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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
Notícias Ao Fim Da Tarde
Este É O Quarto De Século Socialista. E ... Ora leia !
Portugal é latino mas tem impostos superiores aos escandinavos e não cresce de forma sustentada porque tem uma fiscalidade que asfixia o sucesso. É o Quarto de Século Socialista.Nos últimos 25 anos da nossa democracia, o Partido Socialista esteve sempre no poder excepto em dois momentos, os períodos do pântano e da troika.
Neste Quarto de Século Socialista, comparando Rendimentos per Capita em Paridades de Poder de Compra, Portugal foi ultrapassado por Malta, República Checa, Eslovénia, Estónia, Eslováquia e até pela Lituânia. A Lituânia que em 1995 tinha um PIBpc que era apenas 40% do português, só necessitou de pouco mais de duas décadas para nos suplantar. Quando terminar esta legislatura, é muito provável que tenhamos sido ultrapassados também pela Letónia e pela Polónia.
Neste Quarto de Século Socialista, expulsámos as nossas melhores holdings para a Holanda, deixámos que os nossos fundos sejam investidos a partir do Luxemburgo e assistimos passivamente às grandes multinacionais a ignorarem sistematicamente Portugal como possibilidade para instalarem as suas sedes europeias. Neste Quarto de Século Socialista permitimos que muitos dos nossos melhores e mais promissores quadros emigrassem para qualquer lugar onde o mérito seja mais reconhecido.
Regularmente, ouvimos da parte de alguns comentadores e cronistas, defensores de uma maior intervenção do estado na economia, a afirmação de que os impostos em Portugal não são altos. Têm razão. São altíssimos. A sugestão de que outros países da Europa têm cargas fiscais maiores baseia-se num truque: comparar taxas de impostos para níveis de rendimento diferentes.
O alojamento local estava a mexer? Mais impostos. O desemprego continua a baixar? Novas leis laborais, mais restritivas. Os transportes públicos estavam em queda? Mais subsídios.
Aumentam-se impostos sobre toda a economia, e argumenta-se acaloradamente, que esses aumentos não afectam negativamente o crescimento.
Em resumo, Portugal é latino mas tem impostos superiores aos escandinavos. É pobre com impostos de rico. E não cresce de forma sustentada, entre outros motivos, porque tem uma fiscalidade que asfixia o sucesso. Temos excesso de socialismo e escassez de liberalismo. A consequência do Quarto de Século Socialista é o Portugal medíocre, estagnado, na cauda da Europa e sem futuro que as futuras gerações vão herdar.
Resta saber até quando continuaremos neste caminho.
(excertos do texto de João Caetano Dias no ECO)
Um Pouco De Filosofia ...
Um pouco de filosofia leva a mente humana ao ateísmo,
mas a profundidade da filosofia leva-a para a religião.
Francis Bacon
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
Notícias Ao Fim Da Tarde
- China quer criar mega banco de investimento para competir com gigantes de Wall Street
- Estas são as 10 aplicações mais descarregadas da década
- Finanças penhoram 175 salários e 48 imóveis por dia
- Hoje há sorteio extraordinário da Fatura da Sorte. Em jogo estão 255 mil euros
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- PCP questiona Governo se há um efetivo reforço do Serviço Nacional de Saúde
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Hoje É O “Boxing Day” – Sabe O Que É?
- Ora Leia
É uma tradição dos países anglófonos e que remonta à Idade Média e que, até aos dias de hoje tem sofrido algumas alterações.
“Boxing Day” é o dia depois do natal, o 26 de dezembro, e deve-se originalmente à entrega de presentes às classes mais baixas por parte da elite. Esses presentes, ou doações, eram colocadas na tradicional “Christmas box” (caixa de Natal) e daí surge o nome do dia.
Nos dias de hoje o “Boxing Day” marca também a liquidação total ou saldos de estabelecimentos comerciais que vendem os seus “stocks” a baixo preço. É um dos dias mais movimentados em numerosos países, com destaque para a Inglaterra e o Canadá, onde as coisas às vezes descambam.
Em Inglaterra, manda a tradição mais recente, que seja também um dia em que as famílias vão ao futebol, realizando-se sempre uma jornada da Liga Inglesa neste dia, batendo também recordes ao nível das audiências televisivas.
As restantes modalidades desportivas quiseram começar também a assinalar o dia e realizam-se várias atividades de hipismo, râguebi, entre outros.
