Dez anos após a estreia em Portugal do projecto 7 Maravilhas, o prémio vai voltar em 2017, desta vez com o foco nas aldeias. A fase de candidaturas arranca esta quarta-feira, estando disponíveis sete categorias - Aldeias com História, Aldeias de Mar, Aldeias Ribeirinhas, Aldeias Rurais, Aldeias Remotas, Aldeias Autênticas e Aldeias em Áreas Protegidas -, podendo qualquer entidade pública ou privada candidatar uma aldeia em múltiplas categorias.
Até 7 de março de 2017, um painel de especialistas irá fazer uma pré-selecção do património a concurso, e a eleição final das 7 Maravilhas das Aldeias de Portugal será apurada por votação do público, à semelhança de anteriores edições deste prémio.
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domingo, 11 de dezembro de 2016
Se Sentir Saudades ...
sábado, 10 de dezembro de 2016
Esta É A Frase ...
O sistema abusa, as pessoas querem mudança e o populista promete-lhes mudança, ainda que seja para pior. A culpa também é do eleitorado. Como bem disse o economista Thomas Sowell, «se o eleitorado quer o impossível, só um político mentiroso o pode oferecer». E como bem diz a voz popular, «eles chegam lá e fazem todos o mesmo».Mário Amorim Lopes OBSR
Nostalgia ...
O luar,
é a luz do Sol que está sonhando
O tempo não pára!
A saudade é que faz as coisas pararem no tempo...
...os verdadeiros versos não são para embalar,
mas para abalar...
Mario Quintana
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
E O Óscar Para Melhor Ficção Política Vai Para ...
Tenho para mim que o estado de graça do Governo se deve a duas coisas: à habilidade de António Costa e à inabilidade da oposição. As duas coisas juntas, polvilhadas pelo tempero de afectos do Presidente da República, deram o que está à vista.Para que não surjam más interpretações, devo dizer que a habilidade de António Costa inclui alguma eficácia negocial em Bruxelas, tácticas bem imaginadas e bem utilizadas em algumas situações mais explosivas e, acima de tudo, uma enorme capacidade de só dizer o que lhe interessa, construindo uma realidade própria e negando tudo o que ele entenda não caber dentro dessa realidade.
Isto é uma arte - ou, melhor dizendo, estes pontos são parcelas dessa arte a que se chama política. Se existir um Óscar para a melhor ficção política, António Costa ganha-o de certeza absoluta.
Excertos do artigo de Manuel Falcão, JNegócios
Quem Mudou?
Esta foi a semana em que o governo, com o respaldo da sua maioria, confiou a Caixa Geral de Depósitos ao homem que, durante quatro anos, acusou de ter destruído o Serviço Nacional de Saúde. Entre 2011 e 2015, segundo o PS, o PCP e o BE, Macedo teria ardido em ódio ideológico a tudo o que é público. Eis, porém, que lhe entregam agora o banco do Estado. Quem mudou?Esta semana foi também aquela em que pudemos fazer o balanço de outra obra de destruição: a de Nuno Crato no Ministério da Educação. Segundo as oposições de 2011-2015, Crato dedicara-se ao arrasamento implacável da “escola pública”, com o objectivo de desqualificar os portugueses. Se esse era o objectivo, como compreender que no fim do mandato de Crato os alunos portugueses tivessem atingido os mais altos níveis de competência em literacia e matemática?
Pois é: O actual governo e a sua maioria foram formados com base numa mentira: a da "destruição" do SNS e da escola pública entre 2011 e 2015. Mas nada foi destruído, a não ser o debate político sério.(continuar a ler)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
As Pessoas Estão Zangadas E Ignoram O Que Exactamente Se Poderia Fazer Para As Apaziguar
O problema central é sempre que estas plataformas pós-verdadeiras se baseiam exclusivamente num elemento negativo, o repúdio da situação. Foi zurzindo os líderes do momento que esses movimentos se afirmaram. Claro que os seus lemas são sempre positivos, como a "Alternativa de Confiança" do PS de 2015, "Take Back Control" dos brexiters ou "Make America Great Again" de Trump. Mas é precisamente aí que passam para lá da verdade. A "alternativa de confiança" de Costa foi aliar-se à extrema-esquerda antieuropeia para continuar a austeridade que prometera inverter; o "controlo" dos britânicos é permanecerem determinados pelas políticas europeias, que deixaram de influenciar; a América ficará mais pequena se Trump construir o muro, expulsar os imigrantes, abandonar os aliados.
A realidade sempre se impõe, e o reinado da pós-verdade é sempre curto. Esperemos que o que fique seja algo expresso por outra das palavras candidatas neste ano: "coulrophobia", um medo extremo ou irracional de palhaços.
Excertos do artigo de João César das Neves no DN
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