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terça-feira, 5 de junho de 2018
Visor Detecta Derrame Em Segundos Com Eficiência De 92%
Oclusões no cérebroUm sensor usado como uma viseira consegue detectar o surgimento de obstruções em vasos sanguíneos - oclusões - em pacientes com suspeita de AVC com 92% de precisão.
Em comparação, o exame físico padrão alcançou entre 40 e 89% de precisão na identificação de pacientes com oclusão de grandes vasos que poderiam se beneficiar da terapia endovascular.
O aparelho permite que os pacientes sejam atendidos por equipes de emergência ou em prontos-socorros comuns e, os com oclusões em vasos sanguíneos importantes, podem então ser encaminhados para um centro especializado.
Terapia endovascular
A terapia endovascular em 24 horas é o padrão de tratamento para a oclusão emergente de grandes vasos, mas a chance de alcançar um bom resultado diminui em
aproximadamente 20% para cada hora que passa antes do tratamento.
Os investigadores esperam que o aparelho economize um tempo valioso quando for usado por pessoal médico de emergência, incluindo atendimentos locais.
"A transferência entre hospitais leva muito tempo. Se pudermos dar a informação ao pessoal de emergência no campo de que se trata de uma oclusão de grandes vasos, isso deve indicar a que hospital devem se dirigir," disse o Dr. Raymond Turner, da Universidade Médica da Carolina do Sul, chefe da equipe que desenvolveu o aparelho.
Espectroscopia volumétrica
A tecnologia por trás do aparelho chama-se espectroscopia volumétrica por deslocamento de impedância de fase e consiste em enviar ondas de rádio de baixa energia através do cérebro; essas ondas mudam de frequência quando passam por fluidos.
As ondas são refletidas de volta através do cérebro e, em seguida, detectadas pelo aparelho. Quando um paciente está a ter um derrame grave, os fluidos do cérebro mudam, produzindo uma assimetria nas ondas de rádio que são detectadas. Quanto maior a assimetria, mais grave é o derrame.
segunda-feira, 4 de junho de 2018
Esta É A Frase
Que estes escassos dias de susto [crise italiana] sirvam para recordar o que se passou há dez anos, evitando que se repitam erros. De nada serve vir depois dizer que foi por causa de uma crise internacional. Elas vão acontecer sempre, mais tarde ou mais cedo, e compete-nos criar condições para lidar com o que corre mal. Porque, como se vê, perante as mesmas crises internacionais há uns que as passam sem sobressalto, enquanto outros vão logo ao tapete e ali ficam durante longos anos, com custos sociais e económicos muito violentos. Discutir imaginárias “folgas” orçamentais é não ter aprendido nada com o resgate.Paulo Ferreira, ECO
Cada Um É Um Mundo;E Como Em Cada Fonte
Cada um é um mundo; e como em cada fonte
Uma deidade vela, em cada homem
Porque não há de haver
Um deus só de ele homem?
Na encoberta sucessão das cousas,
Só o sábio sente, que não foi mais nada
Que a vida que deixou.
Ricardo Reis
domingo, 3 de junho de 2018
Verdade É Que A Desconfiança Aumenta Sobre A Proteção De Dados
Verdade é que a desconfiança aumenta. Com a ideia de que estamos a proteger os dados, corre-se o risco de passar ao lado do essencial. Na verdade, aquilo de que deveria tratar-se era de proteger os cidadãos. Evidentemente, uma coisa leva à outra e vice-versa. Mas é mais interessante colocar a tónica no cidadão. É por ele que se devem proteger os dados. Não o contrário.
Dá para pensar no que acontece ou pode acontecer cada vez que num comércio o funcionário diz, com ar desolado, "Pode por favor digitar outra vez o seu PIN? É que houve uma anomalia...". Com que direito, com que autorização, um serviço fornece os dados pessoais de uma conta bancária? Compreender-se-ia, provavelmente, que esses serviços dissessem ao comerciante que aquele cliente, naquele momento, tinha saldo para cobrir aquela quantia. Mas desvendar os movimentos, os saldos, as entidades que pagaram ou receberam, com datas e montantes, tanto do serviço de multibanco como da conta bancária... Não lembra ao diabo!
Os bancos sabem o que se passa? Como se defendem? As autoridades reguladoras e outras conhecem estes mecanismos? E permitem? A Comissão Nacional de Protecção de Dados está ao corrente desta situação? Fez alguma coisa? A União Europeia e o BCE sabem e permitem? Nos outros países europeus também é assim? Os nossos governantes e os deputados sabem disto? E aceitam? E não se importam?
(excertos do artigo de António Barreto, hoje no DN)
Dá para pensar no que acontece ou pode acontecer cada vez que num comércio o funcionário diz, com ar desolado, "Pode por favor digitar outra vez o seu PIN? É que houve uma anomalia...". Com que direito, com que autorização, um serviço fornece os dados pessoais de uma conta bancária? Compreender-se-ia, provavelmente, que esses serviços dissessem ao comerciante que aquele cliente, naquele momento, tinha saldo para cobrir aquela quantia. Mas desvendar os movimentos, os saldos, as entidades que pagaram ou receberam, com datas e montantes, tanto do serviço de multibanco como da conta bancária... Não lembra ao diabo!
Os bancos sabem o que se passa? Como se defendem? As autoridades reguladoras e outras conhecem estes mecanismos? E permitem? A Comissão Nacional de Protecção de Dados está ao corrente desta situação? Fez alguma coisa? A União Europeia e o BCE sabem e permitem? Nos outros países europeus também é assim? Os nossos governantes e os deputados sabem disto? E aceitam? E não se importam?
(excertos do artigo de António Barreto, hoje no DN)
Domingo ...
Adoro o cheiro das manhãs ensolaradas.
Com grama molhada e brisa no ar.
Com grama molhada e brisa no ar.
Pássaros cantando, cachorros correndo.
Um café no bule e um pão quentinho com manteiga.
Lembrar que é domingo e que não há compromissos.
E que tenho o dia inteirinho para eu me fazer feliz.
BFB
sábado, 2 de junho de 2018
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