Pesquisar neste blogue

quarta-feira, 10 de julho de 2019

O Governo Congelou O País No Que A Projectos Relevantes Diz Respeito, Mas Foi Mestre Na Propaganda

As coisas que o Governo não fez! 

Não fez aeroporto novo nem o começou ou publicou o estudo de impacto ambiental. 
Não fez ainda a autoestrada que liga Vilar Formoso a Espanha, nem a que ligaria a Sines. 
Não fez nenhuma ponte significativa. 
Não construiu nenhum hospital. 
Não há nota de mais linhas de comboio. De estações de metropolitano, nem falar. 
Não há renovada frota de autocarros. Não há praticamente nenhuma unidade de saúde significativa. Não há novas embaixadas nem consulados materiais para apoiar os emigrantes, que continuam a partir em massa. 
De substancial não há nada ou praticamente nada, qualquer que seja a área. Há, sim, as atribuições cada vez mais alargadas do fisco, transformado numa verdadeira polícia totalitária que aterroriza a cidadania.

Em contrapartida e com as eleições à porta:

Não há dia que o Governo não anuncie uma medida extraordinária. 
Tudo o que não funciona é de repente desbloqueado com medidas virtuais que, claro, não vão aplicar-se imediatamente, mas entrarão em vigor futuramente, mais ou menos em outubro, depois das eleições, de forma também imaterial. 

É o milagre do Simplex! 

De rompante surgem 119 soluções caídas do céu que supostamente vão resolver a maioria dos problemas burocráticos do indigenato português. Por via delas, chegaremos ao paraíso.

 Ele é nos cartões de cidadão, ele é na saúde (onde as maternidades que iam fechar rotativamente deixam de o fazer de um momento para o outro), ele é nos impostos, ele é na Segurança Social. 

Tudo está prometido em pacotes milagrosos, cheios de brindes que deixam os mais crédulos entusiasmados e os mais experientes desconfiados. (continuar a ler)

Fonte: EOS, Ji

Tudo Na Vida Tem O Seu Verdadeiro Significado

Sou uma pessoa muito especial e verdadeiramente apaixonada pela vida, capaz de enxergar as coisas boas do mundo. Que procura ser feliz, pois para muitos, viver já é o suficiente. 

Tenho a certeza do encontro com a paz nas coisas mais simples e entendo que a oferta é gratuita, bastando a compreensão da sua existência.

Uma pessoa comprometida com a realidade, porque viver é fácil, difícil é a questão da tolerância e da sobrevivência. 

Acredito que há uma infinidade de razões para estar alegre e satisfeito, uma delas é poder fazer pessoas felizes. 

Sou otimista, perseverante e acredito na conquista. Entendo que nada vem do acaso e tudo na vida tem o seu verdadeiro significado. 

Encontro nos momentos de reflexão as forças para continuar caminhando e considero esse, o maior encontro com a sabedoria. 
(...)
Gleidson Melo

terça-feira, 9 de julho de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>Governo garante que o fisco está a investigar transacções de jogadores

>Governo anuncia contratação de 1000 técnicos superiores, mas profissionais podem não chegar a ser integrados


Teresa Ter-Minassiam, Fala De "Retrocesso" No País

Teresa liderou a missão do
FMI em Portugal em 1983
"O progresso nas reformas do lado da oferta tem sido inferior ao desejável e, em algumas áreas (por exemplo, no mercado de trabalho), até houve alguns retrocessos".

“seria desejável uma maior flexibilidade nas negociações salariais, para refletir as diferenças na produtividade e nas condições das empresas dos diferentes setores, e também seria [desejável] o aumento da concorrência em alguns setores, incluindo o dos serviços”.

"É (...)necessário facilitar a resolução [liquidação e insolvência] de empresas que não sejam economicamente viáveis e promover a inovação, sobretudo nos setores tecnológicos, nomeadamente através de melhores sinergias entre as instituições de ensino superior e a indústria."

“O Governo deveria concentrar-se na promoção de investimentos privados através de reformas tributárias e regulatórias adequadas, em vez de ‘escolher vencedores’ ou subsidiar empresas menos eficientes, incluindo empresas estatais”.

"O país “está certamente a beneficiar do hiato atualmente positivo entre a taxa de crescimento do PIB e o custo médio real da dívida pública".

"A descida significativa do rácio da dívida em relação ao PIB” e, no seu entender, “a manutenção de excedentes primários significativos num futuro previsível é essencial para assegurar a redução sustentada da dívida pública” rumo à meta europeia de 60% do PIB."

