.. Ou a verdade da mentira?A entrega ao Sábado começa a sair furada vezes de mais?
Ao ouvir o antigo primeiro-ministro britânico apetecia perguntar porque não terá aquele homem falado assim quando era primeiro-ministro? Será que já ninguém se lembra da última campanha eleitoral que protagonizou? Desastre é um termo doce para a descrever. Na verdade Gordon Brown não o fez porque não podia. Tal como Hollande não pode. Tal como Passos, Rajoy ou Cameron não podem. Eles não podem porque, a não ser em momentos excepcionais, como foi o referendo da Escócia, eles já não falam para os cidadãos que fomos, mas também não sabem o que dizer aos contribuintes que somos.
“Matar em nome da fé é inaceitável. A `jihad´, ou guerra santa, deve ser uma luta para combater as nossas emoções destrutivas. A `jihad´ não significa prejudicar outras pessoas. As pessoas espirituais devem mostrar ao mundo que podemos ser uma família feliz, com diferentes crenças”.
No caso da reforma judiciária, independentemente do desacerto flagrante em relação a este ou a aquele aspecto sectorial, do erro do fecho deste ou daquele tribunal, do desastre que foi toda a comunicação da questão, a ministra quis fazer o que devia ser feito. (...) Era imperativo "fazer o que ainda não foi feito". Digamos que é a meio deste balanço que nós descobrimos a Paula "boa".
A ADSE e o SNS vão ter os mesmos preços e prestadores privados.