Pesquisar neste blogue

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Feliz Ano Novo !

Que este novo ano seja realmente um ano de paz, de atitudes positivas e progressos; que o amor seja inspirador e a paciência determinante no nosso convívio.
Que tenhamos saúde no corpo e na alma e sempre possamos ter fé e acreditarmos em nós, seres humanos.
Renovação positiva e luz no caminho.
Feliz Ano Novo!

Rio, De Facto Nunca Percebeu As Gentes Do PSD

Do alto da sua sobranceria esculpida no granito do Porto, Rio não percebe, não concebe e não aceita que os militantes do partido não o entronizem enquanto deus. O partido é um engulho, um obstáculo que terá que superar para chegar à nação.

Rio, de facto, nunca percebeu as gentes do PSD. Nunca desceu do Olympum para curar de entender que dentro das muralhas do partido, dos cânones, dos rigores orçamentais, há todo um pulsar próprio das gentes, um fervor de sangue, o desejo de conquista e o sonho do impossível. Esse “impossível” é uma matriz ideológica que se tem vindo a perder, que se tem vindo a descentrar; é uma equação que encontra o seu equilíbrio entre uma visão tendencialmente liberal da economia e um estado regula(menta)dor com um humanismo sociológico bem vincado.  Ora, Rio é um tecnocrata, jamais será um humanista, daí tentar (re)educar um partido, à sua imagem, como se tal fosse possível, como se os sociais democratas aceitassem uma submissão ideológica ad hominem

O partido é muito mais que os ódios pessoais que resultam da inveja, da tacanhez e da insegurança, devendo valorar a divergência de opiniões, a liberdade de expressão, a pluralidade de visões e a existência de alternativas. O partido é tudo aquilo que permitiu (e permite!) a Rio ser o seu líder, mesmo depois do seu percurso interno, crítico, desviante e até acintoso.

Rio, também o é (igual a si mesmo), quando se acha acima dele, quando ostraciza candidatos a deputados, quando impõe a sua vontade às estruturas eleitas, quando não assume as responsabilidades por derrotas históricas, quando gere, como geriu, a crise dos professores ou do combustível, no miserável discurso após as legislativas, na incapacidade de censurar o autoritarismo do Presidente da Assembleia da República, na posição tomada a respeito das responsabilidades por Pedrógão ou no comprometido silêncio no nubloso processo de pagamento em massa das quotas..

Nuno Costa Nata (ler aqui o texto completo)


Boa Noite!


O dia chegou ao fim, e a noite já vem para nos dar o merecido descanso. 
Agora é o momento de lembrar que o que foi feito hoje acabou, e o amanhã ainda não existe. 
Por isso, aproveite o momento, o agora, respire fundo e curta os seus sonhos em paz. 
Amanhã é um novo dia, uma nova luz para recomeçar. 
Boa noite!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)

Esta É A Frase

Augusto Santos Silva "malhou" nos empresários e gestores, como tinha prometido fazer em 2009 à Direita. Talvez a CIP tenha finalmente percebido o que realmente pensa o Governo das empresas.

2009, um ministro dos Assuntos Parlamentares: “Eu cá gosto é de malhar na Direita”. 2019, um ministro dos Negócios Estrangeiros decide “malhar” nos gestores e empresários. Adivinhou, é o mesmo ministro que, em 2011, pertenceu a um Governo que levou o país à bancarrota. Augusto Santos Silva, nada diplomático, considera que o problema das empresas é a “fraquíssima qualidade da gestão”.

O que disse Augusto Santos Silva? Qual é um dos principais problemas das empresas portuguesas? É “a fraquíssima qualidade da sua gestão”. E não só. Não percebem o que está em causa, diz o ministro, e até disse que se pode “esperar sentado” se se supõe que o atual tecido industrial português “é capaz, por si só, de perceber a vantagem em trazer inovação para o seu seio e a vantagem em contratar pós-graduados e doutorados”. “É preciso mudar o tecido industrial”, vincou. Não disse, mas pensou com toda a certeza, aproveite-se o período de saldos para vender os empresários portugueses e comprar outros. Os estrangeiros é que são bons.

Santos Silva “esqueceu-se”, convenientemente, que o tecido industrial está a mudar, para melhor, a uma velocidade sem paralelo, especialmente com a velocidade a que deveria estar a mudar a qualidade da classe política. E de alguns ministros.

Santos Silva gosta de andar na alta diplomacia, fugiu há quatro anos para a política externa, refugiou-se nos circuitos das capitais internacionais para evitar “sujar as mãos” com a geringonça e a política interna. É legítimo, mas de vez em quando regressa para “malhar”…

(excetos do texto de António Costa, no ECO)

Amor É Empatia ...

Amor é empatia, magnetismo, sintonia... 
Estado de graça, de deslumbramento, é encaixe, preenchimento, entusiasmo; 
encaixa os opostos, preenche o vazio, entusiasma até os momentos de nostalgia'
(Taísa A. Andrade) 

domingo, 29 de dezembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde


Há Um Joker No Nosso Pequeno Mundo Político ?

Há um Joker no nosso pequeno mundo político? Rebuscando bem, só se consegue descortinar alguém que, não sendo o Joker, está sempre a sorrir: o sr. Mário Centeno. Há, desde logo, uma grande diferença entre ambos: o Joker é um perdedor. O sr. Centeno era, até há pouco tempo, o vencedor. Todos, no Governo, usavam um “pin” com a sua face e todos tentavam imitá-lo a sorrir. Cansaram-se.
Enquanto sorria, o sr. Centeno aumentava os impostos, fazia cativações, não assinava transferência de verbas. Como aprendiz de Joker chegou mesmo a dizer que já tinha assinado a autorização para se contratarem quatro mestres para os barcos da Soflusa.
Quando um ministro da Finanças tem de autorizar pessoalmente contratações de pessoal de uma empresa, não precisamos de um Joker para desestabilizar. Com mais ou menos sorriso, ele está dentro do poder a fazer mais estragos do que dezenas de manifestações nas ruas.
Mas o sr. Centeno não é o Joker. Às vezes sonha ser Batman. Sonha com o equilíbrio orçamental. Com a ordem acima do caos. Só que essa ordem começou a dinamitar os pilares da estabilidade social. E, claro, as emoções dos eleitores. Recorde-se Joker – são os cortes do orçamento para o apoio social e para os medicamentos que levam Arthur (Joaquin Phoenix), à loucura.

(excertos do texto de Fernando Sobral, ECO)

As Coisas Difíceis De Serem Ditas ...



«As coisas que são difíceis de serem ditas, geralmente são as mais importantes.»