- Ortega encaixa 1.423 milhões em dividendos já esta semana
- Fundo do Crédito Agrícola compra edifício por 8,6 milhões e é novo senhorio do Sol Inca
- Shopping. Bolsos e mais bolsos
- Bugalho lembra Cavaco, Durão, Moedas e Moreira da Silva e pede luta por "sonho europeu"
- “Montanha russa” na energia: Não tire os olhos da fatura
- Montenegro: Se PS e Chega "quiserem governar em vez do governo têm de se juntar a sério"
- Sánchez decide o seu futuro político esta segunda-feira. O que está em cima da mesa?
- Arte, moda e lifestyle na Avenida Open Week
- O fim da vergonha?
- Febre do "bubble tea" já cria multimilionários na China
- Performance em Maio. Faz 0-100 km/h em 3,1 seg.
- O caminho para a liberdade
- Chega apresenta condenação a PR por "traição"
- UE apoia a Ucrânia até que Putin decida parar a guerra
- Sebastião Bugalho evoca Cavaco, Durão e Moedas
- Montenegro lembra IRS e diz que Chega e PS querem governa
- Montenegro em silêncio sobre reparação às ex-colónias
- Giorgia Meloni apresenta candidatura às eleições europeias
- Despesas militares atingiram valores históricos em 2023. Onde vamos parar?
- Meloni apresenta candidatura às eleições europeias
- "Prometeu um banho de sangue". Joe Biden acusa Donald Trump de atacar a democracia americana
- Sebastião Bugalho estreia-se nos discursos políticos pela AD: "Estou aqui hoje porque acredito na Europa”
- Chega vai apresentar na AR voto de condenação ao Presidente da República
- Governo afirma que não há qualquer plano para processo de reparação histórica pelo colonialismo
- Villas-Boas: «Presidente deu-me os parabéns e convidou-me para estar na tribuna»O fim de um reinado: como a imprensa vê a vitória de André Villas-Boas no FC Porto
- Villas-Boas trava reinado de Pinto da Costa e vence com 80% dos votos. "O FC Porto está livre de novo"
- "O FC Porto deu uma grande lição de democracia ao país"
- "Os sócios do FC Porto deram um sinal claro de que queriam uma mudança"
- "O FC Porto não está dividido. Se houvesse divisão a eleição teria sido muito mais renhida"
- Homem morre na barragem do Alqueva, depois de se sentir mal durante um passeio de balão de ar quente
- Rússia atacou instalações de gás importantes para o abastecimento da UE, afirma Zelensky
- Entrada da NATO na guerra acabaria numa "inevitável derrota" da Rússia, avisa Polónia. Shoigu afasta "interesse" em atacar Aliança
- Têm cinco metros de comprimento e um alcance de 500 quilómetros: o que são os mísseis Taurus que Kiev pede?
- Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel diz que acordo para libertação de reféns suspenderia invasão a Rafah
- Detidos 200 manifestantes pró-palestinianos em universidades dos EUA
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domingo, 28 de abril de 2024
Notícias Ao Fim Da Tarde
A Frase (98)
Confundir e tentar usar o mal e o bem dos outros, promover ou rebaixar hoje o que foi feito há séculos, disfarça, por regra, ambições contemporâneas, maus instintos morais e apetites políticos excessivos. Quem quer julgar, hoje, os reis e os escravos de há séculos, quer hoje qualquer coisa. E não se trata apenas de bons sentimentos: quer poder, bens e poleiro. (António Barreto, Público)
O que os portugueses de outros tempos fizeram e de que tanto se fala hoje inclui vários géneros. Uns actos eram “o que se fazia”, muitos eram “as regras do jogo” ou até glórias, outros já eram crimes na altura. E também há obras que começaram por ser glórias e são hoje crimes. Com o tempo, é fácil o bem transformar-se em mal e o mal no seu contrário.
Em vez de indemnizar ou recompensar, não se sabe bem quem, nem quanto, o melhor que temos a fazer é receber bem os estrangeiros, os imigrantes em particular. (...)
Se procuro a paz e a justiça, hoje, quero que os imigrantes sejam legalizados, tenham acesso aos serviços públicos, paguem impostos e beneficiem da segurança social. O que farei porque é aquilo em que acredito, não por ter vergonha pelo que outros fizeram. Porque sei que o tráfico de gente é uma das fontes de crime e violência, lutarei contra os que, nacionais ou estrangeiros, lucram com a ilegalidade, o contrabando e a clandestinidade. (...)
E recuso-me pensar que o descontrolo é uma boa política de democracia e de compaixão. Não é. É o contrário. (ler texto completo)
Inventar É ...
“Inventar é imaginar o que ninguém pensou; é acreditar no que ninguém jurou;
é arriscar o que ninguém ousou; é realizar o que ninguém tentou.
