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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Halloween !

Mitologia, simbologia, feitiços e bruxaria. Demónios e divindades. Ritos e rituais. Envolvem-se numa aventura fantástica, às vezes onírica ou até mesmo louca, na busca incessante da percepção dos opostos.

Aproveite a data e solte a bruxa, livre-se dos fantasmas, sorria!

Nota: Quer saber de onde vem o nome 'Halloween'?  - ora leia.

Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)

>Beneficiários que descontam para ADSE pagam duplamente para o SNS, diz o Tribunal de Contas

Esta É A Frase

“Aqueles que, hoje, em Portugal e no mundo, lutam para culpar os homens, os brancos, os adultos, os ocidentais, os cristãos, os ricos, os heterossexuais, os democratas, os capitalistas e os militares estão evidentemente a tentar criar uma ortodoxia, uma cultura dominante e, sobretudo, a construir um ‘credo’ que permite condenar e proibir, assim como limitar a liberdade de expressão”.

António Barreto, Público (via Jacarandá)

O Sucesso ...


“O sucesso é algo efémero. Transitório como um entardecer. Ao dissipar-se, 
leva consigo o brilho fugaz das luzes e cores, deixando para trás apenas 
o escuro vazio da lembrança”

Maurício A Costa 

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)

>António Costa: “Sabemos que temos de fazer ainda mais e melhor”. Siga ao minuto a apresentação do Programa do Governo

>Intervenção cirúrgica de Marcelo Rebelo de Sousa terminou "com sucesso e sem complicações

>Médicos da urgência do Garcia de Orta já fizeram o dobro das horas extra permitidas por lei


A Agricultura Foi Totalmente Desconsiderada Pelos Governos De Costa

A Agricultura conseguiu aumentar as exportações ao dobro do ritmo do resto da economia e tirou jovens do desemprego em tempo de crise, mas foi totalmente desconsiderada pelos governos de António Costa.

A quem possa pensar que a saída da Floresta do Ministério da Agricultura foi um ato isolado, desengane-se: a desconsideração de António Costa para com este sector começou desde o primeiro dia da legislatura anterior.

Agora, o desentranhar das Florestas do Ministério da Agricultura e passá-las para o Ministério do Ambiente. A nossa Floresta está intimamente ligada à nossa Agricultura. Aliás a sua sobrevivência e sustentabilidade depende da simbiose com a Agricultura e da existência de empresários competitivos. Com esta decisão, o primeiro-ministro reconhece que afinal a reforma da floresta do anterior Ministro da Agricultura, Capoulas Santos, a tal que era a primeira desde o tempo de Dom Dinis, não foi boa, e vem partir o complexo Agroflorestal em dois.

Foi a agricultura um bode expiatório da governação socialista? A resposta é sim. 

A agricultura foi posta na periferia da decisão política. O mal que está feito dificilmente se conseguirá remediar. Caberá à nova equipa governativa o desafio de manter o Programa de Desenvolvimento Rural no Ministério, manter a gestão das verbas ligadas à agricultura e às florestas no IFAP, e ser o interlocutor-líder para as questões agrícolas e de Desenvolvimento Rural com as instituições Europeias. Caso contrário, arriscamo-nos a um cenário muito complicado para o sector agrícola nacional.

(Excertos do artigo de José Diogo Albuquerque, OBSR)

Você Pode Saber O Que Disse, Mas ...


«Você pode saber o que disse, mas nunca o que outro escutou.»
Jacques Lacan

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)

>Iniciativa Liberal desafia PSD e CDS a apresentarem moção de rejeição do programa de governo

O Grande Silêncio Do Ministério Da Educação ...

O grande tema da semana [passada] foi o silêncio ensurdecedor do Ministério da Educação sobre uma família cigana que bateu numa funcionária negra, noutra branca e em dois professores – tudo com directos para a TV, em confissão pública com dolo. Ao mesmo tempo que agia suspendendo o professor que bateu no aluno, o Ministério da Educação e o Ministério Público remeteram-se ao silêncio quando a violência recaiu em directo sobre professores e funcionários. 

Sim, tudo começa no momento em que o Ministério, o Estado, desrespeita os professores, dando luz verde à restante parte da sociedade para fazer o mesmo.

O problema não é a cor da pele. É um sistema escolar que está em decadência, em que quem mais passa a mensagem de desautorização do professor é quem mais lhe devia respeito – a tutela. São mais de 10 anos de declarações bárbaras sobre os professores, aliás tudo começou (e não parou) com uma Ministra que disse de peito cheio, “perdi os professores, mas ganhei o país”. A Ministra é Reitora. Foi promovida. E ainda hoje não compreendeu – nem os seus sucessores – que sem professores cuidados, bem pagos, com boas carreiras, e respeitados, não há país.

Naturalmente que outra escola terá que emergir na escola, como em Abril, porque do Ministério já é óbvio que não virá. A primeira coisa a fazer – e é ainda muito pouco para recuperarmos a escola criativa, interessante, viva -, é, cada vez que um professor ou funcionário for alvo de agressão verbal e física realizar-se uma manifestação destas, com os pais também, como foi esta – um exemplo de civilização para “ganharmos de novo o país”.

(excertos do texto de Raquel Varela.'O professor, o cigano e a negra')

É Uma Conquista Por Dentro, Um Totalitarismo De Uma Outra Natureza

É uma conquista por dentro, um totalitarismo de uma outra natureza, vírus que penetra a inteligência, corrói a vontade, fazendo de cada vitima um instrumento de propagação da infecção...

Não se trata duma decadência como houve outras no tempo e nos espaços. É uma regressão civilizacional.

Não uma decadência como a ligada à queda do Império Romano, com que alguns a comparam pela semelhança aparente de algumas manifestações.

As invasões de hoje, pelo contrário, transportam germens de dissolução, de degenerescência, de morte. “Nós amamos a morte”, é o grito islâmico revelador com que matam e se matam.

E os novos mosteiros que deviam ser hoje as Universidades foram contaminados e tornaram-se centros de propagação da pandemia.

Não surpreende ser dos Estados Unidos que agora chega o delírio que está a alastrar na Europa. As notícias desse naufrágio da civilização em curso são de todos os dias e sempre mais surpreendentes.

(Excertos do artigo de Guilherme Valente, OBSR)