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quinta-feira, 30 de junho de 2016

PORTUGAL NAS MEIAS-FINAIS

Fotos, cortesia do Record
Portugal bateu a Polónia nos penaltis.Só mesmo o futebol para trazer alguma alegria aos portugueses.

Assim Vai Este País ...

Desconcerto ...

O ministro das Finanças admite que a conjuntura internacional obrigue a revisões sobre este ano. O primeiro-ministro fala em “contas certas”.
Visões diferentes sobre a economia de 2016
Contradições entre Costa e Centeno

Helena Garrido: A probabilidade de Portugal ter de pedir um novo apoio financeiro vai subindo a cada dia que passa. Schäuble poderia até ter acrescentado mais argumentos para mostrar os riscos que Portugal enfrenta.
 Marcelo: O Presidente da República relativizou esta quarta-feira as declarações do ministro das Finanças alemão, depois corrigidas, sobre um eventual segundo resgate a Portugal, considerando que fazem parte da “pressão política” que costuma anteceder decisões europeias.

As Melhores Coisas Da Nossa Existência, Na Verdade, Nunca São Coisas. São Momentos ...

«As melhores coisas de nossa existência, na verdade, nunca são coisas: são momentos, lições, lembranças, são abraços intensos debaixo da chuva e emoções que arrepiam nossa pele, palavras sussurradas ao pé do ouvido.

Uma das premissas que definem a psicologia positiva é a eterna questão de como ser mais feliz. Martin Seligman, o maior representante dessa tendência e célebre psicólogo famoso antes de tudo pelos seus trabalhos sobre depressão e o desamparo aprendido, ensina-nos que um modo de conseguir a felicidade é mediante o comprometimento. Seria essa a capacidade para alcançarmos os aspectos mais positivos e simples da vida tais como sonhar, abraçar e rir…
As melhores coisas dessa vida são de graça e não podem ser vistas, porque as oferecemos e as sentimos com os olhos fechados: beijar, abraçar, sonhar…
Por mais curioso que seja, nem sempre é fácil darmos-nos conta de como esse tipo de acto tão simples enriquece a nossa alma. Às vezes perdemos o rumo de tal modo que no final acabamos construindo uma vida em que não somos felizes de verdade. Nós mesmos criamos nossas próprias prisões e cenários em que perdemos o valor das coisas mais simples, das coisas mais autênticas…»

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Esta É A Frase ..

«Adoro quando Catarina faz voz grossa e imagino o pânico de Merkel – um Tuguexit!
Uma das consequências maçadoras do Bloco de Esquerda fazer parte da solução de governo inventada por António Costa é sermos obrigados a levar a sério aquilo que Catarina Martins propõe. Antigamente, os congressos do Bloco eram uma breve notícia que líamos ensonados nos diários de segunda-feira. Agora dão origem a várias páginas nos jornais e directos nas televisões.»

João Miguel Tavares, Público

E mais à frente João Miguel Tavares opina sobre a razão da saída dos ingleses:

Os ingleses não votaram pela saída porque os portugueses sofreram muita austeridade. Votaram “leave” por quererem mais soberania, mais controlo de fronteiras, mais foco nos seus problemas e menos países – como Portugal, Espanha ou Grécia – a chatear. Convém recordar que foram ingleses que inventaram a sigla PIIGS. O problema da União Europeia é precisamente esse: a incapacidade em conciliar interesses contraditórios. E dá-se o notável fenómeno de os pobres países torturados do Sul quererem com toda a força permanecer na União – até os gregos! E os países ricos do Norte, esses torturadores, começarem a querer dar à sola. Explica lá isto, Catarina. 

A Pedra ...

