- Covid-19: Administrador da Sonangol é um dos dois infetados em Angola
- Finlândia regista primeira morte por infeção do novo coronavírus
- “Data prevista para ocorrência do pico deverá ser à volta de 14 de abril”, diz a ministra da Saúde
- TAP trará portugueses da Praia, Sal, Bissau e São Tomé na próxima semana
- Marcelo tenta travar a saída de Centeno do Ministério das Finanças
- Pedro Baltazar diz que o setor dos media está “quase parado” mas que existe “a oportunidade de alguma retoma no investimento”
- Afirmações sobre avaliação final do 3.º período letivo são "extemporâneas e meramente conjeturais", afirma Ministério da Educação
- Que indústrias estão a ser mais afetadas? Quase todas e o pior vem aí, avisam as empresas
- Itália com mais 793 mortes em 24 horas e mais 6557 casos positivos
- EUA aprovam teste que garante diagnosticar coronavírus em 45 minutos
- Espanha. Hospitais a colapsar, mas mantêm-se os engarrafamentos para sair das cidades ao fim de semana
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sábado, 21 de março de 2020
Notícias Ao Fim Da Tarde
CORONAVÍRUS O mapa e todas as estatísticas da evolução do coronavírus em Portugal
O Governo criou um site para acompanhar o covid-19, que inclui uma plataforma onde estão agregados todos os dados oficiais sobre a propagação do coronavírus em Portugal.
Em cima pode visualizar todos os dados, que vão ser atualizados, diariamente.
Que Efeitos Tem Esta Chuva Sobre o Coronavírus?
Os vírus não se dão bem com chuva, com humidade alta e com calor. Tudo indica que o novo coronavírus vá sair da Europa e deslocar-se para o Hemisfério Sul.Um dos enigmas do novo coronavírus é se vai abrandar com a chegada do calor. Muitos pensam que sim, associando o seu comportamento ao das gripes - mas a doutrina diverge. E quanto à chuva, que por exemplo está a cair agora em Portugal? Já lá vamos. Primeiro o calor.
Marc Lipsitch, epidemiologista em Harvard, citado pela New York Magazine, diz que tal pode ser aceitável para um vírus antigo, mas para um novo não, porque quase ninguém lhe tem imunidade. "Em termos simples, vírus que circulam há muito tempo, podem espalhar-se pela população apenas quando as condições são mais favoráveis, neste caso no inverno. A sazonalidade não abranda novos vírus como acontece com os velhos." Dá o exemplo do H1N1 (2009), que começou numa primavera, retrocedeu no verão e depois acelerou no outono.
Posição diferente tem o Prémio Pessoa 2018. Miguel Bastos Araújo, geógrafo, divulgou um estudo com o investigador iraniano Babak Naimi (da Universidade de Helsínquia, Finlândia), que fazia um levantamento das áreas de infeção e concluía que o novo coronavírus dá-se melhor em áreas secas (precipitação baixa) e com temperatura fresca (6 a 9 graus).
À Lusa, o responsável pela Cátedra na área da Biodiversidade na Universidade de Évora diz que "no caso de Portugal, o que se prevê é que, agora, em março e abril, o vírus continue em expansão, mas espera-se que a partir de maio ou junho decaia abruptamente." Em contrapartida, pode deslocar-se para o Hemisfério Sul em força. Diz o investigador que o Covid-19, tal como o seu irmão SARS, "não será insensível às condições de temperatura e humidade". (saiba mais aqui)
Vocação É Diferente De Talento

Vocação é diferente de talento. Pode-se ter vocação e não ter talento, isto é, pode-se ser chamado e não saber como ir.
sexta-feira, 20 de março de 2020
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Número de mortos em Itália sobe para 4.032. Um aumento de 627 nas últimas 24 horas
- Comissão Europeia suspende regras orçamentais para países enfrentarem o coronavírus
- TTSL deixa de exigir bilhete nas travessias do Tejo. Também há novos horários
- SOSeconomia. Tem dúvidas sobre as novas regras de trabalho?
- Madeira soma sete casos positivos de coronavírus
- CAP lança serviço de apoio aos agricultores
- Carlos Costa defende eurobonds para enfrentar crise europeia
- Bancos vão dar moratória de crédito até ao fim do ano
- Altice, NOS e Vodafone unem-se para assegurar comunicações durante Estado de Emergência
- Costa e Merkel concordam que é preciso “coordenar a resposta europeia” à pandemia da Covid-19
- Manual da DGS: como ir às compras, o que comprar e o que comer. E ainda conselhos para os mais novos e os mais velhos
Os Dados Promissores Da Cloroquina
Cientistas e laboratórios estão a testar drogas contra outras doenças virais. A cloroquina, utilizada na malária, é uma das candidatas que até já tem dados promissores. Se houver resultados positivos nos ensaios clínicos, poderemos estar a poucos meses de ter uma primeira arma eficaz contra o covid-19
Cientistas e laboratórios estão numa corrida contra o tempo, em busca de soluções para combater o covid-19, que ainda não tem qualquer tratamento ou vacina disponíveis.
Enquanto esta última não chega - as previsões mais otimistas apontam para 12 a 18 meses para se lá chegar - as maiores esperanças concentram-se em drogas que já são usadas na prática clínica contra outras doenças, como o VIH/sida, ou a malária. Em relação a esta última, há mesmo dados promissores de um estudo realizado em França, em que um pequeno grupo de 20 doentes tratados com cloroquina, ficaram sem carga viral ao fim de poucos dias.
