“Há pessoas que nos falam e nem as escutamos, há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre.”
Cecília Meireles
Não é inédito Portugal enfrentar uma ameaça à saúde pública. Há planos de contingência e lições que ficaram de pandemias passadas, mas nunca o responsável máximo da autoridade nacional de saúde esteve tão sozinho. A Direção-Geral da Saúde (DGS) perdeu vários dos especialistas mais experientes e até ao início desta semana não tinha ninguém na cúpula das decisões além da própria diretora-geral. Nenhum dos dois subdiretores estava ao serviço e só o apoio de peritos externos tem permitido a Graça Freitas preparar as medidas.
Sem respeito não há autoridade. Sem autoridade não há sociedade. É urgente reafirmar apoio aos agentes da PSP e da GNR e dotá-los das condições e equipamento necessários ao cumprimento da sua função.
É para isto que o Habilidoso e o gangue vivem. Para a intriga política. O Habilidoso queria era que a proposta de Rio fosse aprovada, para forçar eleições antecipadas e tentar de novo a maioria absoluta. Passos Coelho pensava no país é dizia “que se lixem as eleições “. O Habilidoso pensa em eleições e diz “que se lixe o país”. [ André Ondino, comentário , OBSR]