Inventar é transcender.”
(Santos Dumont)
sábado, 27 de abril de 2024
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Marcelo defende que Portugal deve liderar reparação às ex-colónias
- Renault Scénic E-Tech 100% eléctrico. Mal chegou já ganhou
- Deutsche Bank vai constituir provisões de 1.300 milhões
- França anuncia novos apoios para agricultores após protestos
- Despesas de educação, mais-valias, dividendos, arrendamento, venda de casa.
- Leia as respostas do consultório financeiro
- PCP propõe fim de portagens numa dezena de autoestradas
- EDP/CMEC: Advogados avisam para "ponto de rutura" na justiça
- Irão anuncia libertação de tripulantes de navio de bandeira portuguesa
- PS à frente da AD nas europeias
- Países onde mais subiram os preços das casas em 2023
- Não há condições para o Serviço Militar Obrigatório”
- Fundos europeus. Maldição ou bênção?
- Caso EDP: Se MP usar emails nulos, estão a desobeder à lei“Temos de liderar as reparações às ex-colónias”, diz PR4
- PR guineense lamenta detenção em Portugal
- Arqueólogos contra intervenção no património
- Reparações? "Não podemos meter debaixo do tapete"
- França anuncia novos apoios para agricultores
- O gestor da nossa saúde
- Estes são os alimentos que contêm mais microplásticos
- FC Porto: Pinto da Costa e André Villas-Boas, o confronto final
- “Challengers”, de Luca Guadagnino: Jogar ao amor num court de ténis
- O deputado da família do último ditador
- “Estas pessoas são invisíveis, não entram nas estatísticas”. O lado escondido da crise da habitação, pelo olhar do fotógrafo MárioO gestor da nossa saúde
- Estes são os alimentos que contêm mais microplásticos
- FC Porto: Pinto da Costa e André Villas-Boas, o confronto final
- “Challengers”, de Luca Guadagnino: Jogar ao amor num court de ténis
- O deputado da família do último ditador
- “Estas pessoas são invisíveis, não entram nas estatísticas”. O lado escondido da crise da habitação, pelo olhar do fotógrafo Mário Cruz
- LockBit: Ameaça informática agora faz-se passar por funcionários de empresas
- IRS: Cuidado com os emails falsos sobre pagamento de reembolsos e estado da declaração
- Dulce Maria Cardoso vence Prémio APE com crónicas da VISÃO: “Que as pessoas percebam a importância da democracia e do jornalismo livre e independente”
- Álvaro Cunhal, revolução e ressacaPorque é que as companhias aéreas cobram tanto pelas malas de porão? Esta regra pouco conhecida ajuda a explica
- Não aguenta fazer pranchas? Há uma alternativa para fortalecer os abdominais
- Em menos de um ano, mais de 40 mil voos registaram perturbações no sinal de GPS durante o voo, na região do Báltico, mas os especialistas acreditam o Kremlin que pode não ficar por aqui
- Mísseis, veículos, munições e muito mais. Eis como os EUA vão ajudar a Ucrânia
- "A nossa artilharia está a morrer à fome." Ucrânia tenta aguentar com tudo enquanto não chega a ajuda americana
- Estas são as manobras russas que estão em curso na Ucrânia
- Marcelo diz que pagamento às ex-colónias pelos erros já é feito "há 50 anos"
- "Não há condições políticas" para o regresso do Serviço Militar Obrigatório, diz ministro da Defesa
- Galamba diz que não fala com Pedro Nuno há quase um ano. Porquê? "Perguntem-lhe a ele""Sei muito bem como é que este processo vai acabar".
- João Galamba dá a primeira entrevista desde a Operação Influencer
- Uma lei de 78 e um louvor de Freitas do Amaral. Os argumentos de Galamba para "levar as filhas à escola" com o carro do Estado
- Mais de dez mil pessoas pedem a Sánchez para não se demitir em manifestação em Madrid"
- Guerra suja" da direita e extrema-direita: PSOE pede a Sánchez para não se demitir
- “Não consigo respirar”. História repete-se e homem negro morre minutos depois de ser algemado pela polícia
- Zelensky pede mais ajuda internacional na defesa aérea: "É completamente fazível"
- Entrada da NATO na guerra acabaria numa "inevitável derrota" da Rússia, avisa Polónia.
