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domingo, 2 de janeiro de 2022

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (1ª de 2022)

No fim de Janeiro há eleições, sabe-se lá como no meio do Ómicron. Mas há mais um problema que geralmente é esquecido: cruzando os dados do número de eleitores da Comissão Nacional de Eleições com as estimativas da população residente do Instituto nacional de Estatística verifica-se que há 600 mil eleitores a mais nos cadernos eleitorais, o que pode desvirtuar os resultados eleitorais.      (Falcão, A Esquina do Rio)

Não Digas Tudo ...

Não diga tudo o que sabes
Não faças tudo o que podes
Não acredite em tudo que ouves
Não gaste tudo o que tens

Porque:
Quem diz tudo o que sabe,
Quem faz tudo o que pode,
Quem acredita em tudo o que ouve,
Quem gasta tudo o que tem;

Muitas vezes diz o que não convém,
Faz o que não deve,
Julga o que não vê,
Gasta o que não pode.

(Provérbio Árabe)

sábado, 1 de janeiro de 2022

Notícias Ao Fim Da Tarde

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo!


Que o Ano Novo seja brilhante, e que o Ano Velho leve consigo todos os momentos tristes e negativos que vivemos!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase

    
Vamos para a terceira eleição em pandemia e o Parlamento ainda não conseguiu encontrar uma forma de permitir o voto a eleitores em isolamento. Até o desleixo devia ter limites. (Paulo Ferreira, ECO)

Borboleta Que Bates As Asas


Borboleta que bates as asas
Sou como tu –
Poeira de ser!

(Kobayashi Issa)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase

"A triunfante cultura de desresponsabilização política, que os partidos centrais da democracia – PS e PSD – cultivaram durante anos e que o atual Governo elevou a arte, não empobreceu apenas a nossa política. Está, como mal abstrato e em muitíssimos casos concretos, a dar cabo da nossa vida. "          (João Paulo Batalha, Sábado)

O Carlos Rodrigues Lima tirou bem o retrato do problema, ao escrever sobre a nossa obsessão pelos casos judiciais do momento: num país onde geralmente falham as outras instâncias de regulação social e sanção de abusos e arbitrariedades, tudo acaba no processo penal. Os tribunais, que deviam ser a última linha de defesa do Estado de Direito democrático, passam a ser a única linha de defesa, depois de falhar o escrutínio público assente num direito amplo dos cidadãos à informação; a responsabilização disciplinar dos serviços públicos; a responsabilização política dos decisores; a intervenção de reguladores e de toda a constelação de micro-organismos dedicados à defesa da integridade pública – ou ao entretenimento da população desatenta (às vezes é difícil distingui-los).

Quando, em cima disso, o próprio processo penal e o processo administrativo são labirínticos, difíceis e demorados de navegar, muito por culpa de legislação avulsa que confunde onde devia simplificar e que soma revisões sobre revisões, para carregar às costas da "Justiça" toda a injustiça de que é feito o funcionamento corriqueiro do Estado, nem a única linha de defesa nos vale. Vive-se o império da impunidade, no qual os poderosos da política e dos negócios que se vejam, a si ou aos seus, sob suspeita pública podem reclamar que se apure tudo "até às últimas consequências, doa a quem doer", porque sabem que as consequências serão nulas.