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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Está Encontrado O Busílis : Estão Cada Vez Mais Burros ...

Segundo um estudo da Universidade de Amesterdão os seres humanos perderam, em média, 14 pontos de Q.I. desde o final da era vitoriana.

O trabalho foi conduzido por Jan te Nijenhuis, professor de trabalho e organização psicológica, que defende que os resultados se devem, sobretudo, à diminuição constante da taxa de natalidade das mulheres mais inteligentes, em comparação com o inverso nas mulheres com menor Q.I.

"A redução na inteligência humana (se é que há alguma) começou na altura em que selecção genética se tornou mais relaxada. Isto ocorreu porque os nossos antecessores começaram a viver em sociedades de alta densidade (cidades) e a ter acesso a um fluxo constante de comida", afirmou ao "Huffington Post", Gerald Crabtree, professor de patologia e biologia na Universidade de Stanford. 

Quer saber mais? - leia aqui.

A Verdade É Que o Mundo Mudou, A Europa Mudou, A Alemanha Mudou, E ...

... Que temos de lidar simultaneamente com as consequências de todas estas mudanças.

O mundo mudou com a prodigiosa entrada em cena da Ásia, e especialmente da China, que é hoje a 2.ª potência económica do mundo.

A Europa mudou com o imprevisível colapso dos regimes comunistas e o imprudente alargamento ao Leste da União Europeia, que, de resto - é bom não o esquecer -, deixou Portugal bem entalado entre a pressão competitiva do Leste Europeu e da Ásia.

E a Alemanha mudou completamente com a reunificação, que a colocou de novo, sem que ninguém o esperasse e num contexto que ninguém tinha previsto, em posição de destacada potência europeia, e de uma potência que rapidamente começou a olhar mais para o mundo do que para os seus parceiros europeus.

Se a Europa era o destino da Alemanha, como Helmut Kohl repetidamente proclamava, ela passou a ser, com Angela Merkel, um mero instrumento da ambição global alemã. (leia aqui o artigo completo)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Saímos Da Bancarrota ...

Ao fim de três anos, o país deixa de estar no grupo das dez economias com maior risco de incumprimento para onde entrou no segundo trimestre de 2010. - É o Expresso que o diz.

Hoje, é assim, amanhã logo se vê ...

Aparentemente Apáticos? - Sobrevivência

A apatia é de certo modo um alheamento que permite sobreviver mentalmente ao nosso progressivo desespero.

Como afirma Charles Chaplin «Desespero é um narcótico. Ele tranquiliza a mente com a apatia.»

 ... Resta saber até quando aguentamos, sem fé e sem esperança.

terça-feira, 21 de maio de 2013

É O Pior Ataque À Nossa Cultura E Economia Desde Que Nascemos ...

«No PÚBLICO.pt de ontem dá-se conta de uma reportagem da LUSA sobre o protesto dos pequenos produtores da aldeia transmontana de Duas Igrejas contra a nova lei das sementes que está quase a ser aprovada pelo Parlamento Europeu. Falam por todas as sementes, todas as hortas, todos os agricultores e, sobretudo, pela economia e cultura portuguesas. A lei das sementes - que proíbe, regulamentando, a milenária troca de sementes entre produtores - é pior do que uma invasão francesa de Napoleão.
É uma invasão fascista que quer queimar a terra para preparar a incursão das agro-corporações multinacionais (como a gigantesca e sinistra Monsanto) que virão patentear as sementes que são nossas há que séculos, obrigando-nos depois a pagar-lhes direitos de autor, só por serem legalisticamente mais espertos. Pense-se em cada semente como uma palavra da língua portuguesa. Na nova lei colonialista das sementes é como obrigar os portugueses a sofrer a chatice e a despesa de registar tudo o que dizem, burocratizando cada conversa.
Atenção: é o pior ataque à nossa cultura e economia desde que todos nascemos. Querem empobrecer-nos e tornar-nos ainda mais pobres do que somos, roubando-nos as nossas poucas riquezas para podermos passar a ter de comprá-las a empresas multinacionais que se apoderaram delas, legalmente mas sem qualquer mérito, desculpa ou escrutínio.
Revoltemo-nos. Já. Faltam poucos dias antes de ser ter tarde de mais. E para sempre. Acorde.»
Por Miguel Esteves Cardoso, Público


Nota: artigo obtido no facebook a partir de 'terra solta'

Conselho De Estado ...



