Pesquisar neste blogue

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

A Memória Do Coração ...

Ele ainda era demasiado jovem para saber que a memória do coração elimina as coisas más e amplia
as coisas boas, e que graças a esse artifício conseguimos suportar o peso do passado.



(Gabríel Garcia Márquez,  O Amor nos Tempos de Cólera)



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

*Novos auxiliares só chegam às escolas no período final do ano letivo






O Sucesso Da ADSE Vem Afrontar Quem Gostaria Que Um Modelo Privado,Assente Em Seguros de Saúde, Se Tornasse Regra Em Portugal

Há algo de suspeito em toda esta convulsão sobre a ADSE, o subsistema complementar de saúde dos funcionários públicos. As queixas relativas aos serviços públicos costumam ser ou porque estes sobrecarregam os contribuintes, ou porque prestam serviços de má qualidade, ou porque são pouco expeditos… Ora, nada disto se aplica à ADSE, antes pelo contrário. Serve 1,2 milhões de portugueses e é integralmente paga, até com acumulação de saldos, pelos ordenados dos funcionários públicos.
Vale a pena sublinhar: 1,2 milhões de beneficiários sem um cêntimo dos custos ser coberto pelo Orçamento do Estado. E por serem privados, mediante acordos, a dispensar os serviços de saúde aos beneficiários da ADSE, sobrecarrega-se menos o Serviço Nacional de Saúde (SNS), assim contribuindo para que este preste melhores cuidados. Se a ADSE tem as contas em dias, se funciona, se não pesa a ninguém senão aos interessados, se assim alivia o SNS que interessa a todos, e se até representa um enorme mercado para prestadores de serviços de saúde privados, qual é exactamente o motivo desta convulsão? Apenas isso mesmo: o seu sucesso.
O sucesso da ADSE vem afrontar quem gostaria que um modelo totalmente privado, assente em seguros de saúde, se tornasse regra em Portugal. Na ADSE, muitos contribuintes pagam de bom grado mais do que pagariam se subscrevessem um dos seguros de saúde privados existentes no mercado porque, assim, possibilitam que muitos outros tenham acesso a cuidados de saúde de qualidade, pagando um preço de acordo com as suas possibilidades e muito abaixo dos das tabelas das seguradoras.

Talvez lhes acedessem mas em modalidades de segunda ou terceira classe, como se nos devêssemos resignar a saúdes de primeira, segunda, e terceira classe. Basta consultar os respectivos sítios online.

A ADSE é solidariedade social em prática e de forma muito sustentável. Os seus beneficiários titulares e familiares não são clientes a quem um conjunto de serviços é vendido, no quadro de um mercado aberto regulado por uma lógica competitiva, são participantes de um empreendimento conjunto em que confiam, uma espécie de seguro de saúde colectivo.
A resiliência da ADSE é uma lição para os que achavam que a permissão de não inscrição e de renúncia ao subsistema levaria os funcionários públicos com melhores rendimentos a passarem para o mercado privado, feitas as contas dos ganhos e benefícios próprios, que é só uma outra maneira de dizer as contas do egoísmo. A possibilidade de renúncia e não inscrição tem uma década, mas uma década de poucas adesões. E isto apesar do drástico agravamento das contribuições para a ADSE – a mesma década em que passou de 1% para 3,5% do vencimento bruto dos funcionários públicos. Só um sistema que merece uma enorme confiança dos seus beneficiários passa incólume pelos estímulos que foram sendo dados à sua descaracterização e desmantelamento.
O aumento do bolo que representa a ADSE em termos financeiros só o tornou mais apetitoso. São mais de meio milhar de milhões de euros de receita anual a caçar.  Os clientes privados do subsistema, em particular os grandes grupos hospitalares, olham para a saúde financeira que  este adquiriu, em virtude do esforço dos seus beneficiários e da confiança que nele depositam, e o que fazem é carregar nos preços dos serviços de saúde que prestam.
Só assim se explica os saltos de custos do subsistema, na casa dos 20% nos últimos anos.  Se os funcionários passassem a pagar o dízimo à ADSE na próxima folha de vencimento, os grupos hospitalares privados seus clientes depressa arranjariam forma de aumentar a conta a apresentar-lhe na mesma proporção. Obviamente, faz bem o primeiro-ministro em dizer que não aceita cobranças abusivas.
Talvez os instrumentos para corrigir a situação pudessem ser outros. Compreendo perfeitamente a irritação por parte de quem presta o serviço de saúde por não saber quanto e quando vai receber pelo mesmo. Só quem não ficou alguma vez à espera de um pagamento do Estado é que não compreende.
Mas, o problema sério, e novo, é realmente outro: o crescimento acelerado da conta apresentada pelos serviços. Não de um, mas de todos os grandes grupos, havendo quem fale de cartel. Pelo menos na pressão negocial têm estado concertados a ponto de merecer alguma investigação a quem o compete. Sendo poucos os grandes grupos e o país pequeno só se andarem mesmo desentendidos é que não se entenderão a algum nível.
Aproxima-se o início do ciclo eleitoral, o que acirra a luta política, que também é, no sector da saúde, luta contra tentativas de desmantelamento de sistemas solidários de prestação de serviços e sua substituição por prestadores de serviços privados. Luta ainda amplificada pela aprovação iminente de uma nova Lei de Bases da Saúde onde persistem preocupantes ambiguidades sobre a salvaguarda do valor da gestão pública diante da gestão privada, em particular na forma de parcerias público-privadas — que, na verdade, têm sido responsabilidades públicas transformadas em oportunidades de negócio.
A somar a tudo isto, o conflito com os enfermeiros (que deviam ser ouvidos com mais atenção) vai dando a todo o sector da saúde um certo ar de guerrilha. O tempo é de investida do modelo de negócio da saúde, extraindo o máximo de rendimento, insensível aos males da mercadorização do bem comum.
É à luz disto que tem de ser percebido que o sucesso da ADSE se tornou uma afronta ao programa em curso. A ADSE não é apenas um subsistema público, é um subsistema que, pela sua escala de grandeza, devolve na mesma moeda o que os privados tentam fazer ao bem comum: usa a posição negocial forte – serviços para 1,2 milhões – para fomentar em vez de desregular um bem social. E é assim que deve ser. Se os Mello, a Luz Saúde e os Lusíadas suspendem as convenções, diz a doutrina: o mercado funcionará e reporá a oferta. Não pode é prescindir-se de uma cultura de custo justo para custos de saúde.
André Barata, JN
Perceberam agora?