Procurar entre as drogas já usadas poderá mesmo ser o caminho mais rápido e direto para se obter uma primeira arma eficaz contra o novo coronavírus, porque as moléculas utilizadas na prática clínica já passaram pelos testes de segurança para uso humano, que são sempre muito morosos.
Aprovada para o tratamento da gripe, a molécula favipiravir interfere com a capacidade de o novo coronavírus se replicar no interior das células, impedindo assim a progressão da infeção.
Ainda vai ser preciso esperar algum tempo para perceber que papel poderá ter que o favipiravir no contexto desta pandemia.
Outra possibilidade que está também já em estudo é a utilização da cloroquina, uma velha conhecida dos especialistas em medicina tropical para o tratamento da malária.
Segundo o médico, citado na revista francesa Science et Avenir, três quartos dos doentes tratados com cloroquina não apresentavam rasto do vírus seis dias depois, ao passo que 90% dos que não receberam o tratamento continuam mantinham a presença do vírus no organismo no mesmo período.
A investigadora em malária Joana Tavares, do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (I3S) da Universidade do Porto, considera que, apesar do" número reduzido" de doentes envolvidos no estudo, os dados são importantes, face ao momento que se vive no mundo.
Olhando os resultados, a investigadora assinala que numa parte dos doentes, que além da cloroquina receberam também um medicamento chamado azitromicina (que é normalmente administrada para prevenir infeções severas do trato respiratório em pacientes com infeções virais), "a eficácia do tratamento na eliminação do vírus foi de 100%".
Face a estes resultados considerados espetaculares, as autoridades francesas vão agora alargar a outros hospitais e a mais doentes a administração de cloroquina, sempre em contexto de ensaios clínicos, para que os dados obtidos possam fornecer conclusões robustas.
Olhando os resultados, a investigadora assinala que numa parte dos doentes, que além da cloroquina receberam também um medicamento chamado azitromicina (que é normalmente administrada para prevenir infeções severas do trato respiratório em pacientes com infeções virais), "a eficácia do tratamento na eliminação do vírus foi de 100%".
Face a estes resultados considerados espetaculares, as autoridades francesas vão agora alargar a outros hospitais e a mais doentes a administração de cloroquina, sempre em contexto de ensaios clínicos, para que os dados obtidos possam fornecer conclusões robustas.
Fonte: DN
A Covid-19 Vai Quebrar A Economia, Mas Não Havia Outra Escolha
No meio de uma pandemia a nível global, digna de um episódio da distópica série televisiva “Black Mirror”, foi bastante estranho ouvir alguém dizer “a economia não pode morrer”. As palavras proferidas pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, no dia em que foi decretado o estado de emergência fazem, no entanto, muito sentido. Não sei […]
O efeito secundário de nos protegermos contra a Covid-19 vai ser de quebrar a economia, num caso de emergência. Não havia escolha, mas não nos desenganemos, vai mesmo partir. A economia. As leituras dos políticos, dos economistas, dos mercados, enfim, de todos, parecem-me demasiado otimistas. É natural, têm de evitar o pânico, porque só piora as coisas.
O remédio da sociedade contra o vírus é duro e vai produzir efeitos secundários fortes: no crescimento, nas pessoas, no desemprego, na pobreza, nas contas públicas.
Há que tomar remédios contra os efeitos desses remédios. É isso que os governos e os bancos centrais estão a tentar fazer e é disso que Centeno falava quando disse que não podemos deixar a economia morrer.
O problema é que essa segunda dose de medicação também vai ter efeitos, lá mais para a frente. O dinheiro barato do Banco Central Europeu vai sair caro, os apoios às pessoas e empresas vão ter de ser pagos, tal como os créditos que vão ser adiados.
Mas não há nada a fazer, é mesmo esse o único caminho. Esse e o de esperar, com serenidade e lucidez, que o vírus se vá embora tão rapidamente como chegou, e que o médico nos diga que podemos parar com esta maldita medicação. (excertos do texto de Shrikesh Laxmidas, JE)
Nada Sabemos Da Alma. Senão Da Nossa
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.
Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
De qualquer semelhança no fundo.
(Fernando Pessoa)
quinta-feira, 19 de março de 2020
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Governo limita deslocações dos cidadãos e decreta dever de “recolhimento domiciliário”
- Padarias, mercearias, supermercados, farmácias, take away e bombas de combustível ficam abertas
- Mortes suspeitas sujeitas a exame da Covid-19. DGS aponta que pode haver mais infetados do que se sabe
- Estas são as 15 razões pelas quais pode sair de casa durante o Estado de Emergência
- Infografia | Covid-19: ponto de situação em Portugal a 19 de março
- Centeno enaltece anúncio do BCE e sublinha que “os países estão a tomar decisões difíceis”
- TAP passa a voar para apenas 15 destinos a partir de 23 de março
- Covid-19: Graça Freitas confirma que mulher de Pombal de 94 anos é a quarta vítima mortal
- Coronavírus. Afinal, devemos ou não usar máscaras?
- Morreu uma pessoa infetada com coronavírus em Ovar
- Trump diz que nova droga está "aprovada". Autoridade farmacêutica pede cuidado com "falsas esperanças"
- A saga dos testes para a covid-19 nos EUA: Famosos têm acesso fácil enquanto médicos nem os veem
- Três mortos e um total de 785 infetados em Portugal (mais 22% do que ontem)
Covid-19 Saiba Como Vai O País
Há 785 casos confirmados de coronavírus em Portugal e já foi confirmada também a morte de uma terceira pessoa vítima de Covid-19, anunciou esta quinta-feira a DGS.
Estão ainda 488 pessoas a aguardar o resultado das análises.
Covid-19. Transmissões em larga escala na China foram suprimidas, perigo já quase só vem de fora
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