"O país pode fazer mais progressos “através de reformas fiscais favoráveis ao crescimento e à equidade".

"Que Portugal melhore a composição e eficiência dos programas de despesa pública”, “fortalecendo o desempenho das empresas públicas ou privatizando-as (ao mesmo tempo que assegurando uma concorrência e regulamentação adequadas)”, além da aposta nas reformas estruturais."

Fonte: OBSR

Nota:Teresa Ter-Minassian liderou a missão do FMI em Portugal em 1983, naquela que foi a segunda intervenção da instituição em Portugal, depois da primeira em 1977.
Naquela altura, com o desemprego acima dos 11% e uma dívida externa galopante devido à subida das taxas de juro internacionais, o FMI emprestou 750 milhões de dólares e impôs cortes nos salários da Função Pública, aumentos de preços, travão ao investimento público e cortes nos subsídios de Natal, entre outras medidas.


Estes São Realmente Pensamentos ...

Estes são realmente pensamentos 
de todo homem em qualquer tempo e lugar, 
não são originais meus; 

e se não são de vocês tanto quanto meus 
não querem dizer nada 
ou quase nada.


       Walt Whitman

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>Espanhóis que vêm para Portugal vão ser fiscalizados pelo Fisco espanhol

Tourada acaba com cavaleiros e forcados feridos em Coruche

Esta É A Frase

Está a acabar uma legislatura surpreendente. Caíram os muros que separavam o PS do PCP. Mas a política económica seguida dá sinais de ter adiado custos e iludido as escolhas que, de facto, se fizeram.

Helena Garrido,OBSR

Esta semana marca-se simbolicamente o fim da legislatura, com o debate do Estado da Nação. Quatro anos que ficam já definitivamente na história da democracia portuguesa, por terem rompido o muro que existia entre o PS e o PCP, alargando as alternativas de governação do país. Quatro anos que precisam ainda de esperar por algum tempo para se perceber exactamente os custos dessa aliança à esquerda que, quer se queira quer não, condicionou a combinação de política económicas. Um governo apenas do PS teria tido uma política mais próxima de um executivo do PSD com o CDS, ter-se-ia concentrado menos nos resultados de curto prazo e colocado mais recursos em medidas com efeitos a médio e longo prazo.
A degradação dos serviços públicos, com relevo muito especial para o sector da Saúde, é a face mais visível dos custos destes quatro anos de governação. Os efeitos, a prazo, destes custos são ainda difíceis de medir. Neste momento já se traduziram em mais despesa pública na saúde e compromissos de mais investimento em sectores como os transportes públicos.
A pergunta que se impõe é: até que ponto esta espécie de “défice público” escondido se traduzirá a prazo numa escolha mais dramática entre maior degradação ou agravamento efectivo do défice público? (continuar a ler)

Fanatismo ...


domingo, 7 de julho de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)

>Acidente faz sete feridos e corta a A1 no sentido Santarém-Cartaxo


Esta É A Frase

«Como se percebe, a maratona negocial europeia está longe de ter terminado. Os próximos dias vão ser exigentes para o Governo de António Costa. Transformar a desilusão em ambição não é tarefa fácil.»

José Pinto,OBSR

As decisões resultantes da maratona negocial visando a indicação das personalidades que irão ocupar os postos cimeiros da União Europeia não corresponderam à esperança com que António Costa saiu de Lisboa. De facto, o condutor da geringonça interna alimentava a ideia de que o modelo podia ser replicável a nível comunitário.

Enganou-se rotundamente, uma vez que o grupo da sua família política apenas conseguiu a indicação do alto representante para as relações externas, Josep Borrel, e do primeiro vice-Presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans. Por isso, Costa deu conta da sua desilusão. A regra da vida habitual sempre que as decisões não vão ao encontro dos cenários por si traçados como ideais.

Desta vez, a nível comunitário, não foi possível ao líder do PS transformar a derrota em vitória. Pelo menos no que diz respeito à indicação das personalidades para os cargos, uma vez que, no que se refere a Ursula von der Leyen, ainda há cartuchos para gastar. A sua indicação está longe de consensual, mesmo entre os membros do grupo do Partido Popular Europeu (PPE) a começar pelo ainda Presidente, Jean Claude Juncker, que se juntou às vozes discordantes ao falar em falta de transparência. (continuar a ler)