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terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Lembro-me Do Passado


 Lembro-me do passado, não com melancolia ou saudade, mas com a sabedoria 
da maturidade que me faz projetar no presente aquilo que, sendo belo, 
não se perdeu.

(Lya Luft)

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (27)

Portugal vai-se afastando paulatinamente do inferno dos juros altos, com rácios de dívida melhores do que os de Espanha, Bélgica, França, Itália e Grécia.
Apesar do ruído em torno dos Orçamentos, com propostas de pôr os cabelos em pé, sobretudo oriundas dos extremos, há que reconhecer que vai imperando o princípio da ponderação e da defesa do interesse nacional. 
 (José Mendes, DN)

A responsabilidade orçamental que PSD e PS entregam aos eleitores é um património que devem manter presente aquando das suas escolhas. Foi o bom da semana.

Agora, a regra da (in)consistência entre palavra e ação. O Bloco de Esquerda, que berra a defesa das mulheres e dos desprotegidos, resolveu despedir cinco das suas funcionárias, que coincidentemente eram recém-mães e ainda amamentavam.

Foi mau, muito mau.

E para não se ficar atrás, o Chega, que grita a sua condição de “pessoas de bem” e promete acabar com os bandidos, descobre que nas suas fileiras milita um deputado da República que anda a roubar malas no aeroporto, levando-as depois, mais ao seu conteúdo, para o gabinete que ocupa na casa da democracia.

Foi feio, muito feio.

Confie Na Sombra

Às vezes parece impossível encontrar alguém em quem realmente dá para confiar. 
É tanta gente enganando, mentindo, prejudicando os outros, tudo só para ter uma pequena vantagem, 
que muitas vezes nem é grande coisa, é só para ter o poder de superar alguém. 
Ainda tenho esperança de que existe gente boa no mundo, mas, enquanto ainda não tenho prova, 
prefiro confiar apenas na minha própria sombra.

domingo, 26 de janeiro de 2025

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (26)

Em menos de uma semana há uma conclusão a tirar. Donald Trump pode fazer a Europa acordar. Ou pode destruí-la.   (Teresa Sousa, Público)

Bastaram as duas frases iniciais do discurso do Presidente Zelensky no Fórum Económico Mundial, em Davos, para descrever uma realidade que devia alarmar os líderes europeus presentes na célebre estância de Inverno suíça. “Quero falar do futuro da Europa convosco, o que basicamente quer dizer o futuro de muitas das pessoas aqui presentes. Neste momento, todos os olhos estão postos em Washington. Mas quem está realmente a olhar para a Europa? Esta é a questão essencial que a Europa enfrenta. Não é só sobre ideias. É sobre as pessoas e como viverão num mundo em constante mudança.

Calmaria


Caso um beijo distante
Bata levemente em tua janela
Fecha os olhos
Ouve a magia
Sente a máxima sensação
Da intensa calmaria que a toma
Embevece a alma
E o espírito sabiamente silencia

Sensatos são os momentos
De interna ponderação
O coração aquieta o pensamento
E vice-versa nos tornamos parte
Daquilo que se imagina

Assobia agora qualquer canção
Vai sentir que o sopro da melodia
Distraída te recobre e aquece
O frio de tua mão
Como se agora estivesse
Intensamente ardente
Ainda que virtual
O mundo que você precisa
E o sonho que de você deseja
Que quando bem sonhado
Sossega e sacia

(Paulo Sérgio Rosseto)

sábado, 25 de janeiro de 2025

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (25)

Na Europa, seremos campeões na regulação de empresas e tecnologias norte-americanas e chinesas. Apenas polícias do sucesso dos outros. É poucochinho.(Ricardo Santos Ferreira, J Económico)

Numa coisa a Europa lidera, na regulação. Estamos “na vanguarda da criação de uma IA mais segura e fiável, enfrentando os riscos do seu uso indevido”, dizia Ursula von der Leyen no seu programa para o segundo mandato a presidir à Comissão Europeia. Ou seja, seremos campeões na regulação de empresas e tecnologias norte-americanas e chinesas. Apenas polícias do sucesso dos outros. É poucochinho.

Alguns Vêem As Coisas Como São ...


 Alguns homens vêem as coisas como são e dizem «Por quê?» 
Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo «Por que não?».

(George Bernard Shaw)