... Depois de sete horas , foi lido um comunicado que pouco ou nada adianta.
No entanto o DN parece saber o que se passou - leia aqui.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Om ...

... O mantra mais importante de todos é o Om. Diz-se que ele contém o conhecimento dos Vedas e é  considerado o corpo sonoro do Absoluto, Shabda Brahman.

O Om é o som do Infinito e a semente que fecunda os outros mantras. A Mandúkya Upanishad começa dizendo que "o Om é o mundo inteiro. O passado, o presente, o futuro: tudo é o mantra Om". As Escrituras contam que o mantra Om, amplificado na caixa de ressonância do vazio primordial, se propagou até criar o espaço e as galáxias.

Segundo o Taittiriya Brahmana, foi a vibração, o movimento, o que engendrou os primeiros ritmos no cosmos. Alguns milénios depois, o professor Fred Hoyle, da Universidade de Cambridge, deu a essa primeira vibração expansiva o nome de big bang, a grande explosão inicial, a partir da qual começou a manifestação do Universo. Antes do big bang, a sede dos mantras é paramákásha, o espaço primigénio, o eterno e imutável substrato do Universo do qual, através da palavra, se manifestou a criação. Seguramente conhece a afirmação do Evangelho segundo São João: "no início era o Verbo". E o Verbo era o big bang!

O Om é formado pelo ditongo das vogais a e u, e a nasalização, representada pela letra m. Por isso é que, às vezes, aparece como Aum. Essas três letras correspondem, segundo a Maitrí Upanishad, aos três estados de consciência: vigília, sono e sonho: "este Átman é o mantra eterno Om, os seus três sons, a, u e m, são os três primeiros estados de consciência, e esses três estados são os três sons" (VIII).

Escutar o mantra Om é como escutar o próprio Brahman, o Absoluto.
Pronunciar o mantra Om é como transportar-se à residência do Absoluto.
A visão do mantra Om é como a visão da própria forma.
A contemplação do mantra Om é como atingir a forma do Absoluto.

Om   Om   Om

domingo, 19 de maio de 2013

Destino, Acaso Ou Coincidência ...

Podemos muito bem, se for esse o nosso desejo, vaguear sem destino pelo vasto mundo do acaso. Que é como quem diz, sem raízes, exactamente da mesma maneira que a semente alada de certas plantas esvoaça ao sabor da brisa primaveril.
E, contudo, não faltará ao mesmo tempo quem negue a existência daquilo a que se convencionou chamar o destino. O que está feito, feito está, o que tem se ser tem muita força e por aí fora. Por outras palavras, quer queiramos quer não, a nossa existência resume-se a uma sucessão de instantes passageiros aprisionados entre o «tudo» que ficou para trás e o «nada» que temos pela frente. Decididamente, neste mundo não há lugar para as coincidências nem para as probabilidades.


Haruki Murakami 

Até Quando Aguentam As Cobaias ?

« Em Portugal quem tem um bocadinho de poder faz experiências. Depois verifica se os portugueses adormecem ou se ensandecem. Satisfeitos, viram-se para novas experiências. Compreende-se que a crise leve a que mentes iluminadas julguem que os portugueses podem ser contratados como cobaias, mas começa a ser altura de se ter bom senso. Os políticos gostam de tirar da cartola ideias que só fazem sentido no seu pequeno mundo. Gostam de transformar a realidade à imagem das suas alucinações. Mas começam a ser demasiadas experiências sobre as mesmas cobaias.»

Fonte: FS 

sábado, 18 de maio de 2013

Saiba O Que Podia Acontecer Se Os 17 Países Do Euro Fossem Analisados Como Um Único País ...

No momento em que a dívida da moeda única atinge os 8,6 biliões de euros. O que corresponde a 90% do PIB, Portugal só seria responsável por 2,3%.

Segundo os dados do Eurostat, de final de Abril, se os 17 países do euro fossem analisados como um único país, teríamos um Estado com um produto interno bruto de 9,5 biliões de euros – ou 59 vezes o tamanho da economia portuguesa – e uma dívida de 8,6 biliões – ou 44 vezes o nível de endividamento da administração pública portuguesa. O peso de Portugal neste PIB da zona euro seria de 1,7%, ao passo que no nível de endividamento seria de 2,3%, diferença explicada pelo facto de hoje Lisboa apresentar uma dívida superior a 100% do PIB. Já a taxa de desemprego deste Estado fictício estaria nos 12,1%.
Leia aqui a opinião de Paul Grauwe, economista belga e conselheiro da Comissão Europeia.