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terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Ser Livre ...
«Ser livre é desenvolver um senso de justiça incomum, viver por si e mesmo assim não desistir de ver a felicidade estampada do ser comum que infelizmente precisa viver aos modos do sistema. Ser livre é proteger a sua emoção, recomeçar sempre que precisar e não temer o passado de jeito algum. Quem dera todos pudessem ter essa chance e viver em paz, com fé e sabedoria que somente sozinho se adquire, lidando com a solidão e a conquista do que sempre se quis.»
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Marcelo Da Excepção À Regra ...
Luís Castro Mendes, que inexistia como ministro da Cultura (o próprio ministério inexiste praticamente há 16 anos), esfumou-se definitivamente por entre as brumas teatrais por obra e graça de Marcelo.Não sei se o chefe de Estado se deu conta, mas aquele instante abriu um precedente político. A partir de agora, os agentes culturais ou outros, individuais ou colectivos, privados ou públicos (e Deus e as finanças sabem como são ávidos de apoios e subsídios, mesmo os mais "independentes") sentem-se autorizados a vergar os concursos que não lhes agradem. Ou, mesmo sem concursos, a recorrer ao PR para tentar obter a sua "excepçãozinha".
Com a ideia generosa de "excepção", Marcelo abriu portas para uma "regra". É melhor Costa ir-se habituando.
João Gonçalves, JN
Quando A Verdade Se Manifesta Na Pureza Do Silêncio
domingo, 18 de dezembro de 2016
É Um Sentimento Geral Que A Democracia Está Em Risco
E está em risco porquê? Porque a ditadura atrai o cidadão comum na razão inversa da insegurança. Como sempre acontece nos países pobres, os portugueses põem a segurança acima de qualquer valor. Daí a atracção pelo funcionalismo (inamovível) e a desconfiança do emprego privado (por definição, imprevisível). Mas também, e apesar de tudo, pela ordem tradicional. O indígena, que vive na miséria ou perto dela, precisa de acreditar na estabilidade da família, do emprego, da reforma e da assistência médica; precisa de ver os filhos bem “encaminhados”; e os ladrões na cadeia. Numa palavra, precisa de acreditar na autoridade e hoje basta ligar a televisão para constatar que a autoridade democrática dia a dia se desfaz. O Estado faliu, os banqueiros faliram (ou andam lá perto), o desemprego continua, as criancinhas do 5.º ano de escolaridade vão ser instruídas nas realidades do aborto e da contracepção, o PC e o Bloco proclamam a urgência de tornar Portugal numa espécie de Albânia e o governo vive da mão para a boca. No meio disto, naturalmente, o cidadão treme e, no fundo, começa a pensar que a sua paz de espírito vale um pouco de tirania. Não vale. Mas cada vez mais parece que vale. Salazar não chegou onde chegou, senão por isso. E não lhe custou muito.
Pode continuar a ler o diário de Vasco Pulido Valente,hoje no OBSR
Pode continuar a ler o diário de Vasco Pulido Valente,hoje no OBSR
Leiam
Nem menciono os cidadãos de origem portuguesa hospedados em cadeias venezuelanas por razões políticas. Mas sabem dos três enviados da SIC e do Expresso presos em Cuba sem razão aparente? Provavelmente, não, já que por cá o assunto mereceu atenção idêntica à dedicada ao campeonato paquistanês de críquete. De qualquer modo, o PSD, com a escassa moral que lhe resta após tolerar o lamento parlamentar por Fidel, apresentou um voto de protesto contra o sucedido. O voto mereceu o apoio do CDS, a oposição do PCP e a abstenção de PS e BE. É como defender a "causa" homossexual enquanto se venera a Palestina: os famosos "direitos humanos" terminam logo que começa a afinidade ideológica. Para o que importa, os eleitores radicalmente distraídos ficam então informados de que a maioria dos seus representantes na AR acha muitíssimo bem, ou pelo menos não se importa, que jornalistas sejam detidos à toa. Também convinha que alguém informasse os jornalistas.
Aberto Gonçalves, DN
Enfim é o que temos neste momento e que muitos portugueses aplaudem.
Boa Noite !
sábado, 17 de dezembro de 2016
Treinar O Cérebro É A Melhor Maneira De Ultrapassar Dependências
Uma neurocientista conhecida por suas pesquisas sobre dependência de álcool e de açúcar defende que a capacidade intelectual, e não exatamente a força de vontade, é a chave para viver de forma saudável e evitar o ganho descontrolado de peso.
