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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
Austeridade Acabou!... Dizem Eles. Quem Ainda Acredita? - Aldrabice.
Governo alterou regras para beneficiários da ADSE com decreto publicado nas férias de Natal.
O Governo aprovou um decreto-lei que altera as regras de comparticipação para os 1,2 milhões de beneficiários da ADSE. Publicado a 28 de dezembro em Diário da República, em plena época festiva, o diploma estabelece que serão apenas subsidiados por este subsistema de saúde os medicamentos prescritos por hospitais privados com acordo de convenção. Ou seja, o regime livre termina e os beneficiários passam a estar dependentes de receitas passadas por entidades que tenham contrato com a ADSE.
Além desta alteração, o decreto põe fim à comparticipação dos medicamentos e dispositivos médicos “dispensados em farmácias comunitárias”.
A ADSE continuará a comparticipar os medicamentos “quando dispensados em ambiente hospitalar privado nas seguintes situações: Procedimento cirúrgico; internamento médico-cirúrgico; tratamento oncológico e atendimento médico permanente”. Nos hospitais privados que tenham acordo de convenção com este sub-sistema de saúde, serão comparticipados todos “os medicamentos e dispositivos médicos” dispensados por essas entidades.
A notícia foi avançada esta segunda-feira pelo Correio da Manhã. O diário dá conta da indignação do secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP). “Foi tudo feito sem o parecer dos principais interessados, que são os beneficiários da ADSE”, argumenta José Abraão, que assegura que o tema vai ser “abordado na próxima reunião do Conselho Geral e de Supervisão (CGS), a 16 de janeiro”.
O decreto, assinado por António Costa, e pelos ministros da Saúde e das Finanças, Marta Temido e António Costa, entrou em vigor a 1 de Janeiro.
Recorde-se que, já em dezembro, a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) tinha avisado que os hospitais privados podiam cancelar os acordos com a ADSE, que tinha exigido aos privados 38 milhões de euros por excesso de faturação. O presidente desta associação, Óscar Gaspar, considerou o pedido uma “afronta” e pediu ao Governo que interviesse para anular o processo.(continuar a ler)
Nota: ADSE é um seguro de saúde que não é nada barato. É uma vergonha aumentarem tanto os impostos e retirarem às pessoas o que têm direito que pagam. Médico de família ? Muitos de nós não temos esse direito...
Amanhecer
A mudança vem como um pequeno vento que agita as cortinas no amanhecer e vem como o discreto perfume das flores selvagens escondidas na grama.
John Steinbek
domingo, 13 de janeiro de 2019
Um Parlamento Que Não Se Dá Ao Respeito É Letal Para A Democracia.

Assim Acontece:
António Barreto, Público
É a instituição que melhor representa a democracia. Com muitos ou poucos partidos, com ou sem maiorias absolutas, o Parlamento é condição de democracia. Não há democracia sem Parlamento. Ainda não se inventou melhor. É talvez a instituição que melhor defende a democracia. Mas do Parlamento também podem vir perigos. Um Parlamento que não se dá ao respeito é letal para a democracia.
Entre os parlamentos nacionais raquíticos e o parlamento europeu obeso, vai-se criando um espaço vazio, rapidamente preenchido. Por quem? Pelos movimentos populistas, grupos de pressão, empresas multinacionais, vanguardas políticas, associações criminosas, organizações de traficantes e toda a espécie de confrarias financeiras.
Alastra A Canalhice A Toda a Sociedade. É Assim Que Vai O Nosso Portugal
No nosso País um canalha cuja intenção não se possa provar é uma vítima do Ministério Público e do julgamento público e, coitado, deixa de poder fazer canalhices no lugar que ocupava.Rita Fontoura, OBSR
Os principais julgados que foram absolvidos total ou parcialmente, na opinião do Juiz, agiram de forma incorrecta do ponto de vista moral. Usando a linguagem de um deles, posso concluir que foram “canalhas” mas não se conseguiu provar que tivessem intenção de ser canalhas. No nosso País um canalha cuja intenção não se possa provar é uma vítima do MP e do julgamento público e, coitado, deixa de poder fazer canalhices no lugar que ocupava ficando apenas com o domínio da actividade privada para as suas canalhices. (continuara ler)
Quando os princípios e a ética deixam de ser critério, as actividades nas esferas do poder enchem-se de canalhas. São eles que fazem as leis, que escolhem os decisores, que aplicam ideologias perversas, que afastam quem faz o bem, que se impõem sobre a livre iniciativa.
Normalmente nestes casos o percurso é progressivo até chegar à fase do descaramento. Pelo caminho fica a apatia de um povo. Aumenta o afastamento da política, o desânimo, e alastra a canalhice a toda a sociedade. É assim que vai o nosso Portugal.
Que 2019 possa ser o ano em que saibamos abrir os olhos e lutar por uma sociedade onde a honra, a seriedade, a procura do bem comum e a verdade voltem a ser padrões que nos guiem. Ainda vamos a tempo.
Quem?
Sonho que um outro sonho me desfez?
Fantasma de que amor? Sombra de quem?
Névoa? Quimera? Fumo? Donde vem?...
- Não sei se tu, amor, assim me vês!...
Nossos olhos não são nossos, talvez...
Assim, tu não és tu! Não és ninguém!...
És tudo e não és nada... És a desgraça...
És quem nem sequer vejo; és um que passa...
És sorriso de Deus que não mereço...
És aquele que vive e que morreu...
És aquele que é quase um outro eu...
És aquele que nem sequer conheço...
sábado, 12 de janeiro de 2019
Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)
*Há um ano, Costa plantou sobreiros no Pinhal de Leiria. Mas sobreiros morreram
*Vem aí a contagem de espingardas. Quem tem voto na batalha do ‘impeachmentde Rio?
*Rio deverá recusar desafio de Montenegro para convocar eleições já. “Golpistas” terão de fazer o caminho mais difícil
**Corrupção. As medidas que o Governo quis “apagar” do relatório da OCDE
Não Tinha De Ter Sido Assim ...
Anos e anos de suspense e alegada preparação para o cargo – e a frescura da chegada de Rio durou escassas semanas. A sua eleição para o cargo celebra um ano e a verdade é que foi um ano desastroso.Sebastião Bugalho, OBSR
Não deixa de ser irónico que a liderança de Rui Rio tenha durado menos tempo do que aquele que se esperou pela liderança de Rui Rio. Anos e anos de suspense e alegada preparação para o cargo – e a frescura da sua chegada durou escassas semanas. Este mês, a sua eleição para o cargo celebra um ano e a verdade é que foi um ano desastroso – tanto para o cargo como para o incumbente. Quando falo «em tempo de liderança» quero dizer tempo efectivo de revigoração, iniciativa e mobilização. E esse, creio que poucos discordarão, foi curto. O ponto deste texto é simples: não tinha de ter sido.
Que Frio !
térmica ...
Que ele não chegue aos nossos corações e nem congele os nossos sonhos...
Que ele fique sempre do lado de fora das nossas almas!..
Que ele não chegue aos nossos corações e nem congele os nossos sonhos...
Que ele fique sempre do lado de fora das nossas almas!..
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