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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Notícias Soltas (act.)

*A Comissão de Controlo, Ética e Disciplina da UEFA advertiu o presidente do Sporting 

*eFatura ou E-Fatura? Alerta para aplicação não oficial

*Esquerda quer Educação Física a contar para acesso à universidade

*Ministério Público investiga figura ligada a jet set que usou nome de Marcelo

*PS abre a porta a quotas no alojamento local

*Incêndios. Autarcas vão a Belém queixar-se da “postura impositiva” do governo

*Afinal, o que são estes impostos europeus que o Governo diz que vai propor?

Esta É A Frase

Uma das coisas mais comovedoras em Portugal é o zelo dos indiferentes e dos ateus pela Igreja Católica. Não vão à missa, “não acreditam em nada daquilo”, mas ei-los sempre cheios de opiniões sobre o que devia ser o catolicismo. Cento e dezassete anos depois da separação, a Igreja continua a ser discutida como se fosse o equivalente religioso do Serviço Nacional de Saúde.

Rui Ramos, OBSR 

As Pessoas Não Se Precisam, Completam-se ...

"As pessoas não se precisam, elas se completam ... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objectivos comuns, alegrias e vida."

Mario Quintana 

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Notícias Soltas




Ninguém O Quer Reconhecer, Mas Há Uma Crise Política Na Alemanha

De:João Marques de Almeida
O partido anti-europeu foi o terceiro mais votado e as principais forças políticas não conseguem arranjar uma solução de governo forte e credível, e esta última versão da grande coligação não o será seguramente. Na Europa, a maioria quer continuar a viver na ilusão da normalidade, representada pela grande coligação. Mas a política alemã chegou ao fim de um ciclo, mesmo que a CDU e o SPD acabem por formar governo. Já começou a transição para o pós-Merkel. A dúvida imediata será sobre o tempo que durará a transição. Há, no entanto, uma dúvida muito maior. Que Alemanha teremos depois de Merkel? É a questão mais importante da política europeia.

O comportamento de Schultz mostra que os vícios da política bruxelense não sobrevivem nas democracias nacionais. Schultz tornou-se um mestre nas negociações de gabinetes e lugares. Foi assim que subiu até chegar a Presidente do Parlamento Europeu. Mas no que verdadeiramente conta na vida política democrática, eleições, tem sido um desastre. Foi o candidato dos socialistas a presidente da Comissão Europeia em 2014 e perdeu para Juncker. Foi mesmo derrotado no seu país natal. Como líder do SPD foi igualmente desastroso nas eleições legislativas do ano passado. Ironicamente, aquele que se auto-proclamou a voz da democracia europeia é melhor nas negociações privadas dos corredores de poder do que nas eleições democráticas.

Pode Schultz arrastar Merkel na sua queda? (ler aqui artigo completo)

A Montanha Por Achar

A montanha por achar
Há-de ter, quando a encontrar,
Um templo aberto na pedra
Da encosta onde nada medra.
O santuário que tiver,
Quando o encontrar, há-de ser
Na montanha procurada
E na gruta ali achada.
A verdade, se ela existe,
Ver-se-á que só consiste
Na procura da verdade,
Porque a vida é só metade.

Fernando Pessoa
21-9-1934
Poesias Inéditas

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Notícias Soltas

*O pódio todo holandês e os dois ouros alemães: como está o quadro de medalhas dos Jogos? (dia 1)

*Brexit tira 85 milhões aos hotéis do Algarve

As Coisas São Assim E São O Que São. A Ilegalidade Da Câmara De Lisboa É Considerada Benigna ...

António Barreto
A esquerda tem mais o hábito de protestar do que a direita. A direita acha que o poder, o nome e a fortuna tudo resolvem, enquanto a esquerda acha que é o protesto, a manifestação e a greve que decidem. Por isso se sente mais o silêncio da esquerda do que o da direita. Também ajuda o ambiente na comunicação social que é predominantemente de esquerda, o que confirma o aparente grau de impunidade de que esta goza.

A taxa de protecção civil decretada pela Câmara de Lisboa é um belo exemplo. Poucos protestaram quando foi criada. À esquerda, quase ninguém. 

Ao fim de três anos, após queixa do Provedor de Justiça (repare-se bem: nenhum partido ou deputado apresentou queixa!), o Tribunal Constitucional declarou a taxa inconstitucional. A câmara viu-se obrigada a devolver o indevidamente cobrado. Praticamente, ninguém lhe caiu em cima, por ter feito mais uma taxa, nem por ter tomado uma medida ilegal, ainda menos por ter mostrado incompetência jurídica.

As coisas são assim e são o que são. A ilegalidade da câmara é considerada benigna.

falta contar a história da família CB, residente em Lisboa. Não pagou a taxa em 2015 porque não reparou. Mas pagou 2016 e 2017. Em 23 de Dezembro de 2017, recebeu uma ameaçadora admoestação da câmara e dos serviços de contencioso: têm um mês para pagar os 58 euros de taxa relativos a 2015, assim como uma taxa de justiça, encargos e juros de mora, sim, juros de mora, num total de 28 euros a acrescentar aos 58. Por ironia do destino, a família CB recebeu o aviso de pagamento e a ameaça judicial 15 dias depois de a taxa ter sido considerada ilegal e inconstitucional.

A família CB foi aos competentes serviços da câmara esclarecer o caso. Foi-lhe dito que tinha de pagar. O facto de ser ilegal não tinha qualquer espécie de importância. Tinha de pagar já e depois logo se via. (continuar a ler)

Importante É ...

«Importante não é ver o que ninguém nunca viu, mas sim, pensar o que ninguém nunca pensou sobre algo que todo mundo vê»

Schopenhauer