O distraído tropeçou nela.
O violento utilizou-a como projéctil.
O empreendedor usou-a na construção.
O camponês cansado utilizou-a como assento.
Para as crianças  foi um brinquedo.
Davi matou Golias com ela e Miguel Ângelo transformo-a na mais bela escultura.
Em todos os casos, a diferença nunca esteve na pedra, e sim no homem.
Não existe pedra no seu caminho que você
não possa usar para seu conhecimento

terça-feira, 28 de junho de 2016

Exigir Fotocópia Do Cartão De Cidadão Vai Dar Multa

 A reprodução de Cartão de Cidadão alheio sem consentimento do seu titular vai passar a ser uma contraordenação, o que significa que, acontecendo, dará lugar a uma coima que poderá ir de 250 a 750 euros. Esta é uma das principais alterações à Lei do Cartão de Cidadão (CC) uma iniciativa do Governo que está a ser discutida no Parlamento e que já mereceu elogios por parte da Comissão nacional de Protecção de Dados (CNPD): trata-se de uma medida  que poderá prevenir e evitar casos de clonagem de cartões e usurpação de identidade.

Segundo a lei, além de não ser possível a retenção ou conservação do CC por terceiros – por exemplo, quando se identifica numa portaria de uma empresa, s e lhe pedem para deixar um documento, nunca poderá ser o CC – também não é possível a reprodução "em fotocópia ou em qualquer outro meio" sem o "consentimento do titular".

Recentemente, numa ida à Comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques reconhecia que são os próprios organismos públicos a dar o mau exemplo. A ministra admitiu que pode até ser "uma questão de cultura", mas considerou incompreensível que sejam pedidos, por exemplo, comprovativos de morada, como um recibo de electricidade, quando a morada actualizada está na informação contida no ‘chip’ do cartão. Na prática, os cidadãos ou são "obrigados" a autorizar a fotocópia ou a entrar num braço-de-ferro com o funcionário. Com a ameaça de uma coima, a situação será diferente, acredita o Governo

Saber mais aqui.

Notícias Soltas ...


A Magia ...


«Magia é segredo, é sagrada - É arte.»

" A Magia permite a circulação entre o visível e o invisível."

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Como Juntar Liberdade De Expressão, Mídias Sociais E Verdade? (3)

3 - Política pós-verdade
Outro termo que os especialistas cunharam ao pensar esta situação é "política pós-verdade", para descrever o quadro no qual o direito à liberdade de expressão se transformou na capacidade de dizer e espalhar qualquer coisa, não importando quão tola ou perigosa ela seja.
O mundo ocidental já viveu isso antes. Quando a impressão se tornou amplamente disponível, em 1600, houve um boom na panfletagem, com publicações muitas vezes denunciando inimigos políticos e sociais em termos mordazes e caluniosos. A guerra civil inglesa e a guerra da independência dos EUA tiveram na panfletagem um elemento fomentador essencial.
Será que estamos na iminência de uma "revolução dos políticos"?
A ideia de que a fusão da tecnologia e da mídia possa ter resultados revolucionários - desta vez uma revolução liderada pelos políticos, e não pelos proletários - é alarmante para os conservadores e para aqueles que preferem ostatus quo. Talvez por isso, em várias partes do mundo tem havido apelos para que os novos titãs da mídia sejam controlados e devam se submeter a legislações específicas.
De fato, as mídias sociais não podem continuar se esquivando de suas responsabilidades. Mas a resposta final pode não estar em policiar as mídias sociais em busca de mentiras e meias-verdades, mas em acabar com as bolhas de filtragem e conversar com aqueles que discordam de nós. Porque precisamos que a democracia seja mais do que apenas um concurso de popularidade

Esta É A Frase ...

Os referendos com que o PASOK e o Syriza jogaram na Grécia deram ideia que nunca nada aconteceria. A “crise do sistema” era pouco mais do que um divertimento mediático. Com o Brexit, viu-se pela primeira vez que algo podia acontecer. Talvez a sanidade não tenha voltado ao continente. Mas a partir da semana passada, a loucura passou a ter um preço.

Rui Ramos,OBSR