Mark Twain
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quarta-feira, 30 de março de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
Orçamento Do Estado Vai Entrar Em Vigor Amanhã
O primeiro-ministro, António Costa, afirmou esta terça-feira, durante a sessão de lançamento do Programa Nacional de Reformas, no Centro de Congressos de Lisboa, que o Orçamento do Estado para 2016 vai entrar vigor na quarta-feira.Até às 17 horas, o Orçamento do Estado para 2016 ainda não tinha sido publicado em Diário da República.
Fonte: JN
Acha Que O Seu DNA É Inteiramente Humano? Não Tenha Tanta Certeza. Ora Leia ...

Uma nova descoberta sugere que nosso DNA é ainda "menos humano" do que se acreditava até agora.
Dezenove novos pedaços de DNA não-humano - deixados por vírus que infectaram nossos antepassados centenas de milhares de anos atrás - foram encontrados escondidos entre os nossos próprios genes
Cientistas já sabiam há algum tempo que parte do genoma humano não era nosso de verdade, mas de invasores – vírus, que haviam inserido seu código em nossas células, marcas de um passado de infecções de milhões de anos atrás, de nossos ancestrais.
Embora o mecanismo que o vírus use para inserir-se no nosso genoma já seja conhecido, a pergunta que os cientistas queriam responder é como é que eles conseguiram ter tanto sucesso nesta empreitada, a ponto de cerca de 8% do nosso código genético ser viral.
Como o genoma humano ficou repleto de DNA viral
Retrovírus, como o HIV, conseguem replicar seu código genético ao inserir o mesmo no DNA de um hospedeiro. Toda vez que a célula se replicar, ela vai replicar o código do vírus também. São chamados Retrovírus Endógenos ou ERVs.
Para entrar na célula, o vírus precisa de uma capa de proteínas, que é codificada por um gene chamado de “env”. Quando o vírus perde sua capa, ele fica preso na célula. Ele pode se replicar indefinidamente, mas não pode infectar outras células.
Entretanto, os cientistas descobriram que, ao perder o env, os vírus se tornaram superreplicadores, e, ao mesmo tempo que não conseguem conquistar novas células, podem se tornar os “senhores” da célula que infectaram.
A pesquisa foi feita em um tipo especial de ERVs, os assim chamados IAPs. Alguns tem o gene “env”, outros têm o gene degenerado, e outros não têm o gene. Esta perda não é o resultado da degeneração que ocorre com o tempo, por que em alguns casos o gene “env” foi perdido e o resto do código genético permaneceu intacto.
A análise dos IAPs de 18 diferentes espécies de animais descobriu que os que perderam o “env” são os mais abundantes. Mas esta tendência não se resume aos vírus IAPs: ao expandir a pesquisa para o genoma de 38 mamíferos, incluindo ratos, morcegos, elefantes e outros, foi descoberto que outras famílias de vírus apresentam o mesmo perfil. Os vírus invadem o genoma, perdem a capacidade de se espalhar para outros genomas, e passam a se espalhar dentro daquele genoma.
É como uma epidemia em um único genoma. E prossegue por milhões de anos. E esta não é só uma metáfora, já que as 20 famílias mais comuns respondem por 80% das sequências totais. Esta é uma distribuição notável, por que a regra dos 20/80 é conhecida da epidemiologia, onde os 20% mais infecciosos indivíduos respondem por 80% das transmissões.
Mas por que a simples perda de um gene faria tanta diferença? Talvez o “env” prejudique a saúde do hospedeiro, e, ao perder o gene, o vírus ganhe um hospedeiro com maior longevidade, e mais chances de ser passado para as próximas gerações.
Ou talvez a disseminação dentro de um genoma seja uma forma mais eficiente do vírus se copiar. Ele não vai precisar de adaptações para sobreviver fora das células ou evitar as defesas naturais.
Seja lá o que for, deu ao vírus uma capacidade muito maior de disseminação, e permitiu causar uma infecção que já dura 100 milhões de anos, é passada de uma geração a outra, e que talvez o hospedeiro nunca desenvolva uma resistência . [ScienceDaily PNAS]
segunda-feira, 28 de março de 2016
Estas São As Frases ...
[A propósito de TV Marcelo no país estúdio]
Já tivemos o Portugal profundo, o país real, o país a duas velocidades, o país europeu, o país ultramarino… agora temos o país estúdio. Entretanto a vida corre nos bastidores e nas ruas. Um dia o cenário do país estúdio virá abaixo.
Helena Matos, OBS
Marcelo quer evitar ser mais um elemento de fricção. É um papel que desempenha como ninguém quando quando as decisões são pacíficas, como acontece com esta a promulgação do Orçamento. O verdadeiro teste virá quando tiver que tomar posição a sério sobre um assunto. Aí, esta leveza poderá ser insustentável.
Paulo Ferreira OBS
Marcelo Vive A Pisar O Limite Das Funções Da Presidência
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| De: Alexandre Homem Cristo |
Só com um primeiro-ministro dependente de si e fragilizado pela ausência de uma vitória eleitoral é que um presidente consegue ter tamanha influência nas opções da governação. Ou seja, Marcelo só põe o pé em território da competência do governo porque pode – Costa depende dele e não tem condições para lhe fazer frente. Uma situação que acabaria, por exemplo, caso novas eleições legislativas tivessem um vencedor claro e com maioria absoluta. Mas Marcelo não quererá que acabe, pelo que não haverá eleições tão cedo. Habituem-se, portanto, à “geringonça” – ela está para durar. ... [Pois - se, e enquanto, os companheiros BE e CDU também estiverem pelos ajustes]
domingo, 27 de março de 2016
sábado, 26 de março de 2016
Este É O País Do Improviso ...
Um privado comprou por 190 mil euros o edifício que dá acesso à emblemática Torre da Alfândega, em Guimarães, onde está a inscrição "Aqui nasceu Portugal". A câmara tinha o direito de compra mas não o exerceu. E agora que o negócio, feito há dois anos, foi revelado pela CDU e caiu nos jornais, a autarquia tem de improvisar para resolver o embaraço. Portugal no seu melhor.Ao que parece, nem foi por razões de poupança que a câmara de Guimarães deixou de exercer a opção de compra do edifício, vendido por uma ninharia, no verão de 2014, a um empresário de Famalicão pela família do artista plástico José de Guimarães. Terá sido por não saber que no prédio se encontrava a entrada de acesso público à Torre da Alfândega, "por falha na inscrição no registo predial", segundo disse ao Expresso uma fonte camarária.
Por caricato que possa parecer tal desconhecimento, não se afigura outra razão, dado que ainda agora foram aprovadas pela câmara obras no valor de 14,2 milhões de euros para o Teatro Jordão, que deverá receber a Escola de Artes da Universidade do Minho. Em comparação, a aquisição do edifício em causa pôde fazer-se por uns "míseros" 190 mil euros. E a família de José de Guimarães até teve de baixar o preço para conseguir vender.(continuar a ler)
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