Foram ainda criadas mais tradições em redor deste dia como a entregar presentes aos familiares mais afastados e é também o dia da Caça à Raposa na Grã-Bretanha, uma tradição que entretanto foi proibida, mas que nem isso evita que os caçadores se vistam e se reúnam como se tratasse de um dia de caça tradicional.
Fonte: Tribuna Alentejo
Eu Amo Tudo O Que Foi ... E Hoje É Outro Dia
A dor que já me não dói
A antiga e errônea fé
O ontem que a dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia.
Fernando Pessoa
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
O Natal Como O Sinto
O Natal, como o sinto é um misto de amizade e amor.
Amor repartido pela família, pelos amigos, por todos aqueles que estão connosco, em todos os momentos da nossa vida, bons e maus, que se regozijam com a nossa felicidade e se entristecem com a nossa desventura.
Natal é amor, carinho e também tristeza pelo sentimento de perda, ausência de entes queridos que já não estão entre nós.
Amor e dor que nos transportam à alegria e às lágrimas, à antítese da vida.
Vivamos pois, rodeados de quem nos faz feliz.
A todos desejo um BOM NATAL!
Amor repartido pela família, pelos amigos, por todos aqueles que estão connosco, em todos os momentos da nossa vida, bons e maus, que se regozijam com a nossa felicidade e se entristecem com a nossa desventura.
Natal é amor, carinho e também tristeza pelo sentimento de perda, ausência de entes queridos que já não estão entre nós.
Amor e dor que nos transportam à alegria e às lágrimas, à antítese da vida.
Vivamos pois, rodeados de quem nos faz feliz.
A todos desejo um BOM NATAL!
segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
domingo, 22 de dezembro de 2019
O Pior É Que, Com Tudo O Que Perde, A Europa Também Pode Perder A Sua diversidade Nacional, A Democracia E As Liberdades
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| De:António Barreto |
A Europa perdeu a batalha da defesa: se tiver de se defender, depende de outros, de americanos em particular. Desde que eles estejam dispostos, o que é cada vez menos verdade. Talvez a Europa seja ainda um farol na justiça, nos direitos humanos e na protecção social. Nem sempre. Mas talvez. Só que, para isso, é necessário ter riqueza, instituições, democracia, consensos, defesa e segurança.
O que vai faltando… Os europeus sabem gastar e distribuir. Mas sabem cada vez menos criar, poupar, consolidar e desenvolver. Sem estes, aqueles não são possíveis.
É destes momentos que se faz também a história: parece que tudo conduz ao erro, os homens estão fechados num círculo de fogo e não sabem como sair. Em frente ao desastre, ninguém sabe ou quer evitá-lo! Perdeu a Europa, perdeu a Grã-Bretanha, talvez tenha perdido o mundo.
Faremos este luto durante muitos anos. A Europa perdeu o seu mais eficiente e bem equipado exército, as suas mais formidáveis universidades, os seus campos mais equilibrados e preservados, o seu mais criativo sistema financeiro e a sua cultura mais universal.
O pior é que muitos europeus ficaram felizes com essas perdas!
Esta desastrada aventura apenas começou. (...)
Ganhou sentido o cartaz de uma manifestação, há alguns anos, em Madrid: “Os nossos sonhos não cabem nas vossas urnas”! Ficámos a saber que a Europa estabelecida, a Europa dos Conselhos e do Parlamento, a Europa da Comissão e das Políticas comuns, já não é capaz de perceber o que querem os povos. E temos a consciência, agora, de que, sem capacidade para se auto-regenerar, a Europa abrirá as portas aos realmente anti-europeus e anti-democráticos, de esquerda e de direita. Do Oriente e do Ocidente. Nacionalistas ou não.
Gradualmente, a Europa perde os seus traços antigos: a cultura clássica helénica, o Cristianismo, o espírito do Renascimento e o iluminismo. Em troca, vai recebendo o poderio da cultura de massas americana, o irredentismo islâmico e o multiculturalismo afro-asiático. O pior é que, com tudo o que perde, a Europa também pode perder a sua diversidade nacional, a democracia e as liberdades.
(Excertos Grande Angular - A morte da Europa, António Barreto, Público)
(Excertos Grande Angular - A morte da Europa, António Barreto, Público)
Boas Festas!
Natal é um período que
faz o mundo pensar,
reflectir,
sonhar.
Que o amor
cresça entre nós
que a esperança floresça.
Não deixais que termine.
BOAS FESTAS
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