O governo podia “monitorizar” a corrupção, a incompetência e, para não desprezar a filha do sr. Vieira da Silva, o nepotismo. Em vez disso, optou por fiscalizar o que os cidadãos escrevem no Facebook.Alberto Gonçalves, OBSR
O governo podia “monitorizar” a corrupção, a incompetência e, para não desprezar a filha do sr. Vieira da Silva, o nepotismo. Em vez disso, optou por fiscalizar o que os cidadãos escrevem no Facebook.
Por todas estas razões, como outras que o espaço de um jornal não permite, acredito há anos que António Costa é uma outra versão de José Sócrates, com os mesmos tiques e os mesmos truques, a mesma falta de transparência e a mesma recusa em informar a sociedade sobre atos e decisões do Governo, mesmo os mais graves e questionáveis, como a bitola ibérica na ferrovia, a linha circular do metro, o aeroporto do Montijo, o porto do Barreiro, a TAP e, agora, os negócios do lítio e do hidrogénio.
Costa e Marcelo abriram a porta sem cuidar que a seguir havia a probabilidade de um abismo. A embriaguez de um milagre português, que nunca existiu, trouxe o pior dos nossos governantes à superfície.