A Casa Ideal Para Os Aquarianos

A casa ideal para Aquário:Aquário gosta de tecnologia, de decorações modernas, criativas e ousadas. Contrastes, combinações inusitadas e móveis assimétricos, ajudam o aquariano a fugir do convencional. As peças incomuns e as estampas variadas criam efeitos inovadores.
É importante que o aquariano possa aterrar em casa, concentrar-se em coisas que agradem seus sentidos, que proporcionem inspiração para criar e realizar no mundo. Para tanto, sua casa deve ser instigante e ao mesmo tempo relaxante.
Aparelhos eletrónicos são espalhados por toda a casa ideal de Aquário. O home theater é superequipado. Tons de terra, cerâmica, plantas, cores naturais e objetos de toque agradável podem contrastar com as paredes em cores quentes e tons caros.
A sala de jantar, a cozinha e a entrada da casa devem receber tratamento especial. Mesas e bancadas em madeira natural, flores e cores quentes se combinam com cadeiras confortáveis e objetos de mesa criativos são elementos de assentamento pessoal. A cozinha com despensa bem abastecida, prateleira com especiarias e temperos e área com ervas plantadas se torna um laboratório para iguarias surpreendentes, oferecidas aos amigos e parentes.
Inventar é compartilhar suas criações é fundamental para o Aquário. O que mais lhe interessa é proporcionar um clima moderno e convidativo para si e quem ama. Objetos de cerâmica no quarto de dormir, tecidos e texturas naturais, flores frescas e naturais e aromaterapia são bem vindos.
Evitar: Uso de texturas frias e metalizadas no quarto, cores escuras nas paredes. Ar parado e escuridão. Barulho excessivo de máquinas e aparelhos eletroeletrónicos próximo ao quarto de dormir.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Notícias Ao Fim Do Dia (act.)

*Brexit: supermercados britânicos preparam-se para o pior cenário

E Agora É Que Repararam Nisto?

Não foi nada fácil, mas a semana passada lá saíram 25 militantes do Bloco de Esquerda. Os descontentes lamentaram “o taticismo de decisões” e “o jogo da comunicação na sua forma burguesa”, e alegaram que “pouco resta do projeto original do Bloco de Esquerda de ser uma força política em alternativa à sociedade existente”. Portanto, vamos lá ver se percebi bem. Em Fevereiro de 2019 estes militantes repararam que o Bloco é fingido, burguês, e já não quer ser alternativa à sociedade existente, foi isso? Ou seja, quando o Bloco decidiu coligar-se com PS e PCP pareceu-lhes tudo normal. Quando Francisco Louçã foi nomeado Conselheiro de Estado acharam até bastante expectável. Quando se descobriu que o vereador Robles era um soberbo especulador imobiliário não demonstraram surpresa. E agora é que repararam nisto? 