"O nosso cérebro responde ao stresse de uma maneira primitiva, mas é possível ignorá-lo.
"Há evidência esmagadora de que, para muitas pessoas que tentam perder peso através de dietas, elas rapidamente recuperam o peso. As dietas podem, de facto, tornar-nos mais gordos e mais stressados. Isto acontece porque nós ignoramos o nosso cérebro, que dirige silenciosamente o nosso comportamento como se ainda fossemos seres humanos ancestrais vivendo em condições pré-históricas.
"O mesmo se aplica aos comportamentos viciantes. Quando nós estamos stressados, o nosso cérebro procura prazer, e este é o problema," defende a professora Selena Bartlett, da Universidade de Tecnologia de Queensland (Austrália).
A teoria é controversa, por deixar de lado qualquer referência à mente ou aos aspectos emocionais. Como é comum no campo das neurociências, a teoria de Bartlett é que a resposta para tudo está no "cérebro" - é como se cada pessoa tivesse uma entidade separada que a controlasse, uma entidade chamada cérebro, que quase parece ter uma consciência autónoma.
Nessa linha, Bartlett defende que "o cérebro desenvolveu-se em complexidade conforme os seres humanos evoluíam", e isso teria ocorrido em três secções distintas - sobrevivência, emocional e racional.
"A secção sobrevivência do cérebro controla os batimentos cardíacos, a respiração e mantém-nos vivos. A secção emocional, em particular a amígdala, protege-nos do perigo instigando uma resposta de 'lutar ou fugir', enquanto a secção racional dirige as nossas funções como controle dos impulsos, planeamento e tomada de decisão.
"No actual mundo stressante de trabalho, finanças, relacionamentos, cuidar dos filhos e de outras responsabilidades, o corpo libera hormonas do stresse, como o cortisol. Ao longo do tempo, as hormonas do stresse reduzem significativamente o número de sinapses no cérebro. Isto, por sua vez, impacta o nosso cérebro racional e pode reduzir o controle dos impulsos.
Como lidar com seu cérebro
A professora Bartlett prossegue afirmando que suas pesquisas mais recentes mostram que o açúcar aumenta um neuroquímico que se liga aos receptores nicotínicos no cérebro da mesma forma que o álcool e a nicotina. Esta também é uma ideia controversa, com outros investigadores reconhecem que comer vicia,mas açucar e gordura não são drogas. Para a professora Bartlett, contudo, o consumo regular de açúcar, álcool e nicotina alteram o cérebro, levando à necessidade de consumir cada vez mais para sentir o mesmo nível de prazer.
"Assim como o álcool e a nicotina, uma diminuição súbita no consumo de açúcar vai levar a sintomas de abstinência e vícios. Para superar isso precisamos neutralizar o cérebro primitivo. Quando o cérebro racional está no comando, a perda de peso sustentável é possível," afirma ela.
E a neurocientista lista algumas técnicas para que as pessoas possam encarar seus próprios cérebros e "desafiar suas programações ancestrais":
"O nosso cérebro responde ao stresse de uma maneira primitiva, mas é possível ignorá-lo."Há evidência esmagadora de que, para muitas pessoas que tentam perder peso através de dietas, elas rapidamente recuperam o peso. As dietas podem, de facto, tornar-nos mais gordos e mais stressados. Isto acontece porque nós ignoramos o nosso cérebro, que dirige silenciosamente o nosso comportamento como se ainda fossemos seres humanos ancestrais vivendo em condições pré-históricas.
"O mesmo se aplica aos comportamentos viciantes. Quando nós estamos stressados, o nosso cérebro procura prazer, e este é o problema," defende a professora Selena Bartlett, da Universidade de Tecnologia de Queensland (Austrália).
A teoria é controversa, por deixar de lado qualquer referência à mente ou aos aspectos emocionais. Como é comum no campo das neurociências, a teoria de Bartlett é que a resposta para tudo está no "cérebro" - é como se cada pessoa tivesse uma entidade separada que a controlasse, uma entidade chamada cérebro, que quase parece ter uma consciência autónoma.
Nessa linha, Bartlett defende que "o cérebro desenvolveu-se em complexidade conforme os seres humanos evoluíam", e isso teria ocorrido em três secções distintas - sobrevivência, emocional e racional.
"A secção sobrevivência do cérebro controla os batimentos cardíacos, a respiração e mantém-nos vivos. A secção emocional, em particular a amígdala, protege-nos do perigo instigando uma resposta de 'lutar ou fugir', enquanto a secção racional dirige as nossas funções como controle dos impulsos, planeamento e tomada de decisão.
