáticas para evitar um agravamento da guerra.

Aquela que será a mais ambiciosa acção diplomática para tentar pôr fim ao conflito coincide com um agravamento da situação no terreno e com o aumento da pressão de senadores norte-americanos para o fornecimento de armas ao Exército ucraniano, que tem sido obrigado a recuar no Leste.
“O tempo urge ... (continue a ler aqui)

Notícias Soltas ...



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Era Só O Que Faltava ..

Um grupo de generais e almirantes na reforma resolveu constituir uma associação para lutar contra o “definhamento” do país. O presidente do denominado Grupo de Reflexão Estratégica Independente (GREI), almirante Melo Gomes, garante que o objectivo desta nova organização é contrariar esse “definhamento” de Portugal com propostas sobre segurança, mas também a nível económico e social.(continuar a ler aqui)

É Isto ...

  • Enquanto confundirmos causas com consequências não vamos longe. Enquanto atribuirmos a responsabilidade exclusiva da dor à terapia, esquecendo que antes desta houve uma doença grave, nunca a conseguiremos erradicar.
Os erros da cura, que os há, devem obviamente ser corrigidos. Mas se ao mesmo tempo não corrigirmos as práticas que levaram à doença não iremos longe.
As baterias estão todas apontadas para a austeridade e para a dívida. É a mensagem mais fácil de passar, é o argumento que todos entendem e "compram". Até parece que há cinco anos vivíamos num mar de rosas, em economias florescentes, dinâmicas, sustentáveis, com Estados de dimensão comportável e com níveis de despesa pública que os contribuintes podiam suportar sem sufoco.

Paulo Ferreira, Económico