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segunda-feira, 3 de junho de 2024

A Frase (126)

Trump é único. O único que pode levar a América a errar duas vezes. (Rui Pereira Vieira,CM)

Mesmo no país que se orgulha de ter a meca do cinema, nem o argumentista mais arrojado de Hollywood seria capaz de criar um percurso tão ardiloso quanto o de Donald Trump. O inefável magnata, que deixou cicatrizes na Casa Branca, arrisca-se a voltar à Sala Oval, antes de ir para a prisão. À beira dos 78 anos, insiste em ir a votos e em bradar ser vítima de um “julgamento fraudulento” –  crimes.mesmo que culpado de todos os 34

Sobre Quem Entra E Sai Da Nossa Vida


Sobre quem entra e quem sai da nossa vida penso o seguinte: ou é Deus nos abençoando, 
ou é Deus nos livrando. Ninguém é obrigado a nos tolerar ou aceitar, porém, 
se alguém decide ficar do nosso lado é porque o sentimento e o respeito que elas nos oferecem 
estão além das nossas imperfeições. Quanto aos que saem, valeu o tempo e o aprendizado, 
batam a porta por favor, e sejam felizes...

(Cecilia Sfalsin)

domingo, 2 de junho de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde


Montenegro É O Político Mais Popular

Não há nenhum político português com mais avaliações positivas (54%) do que Luís Montenegro, de acordo com os resultados do primeiro barómetro deste novo ciclo político feito pela Aximage para o DN, JN e TSF. Num outro indicador relevante, o atual primeiro-ministro (40%) bate Pedro Nuno Santos (28%) na confiança para chefiar o governo. Acresce outra má notícia para o líder socialista: os portugueses indicam André Ventura como principal figura da oposição (43%). (informação completa aqui)


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O Tempo Pode Fazer Esquecer...


O tempo pode fazer esquecer ou aumentar ainda mais um sentimento. 
Não resolve dar tempo ao tempo, se não der tempo ao pensamento.

(Cecília de Sousa e Sousa)

sábado, 1 de junho de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Importância E O Significado Das Eleições Europeias

  
Não se sabe se vivemos o fim da Europa. É possível que esta renasça ou se transforme. Mas esta fase da metamorfose é dolorosa e arriscada. (António Barreto, Público)

Nestas eleições, ditas europeias, o que interessa aos portugueses é saber se o PS ganha ou perde, se o PSD perde ou ganha, se o Chega empata, se o PCP e o Bloco ainda conseguem e se a Iniciativa já lá está. Mas não nos sintamos diminuídos. Este enredo é igual ao de todos os outros. Em cada país, as eleições europeias servem para “aferir” os resultados nacionais pretéritos. (António Barreto, Público)

     Esta perda de importância e de significado das eleições europeias é tanto mais chocante quanto coincide com as guerras actuais e a enorme crise que se anuncia para a Europa. Quando deveria estar mais forte do que nunca, por causa das ameaças externas, está a União talvez no seu mais débil momento.

Todo o trabalho, colectivo e estratégico, feito no sentido de uma Europa mais homogénea, foi empreendimento suicidário: a Europa ou é plural e heterogénea ou não é.

Nós, Europeus, cometemos, nestas últimas décadas, erros quase fatais. Entregámos a defesa aos Estados Unidos. Confiámos na energia da Rússia, de quem ficámos dependentes. Exportámos a indústria para a China, que agora nos despreza. Explorámos a mão de obra da Índia, que hoje não nos enxerga. Abrimos as portas aos imigrantes, que agora nos preocupam. Deixámos de dar valor ao trabalho.

Acreditámos na abertura desbragada de fronteiras, sem perceber que estávamos a estimular a clandestinidade, a ilegalidade e a marginalidade. Recorremos desenfreadamente ao trabalho imigrante que permite aos europeus descansar e dar-lhes tempo de divertimento.

Todos estes erros foram cometidos em quadro desfavorável à força europeia: o da globalização. Esta, apesar de indiscutíveis vantagens, significou uma efectiva perda do sentido cultural e do valor cívico da comunidade nacional. Todo o trabalho, colectivo e estratégico, feito no sentido de uma Europa mais homogénea, foi empreendimento suicidário: a Europa ou é plural e heterogénea ou não é. (ler aqui texto completo)

Nota: Por muito que se diga e escreva, esta é a verdade nua e crua.

Vitral ...

"Alguns dias parecem encaixar-se como uma janela de vitral. 
Cem pequenas peças de cor e humor diferentes que, quando combinados, 
criam uma imagem completa.

(Maggie Stiefvater)

sexta-feira, 31 de maio de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (125)

O derrotismo ocidental tem a sua raiz, não no cepticismo, mas na ilusão. É o reflexo de um mundo que já não existe. O Ocidente já não produz a maior parte da riqueza mundial. A democracia e a economia de mercado já não são o fim da história. Na Ucrânia e em Israel, não está apenas em causa a existência de Estados que potências locais se recusam a reconhecer. Está em causa a ordem mundial, que ditaduras como a de Putin e do Ayatollah pretendem refazer à sua imagem. Não é só Zelensky que deve estar preocupado.    (Rui Ramos, OBSR)

O ar sombrio de Zelensky tem razão de ser. Dois anos depois, reacenderam-se por todo o Ocidente as dúvidas que em 2022, nas primeiras horas da invasão russa, terão levado Joe Biden, esse especialista em retiradas catastróficas, a propor a fuga a Zelensky.

Sim, há dificuldades e nem tudo corre bem. Mas numa guerra, por maior que seja a vantagem, há sempre dificuldades e nem tudo corre sempre bem. É por isso que a firmeza dos líderes, a resiliência dos combatentes e a convicção das sociedades importam. Mas aqui não é apenas de dificuldades que se trata. É de outra coisa: uma inclinação para acreditar que qualquer esforço militar ocidental está condenado ao fracasso, é ilegítimo e se revelará inútil. É isso que vemos em relação à Ucrânia e a Israel. (...)

Todas as guerras parecem, aos ocidentais, destinadas a ser outro Vietname: o Ocidente, moralmente comprometido, acabará por desistir. É como se houvesse no Ocidente uma tendência para compensar a assimetria militar, que lhe é favorável, com uma assimetria moral, que joga a favor dos seus adversários, por mais hediondos que sejam. (...)