(Excertos do artigo de Tiago Dores, OBSR

Quando Se Ouve Um Gargalhar ...


Sorrir é a expressão de felicidade,
É um rio a transbordar,
Da alma é a liberdade,
E daquele que com ela vive a sonhar

Faz-nos chorar sem sofrimento,
Dá-nos alívio nos castigos da vida
E leva-nos a vencer nossos tormentos
Tornando a vida alegre e colorida
Quando se ouve um gargalhar
E não um leve sorriso
É de alguém que vive a sonhar
Com a existência do paraíso
Gargalhe deixe que digam que é feio,
Mostre que tua alma desnuda é feliz,
Dos maldizentes não tenhas receio
Para não dizeres amanhã, errei porque não fiz!


Ubirajara Fernandes

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

*Sonae vai encerrar fábrica da LaminatePark na Alemanha





Inaudito E Cada Vez Mais Esquisito: CGA O Que Antes Era E Agora Parece Que Já Não É .

Até dezembro, os pensionistas podiam reformar-se aos 65 anos e com mais de 41 anos de carreira sem penalizações. Agora, já não. CGA diz que não era essa a ideia da lei e vai resolver o problema.


Se fez descontos para a Caixa Geral de Aposentações (CGA), tem mais de 43 anos de carreira e estava a pensar antecipar a reforma em um ano sem penalizações, saiba que não o vai conseguir fazer. Pelo menos por enquanto, noticiou o Jornal de Negócios. Se quiser ainda assim antecipar a reforma poderá ter um corte de até 19,8% na pensão mensal.
A alteração é recente. Até dezembro de 2018, quem tinha 65 anos e mais de 41 anos de carreira podia antecipar a reforma em um ano sem cortes na pensão — a idade da reforma estava em 66 anos e quatro meses. Desde janeiro, não. O Orçamento de Estado de 2019 prevê alterações para quem fez descontos para a Segurança Social, mas o regime para a CGA ainda não foi definido.
Assim, esta instituição deixou de aplicar a antiga regra e ainda não está a aplicar uma regra nova — que só será definida no primeiro semestre deste ano. O Ministério do Trabalho e da Segurança Social, que tutela a CGA, respondeu ao Jornal de Negócios que não era esta a intenção com a alteração da legislação da Segurança Social e que vai garantir “as clarificações que sejam necessárias”. 
Fonte: OBSR

O Modo Como Escreve A Letra X Tem Um Significado No Que Respeita À Sua Personalidade.Saiba Qual É.

A forma de escrever a letra "X", pode revelar traços de personalidade específicos como a rebeldia, o medo de enfrentar o futuro ou ponderação. Kathi McKnight explicou, por isso, o que cada maneira de desenhar a letra significa no que diz respeito à nossa personalidade.

1-Se desenha a letra X de baixo para cima, a começar do lado direito é uma pessoa que tem vontade de seguir em frente, mas está ainda muito agarrada ao passado.
2-Se prefere desenhar o X de baixo para cima, mas a começar pelo lado esquerdo, então é uma pessoa que tem um grande desejo de se libertar completamente do seu passado e seguir em frente. No entanto, esse mesmo passado ainda o condiciona algumas vezes.
3-Se desenha a letra X desta forma, começando pela ponta direita é um(a) rebelde sem causa.
 4-Uma vez que só o segundo traço do seu X é feito de forma correta (começando da direita para a esquerda), isto significa que embora esteja a tentar focar-se no seu futuro, parte de si sente-se tentada a voltar para trás.
5-Se é daquelas pessoas que desenha a letra X desta forma é uma pessoa inconformada e que gosta de ditar as suas próprias regras.
6-Se começa a desenhar a letra X pelo lado inferior esquerdo é uma pessoa que gosta de ditar tendências e tem orgulho nisso.
7-Se desenha a letra X tal como aprendeu na escola é uma pessoa que gosta de seguir as normas e procura ter uma vida calma e organizada.
8-Se começa a desenhar a letra X pelo canto superior direito é uma pessoa criativa e que gosta de ter ideias fora da caixa.

Já alguma vez tinha pensado que a forma como escreve podia ser tão relevante? Agora já sabe.

(via NG)