- Shoigu afasta "interesse" em atacar Aliança
- Irão anuncia libertação de tripulantes de navio de bandeira portuguesa
- Eles querem Israel fora da Faixa de Gaza (e por isso ocupam as maiores universidades dos EUA)
A Felicidade
Quem nunca percebeu a felicidade no Sol a atravessar a copa de uma árvore terá tanta dificuldade de entender este texto quanto aquele que nunca sentiu ressoar em seu corpo os gritos da multidão a reivindicar direitos. É da natureza da felicidade exigir uma vida de pensamento. Por esse motivo, em vez de correr atrás de uma simples definição, o que a filosofia faz é pensar as condições que fazem da felicidade menos uma conquista do que a constância que possibilita o próprio pensar. Ou seja, a felicidade não está fora do pensamento, como a cenoura que faz o burro caminhar; ao contrário, a filosofia e a felicidade se confundem, como virtudes de uma vida que toma a si própria nas mãos.
Apesar de fundamental, a felicidade é uma ideia impossível de representar: ela surge, aqui e ali, vez ou outra, um tanto imprevisível, nos mais diversos modos de vida. Ou seja, não há imagem capaz de aglutinar em uma só perspectiva o que se apresenta em um florescimento tão variado. Não há nada menos filosófico do que a tentativa de capturar a felicidade em uma receita: nenhum passo a passo é capaz de representar o movimento de um pensamento que se faz a partir da felicidade, porque sentir-se bem dispensa a ideia.
(LAURO, Rafael. A felicidade não é uma pergunta. Razão Inadequada, 2024.)
sexta-feira, 26 de abril de 2024
Notícias Ao Fim Da Tarde
- PSI pula mais de 1% para máximos de julho de 2014
- Montenegro quer "aprofundar relações comerciais" entre Portugal e Angola
- Fisco alerta para emails falsos sobre IRS. Já foram entregues 2,9 milhões de declarações
- Alphabet dispara mais de 10% e junta-se ao grupo de "two-trillion-dollar baby"
- Martifer quer alargar o conselho de administração. Susana Sargento é um dos novos nomes
- Indicador de inflação preferido da Fed sobe para 2,7% em março
- Alusão ao socialismo na Constituição “já caducou”
- Hotelaria em Portugal faturou mais 20% e ultrapassou os 6 mil
- Coca-Cola interrompeu negociações na fábrica de Palmela
- Galp leva PSI a melhor desempenho semanal em mais de um ano
- Encerramento das escolas em agosto não muda férias
- Pedrógão opõe-se a central solar na Barragem do Cabril
- Inflação acelera nos EUA para 2,7% em março
- Detidos dois burlões dos "euros negros"
- Irmãos detidos por agressões a mãe com Alzheimer
- Évora. Futuro líder do Chega cria novas concelhias
- Escolas fechadas em agosto não mudam fériasEuropeias.
- AR prepara-se para ficar a meio gás FNAM acordou com ministério da Saúde o cumprimento das regras da negociação coletiva
- Portugal 2030 com 440 milhões executados e 970 milhões aprovados até março
- PSI termina semana a valorizar mais de 1%
- Startup portuguesa Swee leva gelados vegan para a Califórnia
- João Lourenço convidou Luis Montenegro para visita oficial a Angola
- Reunião do SIM com ministra da Saúde marcada pelo “diálogo” e por “objetivos comuns”
- O "tema tóxico" da reparação colonial de Marcelo em destaque na imprensa internacional"Temos de pagar os custos": Marcelo defende pagamento de reparações por crimes da era colonial
- Doze portugueses continuam internados após acidente de autocarro turístico na Namíbia, seis sob "vigilância especial"
- PJ apanha em Lisboa barão americano das criptomoedas, que branqueava fortunas
- "O SNS não pode esperar mais": FNAM saúda postura "mais séria" da nova ministra na reunião negocial
- Sindicato Independente dos Médicos diz que protocolo negocial com tutela será assinado em maioEntrada da NATO na guerra acabaria numa "inevitável derrota" da Rússia, avisa Polónia.
- Shoigu afasta "interesse" em atacar Aliança
- Fusão entre 1.º e 2.º ciclos vai mesmo "ser adotada" mas na escola não há certezas: "Muitos países da Europa já não estão a ter os resultados que antes gostávamos de invejar"
- Marcelo "está fora de controlo, atingiu um ponto de incontinência verbal, está a tornar-se um problema"
- Quatro horas de jantar, quatro horas polémicas. Tudo o que disse Marcelo (com áudios)
- Israel disposto a desistir da exigência de libertação de 40 reféns vivos em troca de um cessar-fogo temporário
- Gasolina e gasóleo descem na próxima semana
Propostas Com Base Em Dados Concretos.
Um debate político bem informado, que trate os portugueses como adultos, poderia reforçar a confiança na nossa democracia.
A confusão recente à volta do corte do IRS mostra o limite da comunicação política. O debate político tornou-se tão performativo que já não interessa o que está a ser discutido. É compreensível que os políticos sejam ambíguos antes das eleições. As propostas específicas prejudicam sempre alguém. Contudo, mesmo quando se percebeu qual seria o montante do corte do IRS proposto pelo governo e quais os escalões de rendimento afetados, a atenção continua mais focada na forma como a política pública foi comunicada do que no seu conteúdo.
