A cada novo dia, a cada momento, temos à nossa disposição a maravilhosa possibilidade do encontro, que traz em si infinitas oportunidades. Precisamos apenas estar atentos.
PC
Que disse o presidente? Explicitamente, lamentou a fraqueza da oposição. Implicitamente, ao reparar que “uma oposição fraca dá um governo fraco”, chamou a atenção para a fraqueza do governo. Mas se a oposição e o governo são fracos, existiriam na sociedade portuguesa, segundo o presidente, “movimentos de opinião mediaticamente muito fortes”, que já “não têm que ver com os debates partidários”, e que começariam a configurar uma “oposição inorgânica” — por enquanto “pequenina”.
Parece que a esquerda bem-pensante, a dos salões e do champagne, e a extrema-esquerda, a soviética do Gulag e a do caviar do Lux, ficou muito incomodada com o convite que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa dirigiu ao jornalista João Miguel Tavares (JMT) para liderar as próximas comemorações do 10 de junho. A acreditar no musicólogo Rui Vieira Nery, no embaixador Seixas da Costa, na pianista Gabriela Canavilhas, no comunista Vítor Dias e no bloquista José Manuel Pureza, Marcelo praticou vários ‘crimes’ de gosto e de bom tom. A saber:
«Depois de lançar o debate sobre o fim das propinas, o ministro diz agora que a medida seria altamente populista. Este episódio poderia dar anedota, mas é antes um retrato do desgoverno nacional.»
«Da Justiça, vem uma ideia de favoritismo e parcialidade. É inegável a imagem de vulnerabilidade da Justiça, que se traduz em fraqueza dos cidadãos.»