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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Esta É A Frase

«Num país onde abusadores sexuais de crianças têm penas suspensas, há pessoas detidas por venderem bilhetes para o concerto dos U2 pelo preço que outros aceitam livremente comprar. É de loucos.»

Maria João Marques, OBSR

Nada... É Tudo

Nada é tudo.
E tudo é nada.
Queria eu saber, 
pra que estou a viver?

Então de repente,
Bem claramente,
Veio à minha mente.

Meu pior defeito é acreditar
 em tudo ou nada, 
onde nada com nada
 tem tudo haver.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Notícias Ao Fim Da Tarde

*Juiz António Joaquim Piçarra é o novo presidente do Supremo Tribunal de Justiça

A Devassa da Vida Dos Cidadãos Continua

Um documento constituído por 15 páginas, composto pelos termos de participação e consentimento informado, pela ficha de caracterização e pelo questionário dirigido aos pais dos alunos, foi distribuído por escolas do Porto e de Lisboa. 

Das perguntas que constituem o inquérito, apenas três se relacionam com os hábitos de leitura entre pais e filhos, um dos objetivos que o estudo se propõe analisar. “Às vezes gosto de fofocar“, “Já senti inveja da sorte de outras pessoas” e “Houve ocasiões em que me aproveitei de alguém” são algumas das questões colocadas aos pais, que tinham de responder verdadeiro ou falso.
Origem “portuguesa, cigana, chinesa, africana, Europa de Leste, indiana e brasileira ou outra”. Esta era outra das questões colocadas Os investigadores garantiram também que “a informação, nomes, idades, géneros” não será partilhada com ninguém.

Em declarações à TSF, a DGE disse que o inquérito vai ser retirado (já foi retirado) e que a Comissão Nacional de Proteção de Dados tinha dado um parecer desfavorável ao questionário.

Nota: Liberdade jamais. A cada dia que passa perdemos mais um pouco da nossa liberdade. A devassa da nossa vida a que antes podíamos chamar privada está a desaparecer usurpada por um Estado aniquilador . Pensem nisto, antes que seja tarde demais!

Amanhecer No Campo


Sente-se à beira do amanhecer, o sol nascerá para você. 
Sente-se à beira da noite, as estrelas brilharão para si. 
Sente-se à beira do riacho, o rouxinol cantará para você.
Bom Dia !

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Notícias Ao Fim Da Tarde

*António Costa usa jeans e mocassins em visita oficial a Angola. “Que sentido de Estado é este?”(⇓)


*FMI alerta para “custos significativos” se não houver acordo quanto ao ‘Brexit’

*Irão exige medidas aos europeus para salvar acordo nuclear 




Esta É A Frase

«Mais impostos e taxas são os instrumentos para enfraquecer a sociedade e dar mais poder ao Estado. O que está em causa é a nossa liberdade de escolher como queremos viver ou serem burocratas a fazê-lo.»

João Marques de Almeida, OBSR

Em Portugal, os ataques a quem cria riqueza, por aqueles que pretendem maiores orçamentos públicos, aumentam todas as semanas. Estes ataques estão assentes em mentiras.

A primeira mentira é que se está a atacar os ricos e os especuladores. Quando as esquerdas radicais criticam os ordenados e os lucros dos empresários e dos gestores privados de sucesso, estão a atacar empresas que criam emprego e com ordenados cima da média em Portugal. 


A segunda mentira é de que o combate contra os ricos serve para defender os pobres. Se assim fosse, tendo em conta a carga fiscal elevada em Portugal, haveria menos pobreza. Os impostos altos e novas taxas servem sobretudo para transferir recursos dos privados para o Estado. Recursos que servem para dar empregos a clientelas partidárias.

A terceira mentira é que tudo isto é uma questão económica. Não é. É uma questão política. As esquerdas, incluindo o PS, não querem uma sociedade forte e cidadãos independentes e com recursos. Os impostos e as taxas suplementares são os instrumentos para enfraquecer a sociedade e dar mais poder ao Estado. O que está em causa é a liberdade individual. A nossa liberdade de escolher como queremos viver e o que queremos fazer. (excertos do artigo de JM de Almeida)

Não Estou Pensando Em Nada


Não estou pensando em nada 
E essa coisa central, que é coisa nenhuma, 
É-me agradável como o ar da noite, 
Fresco em contraste com o verão quente do dia, 

Não estou pensando em nada, e que bom! 

Pensar em nada 
É ter a alma própria e inteira. 
Pensar em nada 
É viver intimamente 
O fluxo e o refluxo da vida... 
Não estou pensando em nada. 
E como se me tivesse encostado mal. 
Uma dor nas costas, ou num lado das costas, 
Há um amargo de boca na minha alma: 
É que, no fim de contas, 
Não estou pensando em nada, 
Mas realmente em nada, 
Em nada... 

Álvaro de Campos

domingo, 16 de setembro de 2018

Notícias Ao Fim Da Tarde

*A seis meses do "Brexit", presidente da câmara de Londres pede novo referendo




Alerta Para Evitar O Colapso Do SNS

Sabe, Senhor PM, que o SNS já não tem capacidade de resposta para todos os portugueses?! Que o seu património genético já não é o que era e que não foi por acaso que o Dr. António Arnaut e o Dr. João Semedo deram como título ao seu último livro “Salvar o SNS”. Que estão a aumentar de forma assustadora as desigualdades sociais em saúde. Que o acesso aos cuidados de saúde, em tempo clinicamente aceitável, está cada vez mais dependente do código postal e não só. Que as regiões mais periféricas e mais desfavorecidas estão cada vez mais carentes. Que a perda de jovens altamente diferenciados continua a aumentar. Que as agressões, a síndrome de burnout, o desalento, a desmotivação, o desrespeito, a idade avançada e as desistências diárias do SNS ou abandono da profissão são problemas reais que atingem os profissionais de saúde.

Provavelmente, não estará bem informado sobre o que está a acontecer na Saúde no Algarve, Alentejo, Setúbal, Lisboa, Santarém, Leiria, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Viseu, Aveiro, Porto, Braga, Vila Real, Viana do Castelo, Bragança, Açores e Madeira. Não saberá que mais de 800.000 portugueses não têm médico de família atribuído. Que muitos hospitais estão sob uma pressão de tal forma brutal que ultrapassa o limite do aceitável, “à beira de um ataque de nervos”, como nos foi revelado pelo relatório da Primavera 2018 do Observatório Português dos Sistemas de Saúde. Que os cuidados paliativos continuam a não chegar à imensa maioria dos portugueses. Que nos serviços de urgência perduram condições deploráveis. Que a falta crítica de capital humano, de equipamentos adequados, de dispositivos e materiais clínicos, de infraestruturas que dignifiquem os doentes e os profissionais de saúde, é desesperante.

Miguel Guimarães, Bastonário da Ordem dos Médicos, Expresso