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sábado, 7 de agosto de 2021

Os Erros


A confusão a fraude os erros cometidos
A transparência perdida — o grito
Que não conseguiu atravessar o opaco
O limiar e o linear perdidos

Deverá tudo passar a ser passado
Como projecto falhado e abandonado
Como papel que se atira ao cesto
Como abismo fracasso não esperança
Ou poderemos enfrentar e superar
Recomeçar a partir da página em branco
Como escrita de poema obstinado?

(Sophia de Mello Breyner Andresen)

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Notícias Ao Fim Da Tarde

Alerta Para O Atraso Na Criação De Instrumentos Para Responder A Grandes Calamidades.

Estamos a viver três tipos de crises: uma crise sanitária intensa e prolongada no tempo, uma crise económica onde o papel dos governos e do financiamento da economia está no topo das prioridades e uma crise climática.

Mas, das três crises, a maior de todas é sem dúvida a climática.

A última década foi a mais quente de que há registo. As recentes cheias ocorridas em Julho deste ano no centro da Europa, mostram-nos que estes eventos não são explicados apenas por fatores socioeconómicos (crescimento da população, maior concentração da população em grandes cidades e no litoral, maior concentração de capital em determinadas áreas), mas também se devem a mudanças climáticas.

Uma constatação destas mudanças climáticas é o facto de todos os anos batermos recordes na frequência do número de eventos catastróficos que são registados no mundo: temos assistido nos últimos anos a um aumento do peso dos riscos secundários (inundações, tempestades, incêndios) no total dos eventos extremos da natureza.  Se a estes juntarmos os eventos relacionados com os riscos primários (menor frequência e maior intensidade, como por exemplo os fenómenos sísmicos e os ciclones tropicais) então temos todos os ingredientes para termos anos onde os impactos na economia mundial serão muito significativos.

Em Espanha temos a figura do Consórcio que cobre perdas resultantes de determinados riscos de fenómenos da natureza. Na Nova Zelândia e na Turquia temos pools para a gestão do risco sísmico, no Reino Unido temos a criação da Pool Re e Flood Re para a gestão do risco de Inundações e em Portugal continuamos a adiar a criação de soluções.

(José Leão,ECO)

Governo

Os governos são para fazer bem com o pão próprio, e não para crescentar os bens com o pão alheio.

(Sermões, Padre António Vieira)

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Notícias Ao Fim Da Tarde

Aquilo Que É Impenetrável Para Nós Existe De Fato


“Aquilo que é impenetrável para nós existe de fato.
Por trás dos segredos da natureza há algo sutil, intangível e inexplicável.
A veneração a essa força que está além de tudo o que podemos compreender
 é a minha religião.”

(Albert Einstein)

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Notícias Ao Fim Da Tarde

Covid-19: Situação Em Portugal Hoje Quarta-feira

  •  977 mil casos confirmados (+3.203)
  • 17.412 óbitos (+15 mortes)
  • 5 102 casos ativos, para um total de 47.374 casos ativos (+120)
  • 919 internadas (-26)
  • 204 doentes em UCI

Quanto à matriz de risco, que atualizou os dados esta quarta-feira, o nível de incidência no território nacional mantém a tendência de decréscimo, situando-se hoje nos 376,9 casos por 100 mil habitantes a nível nacional. No continente, a incidência é de 384,5.

Por sua vez, o risco de transmissibilidade, o famoso Rt, abrandou ligeiramente, situa-se hoje em 0,92 tanto a nível nacional como no continente.

Quanto ao número de casos:

  • LVT (+1.262 novas infeções) num total de 381 mil casos
  • Norte (+1.035) totalizando 378 mil casos
  • Centro (+356 ) num total de130.761
  • Alentejo (+ 138) num total de (34.149 ) mais 297 no
  • Algarve (+297) num total de 33.749
  • Madeira (+51) 10.734
  • Açores (+64) 7.667

Do total de mortes: sete situaram-se no Norte (5.444), cinco em LVT (7.433), duas nos Centro (3.048) e uma no Algarve (394). No resto do país, o Alentejo lamenta 983 óbitos, enquanto que na Madeira e Açores contabilizaram-se 72 e 38 falecimentos, respectivamente, desde o início da pandemia.

Este É O País Com Mais Medalhas Nos Jogos Olímpicos Por Habitante Da História ( não é nem os EUA nem a China)

 Desde o início dos primeiros Jogos Olímpicos modernos, os Estados Unidos têm sido os vencedores desta competição internacional.

Até ao jogos do Rio de Janeiro, em 2016, o país da América do Norte somava 2.522 prémios.

Contudo, se a análise tiver por base a proporção da população, é um país europeu que toma a dianteira: a Finlândia, com 303 medalhas olímpicas.

O país nórdico é o que soma mais prémios por milhão de habitantes na história – quase 55 – , seguido da Hungria, com 51, e a Suécia, com 49.

De acordo com sua população, os Estados Unidos descem 40 posições na tabela, com apenas 7,6 por milhão de habitantes.

A Espanha também caiu igualmente vários lugares, com apenas 3,2 medalhas para cada milhão.

A Finlândia, com apenas 5,5 milhões de habitantes, deve grande parte dos prémios aos ‘Finns Voadores’, um grupo de atletas de longa e média distância que triunfou na década de 1920. Os membros mais conhecidos foram Paavo Nurmi, Ville Ritola, Albin Stenroos e Hannes Kolehmainen.

Entre os jogos de Estocolmo 1912 e Los Angeles 1932, o país conquistou praticamente metade dos troféus olímpicos que possui até agora: 148.

No outro extremo está a Índia, em que as 28 medalhas conquistadas em 2016 representavam apenas 0,03.

(Fonte: Inês Amado, Multinews)

Anoitecer ...


Nada renasce antes que se acabe. E o sol que desponta tem que anoitecer.

(Vinicius de Moraes)