Não seria difícil termos discussões melhores sobre políticas públicas. Uma hipótese a considerar seria incorporar mais os modelos económicos no debate político. Na economia ortodoxa, que conheço melhor, cada pessoa pode ter modelos mentais diferentes sobre como o mundo funciona, e claro, estas visões são moldadas por preferências políticas. No entanto, modelos económicos explícitos, com fórmulas matemáticas e números, disponíveis para análise e replicação, permitem uma discussão séria sobre o que está realmente em causa. Estes modelos são essenciais para comunicarmos os nossos pressupostos, os mecanismos que pensamos ser relevantes, os valores envolvidos nas propostas de políticas públicas, e claro quem beneficia e quem é prejudicado.
O contexto atual de um governo minoritário no parlamento, onde é preciso negociar política a política, é uma oportunidade para discutir propostas com base em dados concretos. Seria benéfico até ter um organismo independente que avaliasse as políticas públicas, como alguns países têm. Mas já era bom partilhar as propostas concretas, garantir que os dados necessários estão disponíveis, e haver disponibilidade para o debate. (Gonçalo Pina, ECO)
A confusão recente à volta do corte do IRS mostra o limite da comunicação política. O debate político tornou-se tão performativo que já não interessa o que está a ser discutido. É compreensível que os políticos sejam ambíguos antes das eleições. As propostas específicas prejudicam sempre alguém. Contudo, mesmo quando se percebeu qual seria o montante do corte do IRS proposto pelo governo e quais os escalões de rendimento afetados, a atenção continua mais focada na forma como a política pública foi comunicada do que no seu conteúdo.
Não seria difícil termos discussões melhores sobre políticas públicas. Uma hipótese a considerar seria incorporar mais os modelos económicos no debate político. Na economia ortodoxa, que conheço melhor, cada pessoa pode ter modelos mentais diferentes sobre como o mundo funciona, e claro, estas visões são moldadas por preferências políticas. No entanto, modelos económicos explícitos, com fórmulas matemáticas e números, disponíveis para análise e replicação, permitem uma discussão séria sobre o que está realmente em causa. Estes modelos são essenciais para comunicarmos os nossos pressupostos, os mecanismos que pensamos ser relevantes, os valores envolvidos nas propostas de políticas públicas, e claro quem beneficia e quem é prejudicado.
O contexto atual de um governo minoritário no parlamento, onde é preciso negociar política a política, é uma oportunidade para discutir propostas com base em dados concretos. Seria benéfico até ter um organismo independente que avaliasse as políticas públicas, como alguns países têm. Mas já era bom partilhar as propostas concretas, garantir que os dados necessários estão disponíveis, e haver disponibilidade para o debate. (Gonçalo Pina, ECO)
Estas São As Frases
Esta foi a batata quente que Marcelo decidiu atirar para as mãos de Montenegro e de todos nós. Sem especificar a que se referia, sem fundamentar o que quer que fosse, dando azo a todas as especulações. (João Pedro Marques, OBSR)
Esta é, portanto, uma surpresa — desagradável surpresa, diga-se —, de alguém que vai no arrasto do wokismo que grassa nas sociedades ocidentais e que também toca certos sectores do mundo católico. Resta saber se Marcelo vai nessa onda por se ter convertido sinceramente ao wokismo ou apenas porque tem a irresistível necessidade de falar e de ser falado. Em qualquer dos casos estas tiradas do PR constituem não uma solução, mas um problema para o governo e para o país.
O Zelig de Belém - Onde quer Marcelo chegar? Limpar a imagem da sua ligação ao antigo Regime (o pai foi um alto dirigente do Estado Novo), “matando o pai” e “assassinando” o filho na praça pública… só para ser aceite pela esquerda woke? Deplorável! (Camilo Lourenço, JNegócios)
As últimas declarações de Marcelo Rebelo de Sousa deixaram o país em choque. Num só dia, e numa só ocasião, o Presidente da República conseguiu disparatar sobre 4 temas: as “gémeas”, a relação de Portugal com as ex-colónias, as características sociológicas e culturais de dois primeiros-ministros e as motivações políticas da PGR.
As Nossas Sociedades Ocidentais
As nossas sociedades ocidentais estão a viver uma silenciosa mudança de paradigma: o excesso (de emoções, de informação, de expectativas, de solicitações...) está a atropelar a pessoa humana e a empurrá-la para um estado de fadiga, de onde é cada vez mais difícil retornar. O risco é o aprisionamento permanente nesse cansaço.
(José Tolentino Mendonça)
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