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sábado, 3 de fevereiro de 2024

Existência ...


Tudo aquilo que é da minha espécie, na natureza e na história, fala-me, louva-me, 
encoraja-me, consola-me: o resto não o entendo, ou esqueço-o imediatamente. 
Nunca estamos senão em nossa própria companhia.

(Friedrich Nietzsche) 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde


Saiba Como Vai Ser ?! - Este País

    O imposto sucessório - O contorcionismo chegou à política: veja-se o líder do partido que tem governado Portugal durante mais anos desde a instauração da democracia. Diz-nos diariamente que vai fazer tudo o que não fez nos últimos anos, desculpa-se por ter feito tudo o que fez -- mas nunca aprende. E, agora, o secretário-geral do Partido Socialista está cheio de vontade de nos presentear com um novo imposto sobre o património que deixamos aos nossos descendentes.Neste país de pouco investimento em que as empresas estão descapitalizadas -- país de gente pobre -- preocupa-me a forma como isso vai afetar a nossa maneira de viver quando cada família não tiver meios suficientes para suportar o imposto que lhe permitia manter os referidos bens -- segurança da sua existência. (...)      (Bruno Bobone,  DN)

Na verdade, alguém que tenha adquirido, durante a sua vida de trabalho, uma casa de habitação e um pequeno terreno que assista à subsistência da sua família, dificilmente poderá, com os magros rendimentos médios da população portuguesa e com a sobrecarga de impostos que recai sobre esses seus rendimentos, pagar mais um imposto.

Com a aplicação de um novo imposto sucessório ficarão diminuídos nos seus recursos para pagar ao Estado mais do que já hoje têm de pagar, aumentarão a probabilidade de perder o património empresarial que foi criado, mas arriscam ainda mais enfrentar um processo de falência por incapacidade financeira que os levará, a eles e aos seus empregados, a perder a sua ocupação e o seu rendimento.  (...)

Tudo isto em prol de uma ideologia despesista que insiste em marcar todas as decisões de uma esquerda que se esqueceu das pessoas e que apenas se serve a si mesma, como aconteceu nos casos da saúde e da educação, em que a população, a que tem capacidade para isso, passou a ter de se apoiar em seguros privados de saúde e em escolas privadas. Um desastre provocado pela ideologia.

Esta É A Frase (25)

   
  A importância de relembrar o Holocausto - É nossa obrigação manter viva a voz dos sobreviventes. Contudo, estes últimos 3 meses provaram que temos de abordar não apenas o resultado do ódio, mas também a sua causa, a antiga fonte que abriu o caminho para o Holocausto: o antissemitismo.     (Dor Shapira, DN)

“Há 500 anos, em Espanha e em Portugal, havia antissemitismo e o pretexto era a religião. Há 80 anos, na Alemanha, o pretexto era a raça. Nos nossos dias, o pretexto do antissemitismo é o sionismo.”

É chegado o momento de reconhecer, de uma vez por todas, tratar-se (ainda hoje) do mesmo ódio disfarçado de diferentes roupagens. Na verdade, estes pretextos antissemitas provam não ter nada a ver com o Estado de Israel -- afinal, há muito que se vandalizam sinagogas e se aterrorizam comunidades judaicas locais. Muito antes do Estado de Israel ter sido recriado.

Sondagem: Empate Técnico

     Com o PS (29%) e a AD (27%) estagnados, o Chega supera os 20%, com Ventura a ganhar impulso entre os eleitores à direita. Com a maioria de direita reforçada, os cenários pós-eleitorais complicam-se: dois terços dos eleitores potenciais do PSD recusam um acordo com o Chega. Com os indecisos nos 16%, os debates que começam na segunda-feira poderão ser decisivos. Por seu lado, Marcelo Rebelo de Sousa só conta aceitar um Governo de quem for o vencedor das eleições legislativas.   Expresso)

O Maior Dos Luxos É ...


 Quanto mais precisas para viver, mais tens de trabalhar e menos tempo tens para ti.
O maior dos luxos é o tempo. O tempo é o meu maior património.

(Miguel Esteves Cardoso)

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (24)

Os políticos em Portugal vivem num mundo próprio onde a realidade não entra. O choque acontece quando a realidade se faz acompanhar com um “mandado de busca”.    (Carlos Marques de Almeida, ECO)

 Portugal já é uma república de juízes. Um ciclo político está a chegar ao fim. E está a chegar ao fim da pior maneira possível e imaginária. A política em Portugal está entregue a personagens pequenas sem visão ou decência. Não há estadistas, não há heróis políticos que representem uma ideia para o país. A superfície democrática esconde a oligarquia dos interesses e das influências. É como se a democracia fosse um grande bazar com reservados para os grandes negócios. Os grandes negócios beneficiam uma pequena elite e a República sofre a demência de um regime novo que sempre foi velho. Velho nos vícios, velho nas ambições pessoais, velho na miséria de quem vem de baixo, velho sem mundo, velho com dinheiro novo. Com a sociedade bloqueada, só a política fornece o elevador social. E o elevador social é a vergonha da Nação.  (...)

A crise de Regime é o fim de um ciclo. E o fim de um ciclo é o fim de uma era. (...)

A decadência da democracia portuguesa exige o estabelecimento de um novo equilíbrio na relação entre os cidadãos, os representantes políticos e o Estado. Neste momento, a democracia de Abril é uma caricatura em farrapos, uma “falsa fantasia”, um formalismo eleitoral, um Parlamento com conversas de café, uma campanha eleitoral marcada pelo tacticismo de curto prazo. O novo ciclo exige trabalho político que a política se tem recusado a fazer. Nos dias de hoje, Portugal é uma democracia em transição.

Tornar-te-ás Só Quem Tu Sempre Foste

Tornar-te-ás só quem tu sempre foste.
O que te os deuses dão, dão no começo.
De uma só vez o Fado
Te dá o fado, que és um.

A pouco chega pois o esforço posto
Na medida da tua força nata —
A pouco, se não foste
Para mais concebido.

Contenta-te com seres quem não podes
Deixar de ser. Ainda te fica o vasto
Céu p’ra cobrir-te, e a terra,
Verde ou seca a seu tempo.
.
(12-5-1921,Ricardo Reis)

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde