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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

*GOE impedidos de entrar na Venezuela e obrigados a regressar a Portugal


*Seixal. Suspeito deixou carta no carro onde ficou a filha, ex-mulher desistiu de queixa antiga por coação e barricou-se num banco com medo









A Globalização Que Se Instalou Sem Princípios Regimentais

«A globalização, que se instalou, sem princípios regimentais, veio para ficar; e, ao estreitar o relacionamento mundial, despoletou as tentativas dos pesos pesados – Blocos ou Países como os EUA, a China ou a Rússia – de afirmarem seus interesses interesseiros, à margem do bom relacionamento global, e de afirmarem o seu poder assumindo posições dominantes.»

A. Cruz Gomes 


Um cidadão vulgar, persistentemente assediado por informação invasiva – por vezes algo insidiosa – acaba incomodado, pensando com seu pensar corriqueiro no Brexit, no Mundo, na Europa e suas interligações organizacionais que, “à la Palice”, lhe parecem carecer de reajustamento postulado pela mudança do condicionalismo hodierno.


Os políticos têm de trabalhar mais e melhor, subordinando o pendor partidário e pessoal à prossecução do bem comum, que está a exigir a sua intervenção quer na ONU, quer na Comunidade Europeia, com vista ao ajustamento de alguns dos seus princípios e meios à mudança radical da realidade que se impôs.

Desconfie De Tudo Excepto Daquilo Que O Coração Lhe Disser ..

Vencer, perder, os termos guerreiros que empregava serviam para descrever uma luta silenciosa, interior. O coração do homem era como a terra, metade iluminado pelo sol e metade na sombra. Nem mesmo os santos tinham luz em todo o lado.« Como o corpo existe», dizia ele, « estamos na sombra, somos anfíbios, como as rãs, uma parte de nós vive cá em baixo e a outra tende para as alturas. Viver é apenas ter consciência disso, sabê-lo, lutar para que a luz não desapareça,vencida pela sombra. Desconfie de quem é perfeito, de quem tem as soluções já prontas no bolso, desconfie de tudo excepto daquilo que o coração lhe disser»

Susanna Tamaro 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

*EDP impugna corte de 285 milhões que serviu para baixar tarifas de 2019

*Morreu pai de Passos Coelho, médico e ex-autarca




O Estado Deve Ser Exigente Consigo Próprio Antes De As Impôr Aos Outros

«O que temos de forma crescente é um Estado implacável com os cidadãos e desleixado consigo próprio. Um Estado feroz a fazer cumprir, mas arrogante a colocar-se à margens das boas práticas. Um Estado com atitude canalha, que exige aos outros aquilo que não quer, não sabe ou não pode cumprir.»
Paulo Ferreira, ECO
Os exemplos vão abundando e são cada vez mais frequentes. Querem ver? - ora leiam aqui. 

Vai Ser Assim Durante Muito Tempo

Vai ser assim durante muito tempo
decorrerão muitos séculos antes de nós
mas não te importes
não te importes
muito
nós só temos a ver
com o presente
perfeito
corsários de olhos de gato intransponível
maravilhados maravilhosos únicos
nem pretérito nem futuro tem
o estranho verbo nosso

(Mário Cesariny)

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

*Benavente pode ter grande plantação de cannabis para fins medicinais. 

*Guaidó soma apoios e Trump repete ameaça: intervenção militar "é uma opção"






Querem Aprovar Na Secretaria O Que o Povo Chumbou Em Referendo

«Em 2019, políticos e beneficiados do regime querem aprovar na secretaria o que o povo chumbou em referendo: a regionalização. Porquê? Porque não querem governar. Querem salvar a face e a sua vidinha.»

Helena Matos, OBSR

Junte-se uma comissão de sábios, mais um estudo (encomendado como não pode deixar de ser ao professor Freitas do Amaral), adicione-se como pano de fundo vários líderes partidários a precisarem desesperadamente de uma fuga em frente que lhes permita aparecer diante do povo como portadores de algo de novo e temos o caldo de cultura mais que propício para o lançamento de um projecto que entretenha o povo, anime as televisões e lhes devolva protagonismo. Um desígnio, como soe dizer-se. O projecto-desígnio que aí vem para os salvar a todos chama-se regionalização.

Em 2019, os líderes partidários e os grandes beneficiados do regime querem aprovar na secretaria o que o povo chumbou em referendo em 1998: a regionalização. Porquê? E porquê agora? Porque não querem governar. Sabem que tal será cada vez mais difícil, para não dizer inviável, entre grevistas em auto-gestão, corporações em desatino e números que, mesmo devidamente torcidos, mostram um país cativo das cativações.(continuar a ler) 

Políticas Contraditórias

 Talvez inúteis, seguramente prejudiciais. A primeira: revitalizar o interior e fazer com que as pessoas “criem raízes” onde nasceram. A segunda: liquidar instituições e fechar serviços públicos.

São as duas políticas contraditórias. O que faz a mão direita, a esquerda não sabe! Por um lado, o Estado não cessa de inventar ajudas e apoios: impostos, taxas, favores, subsídios, investimentos, auto-estradas, subsídios à interioridade e à insularidade, apoio aos preços da energia, da água e dos telefones, é um nunca mais acabar de benesses.
Por outro lado, liquidam-se empregos, empresas, tribunais, serviços administrativos, serviços públicos, escolas, maternidades, freguesias, correios, agências bancárias, regimentos, esquadras de polícia e da guarda, serviços e guardas florestais, guarda-rios e serviços veterinários.
Os apoios e as ajudas são excelentes, mas pouco conseguem, como se tem visto. Até porque são contrariados pela destruição sistemática do tecido e da coesão institucional. É verdade que onde não há crianças não há escolas. Onde não há mães não há maternidades. Onde não há doentes não há hospital. Mas será mesmo assim? Não será mais verdade que, onde não há instituições, onde não há correios, onde não há empresas, onde não há serviços, onde não há escolas, não há pessoas?

Uma coisa é certa: não faz qualquer espécie de sentido os poderes públicos provocarem e depois subsidiarem a interioridade! E pior do que tudo é a concepção de que as instituições têm de ser rentáveis. Uma escola? Um correio? Um centro de saúde? Um lar de idosos? Deve ser isso a que chamam sustentabilidade.

(Excertos do artigo de António Barreto, hoje no Público , via Jacarandá) 

Respeito ...

«Respeito foi inventado para cobrir o lugar vazio onde o amor deveria estar.»

Leon Tolstói 

Viu?

É possível aliar modernidade ao ambiente natural! Basta querer mudar o mundo para melhor e ser criativo. Priorize a natureza e permita que ela roube a cena.
O resultado é incrível, lindo e natural! Verdadeiros paraísos de paz e tranquilidade.
É hora de criar consciência e perceber que nós temos que nos adaptar à natureza, e não ela à nós.
Torne-se parte do todo e viva em harmonia. Integre-se!