"No actual mundo stressante de trabalho, finanças, relacionamentos, cuidar dos filhos e de outras responsabilidades, o corpo libera hormonas do stresse, como o cortisol. Ao longo do tempo, as hormonas do stresse reduzem significativamente o número de sinapses no cérebro. Isto, por sua vez, impacta o nosso cérebro racional e pode reduzir o controle dos impulsos.
"Seja compreensivo com seu cérebro - ele é um órgão ancestral maravilhoso".
A professora Bartlett prossegue afirmando que suas pesquisas mais recentes mostram que o açúcar aumenta um neuroquímico que se liga aos receptores nicotínicos no cérebro da mesma forma que o álcool e a nicotina. Esta também é uma ideia controversa, com outros investigadores reconhecem que comer vicia,mas açucar e gordura não são drogas. Para a professora Bartlett, contudo, o consumo regular de açúcar, álcool e nicotina alteram o cérebro, levando à necessidade de consumir cada vez mais para sentir o mesmo nível de prazer.
"Assim como o álcool e a nicotina, uma diminuição súbita no consumo de açúcar vai levar a sintomas de abstinência e vícios. Para superar isso precisamos neutralizar o cérebro primitivo. Quando o cérebro racional está no comando, a perda de peso sustentável é possível," afirma ela.
E a neurocientista lista algumas técnicas para que as pessoas possam encarar seus próprios cérebros e "desafiar suas programações ancestrais":
- 1."Seja compreensivo com seu cérebro - ele é um órgão ancestral maravilhoso, que pode ser gravemente danificado pelo stresse, especialmente na infância, enquanto ele está se desenvolvendo".
- 2."Conheça o seu cérebro - uma consciência de como a primitiva amígdala dirige o seu comportamento é fundamental para substituir os impulsos não saudáveis."
- 3."Identifique quando sua amígdala está tomando conta ou quando você está tendo um momento de busca inconsciente de prazer - em situações stressantes, reconhecer quando você é de repente tomado pelo desejo de comer alimentos por conforto, fumar ou beber álcool."
- 4."Substitua alimentos e álcool por um movimento - respiração profunda, alongamento, caminhada, corrida... qualquer movimento com que você se sinta bem."
- 5."Reduza o consumo de açúcar e álcool e aumente os exercícios cardiovasculares e de alta intensidade - eles irão ajudar a curar o seu cérebro dos danos induzidos pelo stresse e construir um corpo forte e saudável."
Ranking Das Escolas Públicas De Setúbal 2016
Secundário
Quer conhecer a posição das escolas do seu concelho ou do seu distrito, veja aqui
106 | Escola Secundária Bocage | Setúbal | 11,47 | 14,10 |
| 461 | Escola Secundária Sebastião da Gama | Setúbal | 9,53 | 13,43 |
| 483 | Escola Básica e Secundária Lima de Freitas | Setúbal | 9,38 | 13,11 |
| 515 | Escola Secundária D. João II | Setúbal | 8,89 | 12,68 |
| 516 | Escola Secundária D. Manuel Martins | Setúbal | 8,88 | 12,25 |
9ªAno
| Escola | Concelho | Média % | Média | Interna | |
|---|---|---|---|---|---|
| 85 | Escola Secundária du Bocage | Setúbal | 66,20% | 3,44 | 3,35 |
| 403 | Escola Básica Luísa Todi | Setúbal | 53,52% | 2,89 | 3,15 |
| 418 | Escola Básica de Azeitão | Setúbal | 53,19% | 2,84 | 3,30 |
| 458 | Escola Secundária Sebastião da Gama | Setúbal | 52,53% | 2,82 | 3,13 |
| 752 | Escola Básica e Secundária Lima de Freitas | Setúbal | 47,66% | 2,59 | 3,13 |
| 933 | Escola Básica de Aranguez, Setúbal | Setúbal | 44,12% | 2,46 | 2,85 |
| 984 | Escola Básica Barbosa de Bocage | Setúbal | 43,02% | 2,36 | 2,98 |
| 1046 | Escola Secundária D. João II | Setúbal | 39,79% | 2,27 | 2,86 |
| 1069 | Escola Básica e Secundária Ordem de Santiago | Setúbal | 38,22% | 2,21 | 2,83 |
| 1092 | Escola Secundária D. Manuel Martins | Setúbal | 34,34% | 2,07 | 2,63 |
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