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sexta-feira, 13 de junho de 2025

Notícias Ao Fim Da Tarde

Marchas Populares 2025


Alcântara e Bairro Alto vencem Marchas Populares de Lisboa de 2025

Alcântara e Bairro Alto venceram ex aequo a edição deste ano do Concurso das Marchas Populares de Lisboa, anunciou hoje a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), responsável pela organização da iniciativa.    (saiba todos os pormenores aqui)

Sábio É ...


 Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma 
para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los 
para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência.

(Augusto Cury)

quinta-feira, 12 de junho de 2025

Notícias Ao Fim Da Tarde

O Discurso De Lídia ...

 O discurso de Lídia Jorge não serve para homenagear Portugal, mas sim para promover agendas extranacionais que vilipendiam o próprio país que supostamente representa no Conselho de Estado.

Para ela, o colonialismo foi uma experiência dolorosa. Tão dolorosa que o governo central subsidiou durante séculos – sobretudo a partir de 1953, com os Planos de Fomento – o desenvolvimento das colónias, em detrimento da metrópole, somando centenas de milhões de contos.

Foi Portugal que introduziu o Cristianismo em África, no Brasil e na Ásia. Muitos indianos do Oriente com apelidos portugueses descendem de católicos que tomaram o nome dos padres que, sob o estandarte de Cristo, percorreram milhares de quilómetros para os batizar.

Não, Lídia. Os nossos antepassados não eram escravizadores. Foram sim navegadores, comerciantes, e acima de tudo determinados – muitos de origens humildes (sem com isto querer proletarizar os seus feitos). E, tal como tantos hoje que fogem da pobreza e da ausência de oportunidades no seu país de origem, também eles procuraram uma vida melhor para si e para as suas famílias. Não devemos estar envergonhados, mas sim recordar essas pessoas pela sua audácia. Merecem ser celebrados.

Uma coisa é certa: os romanos estão a exigir reparações a Portugal por usarmos as suas pontes e a sua língua. Que vergonha.  (Paulo Ferreira, OBSR)

A Frase (148)

A estabilidade há muito que deixou de ser a medida do sucesso organizacional. Hoje, a inovação avança a um ritmo implacável, a inteligência artificial redesenha sectores inteiros e a incerteza é a única constante. Neste contexto, não são os maiores ou os mais fortes que prosperam, mas os que melhor interpretam a mudança e a ela respondem com agilidade e visão. (Pedro Dias, JEconómico)

O futuro pertencerá às organizações que compreenderem que os líderes não devem ser escolhidos para preservar o presente, mas para construir o que vem a seguir.

Paradoxalmente, e embora a adaptação seja apontada como essencial, a forma como muitas empresas escolhem e desenvolvem os seus líderes continua presa a um modelo antiquado, assente em pressupostos que já não respondem às exigências da nova realidade.

A liderança 5.0 não é uma tendência passageira, mas uma necessidade premente para as empresas que pretendem manter-se relevantes num mundo em transformação. Insistir em modelos de liderança obsoletos é comprometer a própria capacidade de sobrevivência num ambiente onde a velocidade da mudança não permite hesitações. Se as empresas não forem capazes de reconhecer esta realidade e ajustarem as suas estratégias de escolha e desenvolvimento de executivos, estarão, inevitavelmente, a preparar-se para o fracasso.

A Palavra "Livre" ...

 
“Praticamente não existe palavra nos dias de hoje que se tenha usado tão mal como a palavra ''livre''... 
Não confio nela porque ninguém quer a liberdade para todos; 
todos a querem para si.”

(Otto Von Bismarck)

quarta-feira, 11 de junho de 2025

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (147)

Triste civilização que segue uma sueca semi-analfabeta, um irlandês sem talento e uma jangada carregada de hipocrisia em direcção ao abismo, e mesmo assim se acha iluminada, esclarecida e virtuosa.   (José António Rodrigues do Carmo, OBSR)

Greta Thunberg foi a Israel. As televisões do costume comoveram-se. Porque é sempre comovente, ver adultos a comportarem-se como crianças enquanto gritam palavras mágicas que aprenderam num workshop de empatia interseccional. Desta vez, o teatro foi náutico: uma “flotilha humanitária”, nome generoso para uma jangada de lunáticos, com meia dúzia de militantes de sofá, uma tonelada de ignorância, e meia dúzia de selfies da má consciência ocidental. Nada de medicamentos, nada de comida, apenas antissemitismo reciclado, panfletos woke e a beatitude irritadiça de Greta Thunberg.

Entre um suspiro (de crocodilo) de pesar pela Palestina e uma selfie em alto-mar, Rea encarna o novo missionário europeu: indignado, extremista, letrado… e perigosamente ignorante. Um homem que confunde Jerusalém com Belfast e acha que o Hamas é uma espécie de Sinn Féin em versão árabe, sem perceber que um dos dois ainda apedreja adúlteras em praças públicas e parte à paulada pernas de palestinianos esfomeados.

A farsa torna-se todavia escandalosa quando os apóstolos da moralidade se recusam a ver os vídeos do massacre de 7 de Outubro. Imagens reais. Corpos queimados, bebés degolados, mulheres violadas. Os “activistas humanitários”, tapam os olhos. Fecham os ouvidos. Dizem que não querem “alimentar o ódio”. 

E nós, os hereges que ainda não sucumbiram à fé woke, temos uma obrigação quase civilizacional: dizer a verdade, repor o senso comum, mesmo que doa, mesmo que irrite, mesmo que nos cancelem, difamem ou insultem.  (texto na íntegra)


Pensar O Meu País


Pensar o meu país. De repente toda a gente se pôs a um canto a meditar o país. Nunca o tínhamos pensado, pensáramos apenas os que o governavam sem pensar. E de súbito foi isto. Mas para se chegar ao país tem de se atravessar o espesso nevoeiro da mediocralhada que o infestou. Será que a democracia exige a mediocridade? Mas os povos civilizados dizem que não. 

Nós é que temos um estilo de ser medíocres. Não é questão de se ser ignorante, incompetente e tudo o mais que se pode acrescentar ao estado em bruto. Não é questão de se ser estúpido. Temos saber, temos inteligência. A questão é só a do equilíbrio e harmonia, a questão é a do bom senso. 

Há um modo profundo de se ser que fica vivo por baixo de todas as cataplasmas de verniz que se lhe aplicarem. Há um modo de se ser grosseiro, sem ao menos se ter o rasgo de assumir a grosseria. E o resultado é o ridículo, a fífia, a «fuga do pé para o chinelo». 

O Espanhol é um «bárbaro», mas assume a barbaridade. Nós somos uns campónios com a obsessão de parecermos civilizados. O Francês é um ser artificioso, mas que vive dentro do artifício. O Alemão é uma broca ou um parafuso, mas que tem o feitio de uma broca ou de um parafuso. O Italiano é um histérico, mas que se investe da sua condição no parlapatar barato, na gritaria. O Inglês é um sujeito grave de coco, mas que assume a gravidade e o ridículo que vier nela. 

Nós somos sobretudo ridículos porque o não queremos parecer. A politiqueirada portuguesa é uma gentalha execranda, parlapatona, intriguista, charlatã, exibicionista, fanfarrona, de um empertigamento patarreco — e tocante de candura. Deus. É pois isto a democracia?

(Vergílio Ferreira)