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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Sondagem

O partido liderado por Pedro Passos Coelho reúne 34,8 por cento, enquanto os socialistas subiram, situando-se nos 31,2 por cento. Segue-se o CDS-PP, com 11,6 por cento, a CDU com 8,8 por cento, e BE com 6,0.

No caso dos dois últimos partidos de esquerda, houve uma quebra face à sondagem anterior.

Quanto à popularidade dos políticos, Paulo Portas segue na frente (12,9 por cento), seguido de António José Seguro, secretário-geral do PS (9,8 por cento). Em terceiro lugar e em queda aparece Pedro Passos Coelho, líder do PSD, primeiro-ministro.

Estudo da Eurosondagem para a Sic e Expresso, via A Bola

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Se Os Apanhou Cadeia Com Eles Mais A Exma Companhia


O Ministério Público apanhou os líderes da maior rede de lavagem de dinheiro de sempre em Portugal.
Há conhecidos empresários e políticos entre os clientes. E foi um dos chefes desta rede que transferiu os famosos 5 milhões da conta de Rosalina Ribeiro para a de Duarte Lima. - no SOL de amanhã Pág. 4 (ler aqui)

Uma Nova Iniciativa De Troca De Casa Permite Preservar A Habitação Familiar

Uma nova e inovadora iniciativa da Caixa Geral de Depósitos, parece ser um programa importante que permite preservar a habitação das famílias.

O programa, têm duas opções.
Por um lado, podem vender a habitação actual aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento pela CGD e arrendar outra casa do fundo com uma renda mais baixa. Além do encargo mensal com a casa baixar, a família deixa de ter custos como condomínio e imposto municipal sobre imóveis, ficando ainda com o direito de recompra do imóvel.
Por outro lado, as famílias podem optar vender a actual casa, comprando outra propriedade da CGD mais barata, fazendo um novo crédito à habitação com encargos financeiros mais comportáveis com a sua situação financeira. (continuar a ler aqui)

Não Ao Medo .Sim À Vida ...

Este é um tempo de medo. Medo do desemprego, medo da falta de dinheiro para pagar a prestação da casa, medo de deixar de ter o euro, medo de perder a paz e a liberdade. Um medo filho de uma prosperidade falsa que nos atirou para uma espécie de ressaca, um estado em que ninguém parece ter energia para lutar, em que tudo se aceita como um inevitável destino, um fado -  diz Helena Garrido, JN


 E, não, a vida não é um fado, a vida é uma luta em que nunca podemos baixar os braços.


Como muito bem diz Joaquim Pessoa:

Viver é uma peripécia. Um dever, um afazer, um prazer, um susto, uma cambalhota. Entre o ânimo e o desânimo, um entusiasmo ora doce, ora dinâmico e agressivo.

Viver não é cumprir nenhum destino, não é ser empurrado ou rasteirado pela sorte. Ou pelo azar.
Viver é não estar quieto, nem conformado, nem ficar ansiosamente à espera.
Viver é romper, rasgar, repetir com criatividade. A vida não é fácil, nem justa, e não dá para a comparar a nossa com a de ninguém. De um dia para o outro ela muda, muda-nos, faz-nos ver e sentir o que não víamos nem sentíamos antes e, possivelmente, o que não veremos nem sentiremos mais tarde.
Viver é observar, fixar, transformar. Experimentar mudanças. E ensinar, acompanhar, aprendendo sempre.



Não ao medo sim à vida mesmo quando ela se encontra de pernas para o ar é preciso continuar lutar e adaptarmo-nos às mudanças, porque mudar faz parte da vida. Tudo o que sobe desce, o dia sucede à noite depois virá de novo o dia, a evolução não é constante, quem assim pensa vive na utopia e na demagogia ilusória.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Quem Representa Portugal Tem Hoje Uma Responsabilidade Acrescida Porque ...


... Personifica o orgulho colectivo. É bom que o entenda

O discurso político deve ser particularmente assertivo. Não é tempo de dislates. Não é tempo de sound bites. Não é tempo de criar factos políticos. Não é tempo de guerras partidárias. Não é tempo de supérfluos. Há questões de fundo que obrigam a classe política e particularmente o primeiro-ministro a fazer discursos maduros. Quando se quer falar é seguir o conselho do ancião chinês: isolar-se um pouco e pensar no que se vai dizer.

Pois, isto é o mínimo que esperamos dos políticos, face aos cidadãos portugueses que em situações difíceis têm sempre demonstrado a sua imensa solidariedade. Todas as redes que de imediato se formaram constituem um sinal dessa vitalidade solidária, quando se vivem situações dramáticas não deixam indiferentes quem pode ajudar e apoiar, com tempo, dinheiro, donativos ou carinho.

Mesmo para quem acredita que as peregrinações a Fátima têm a ver estritamente com a fé, há que reconhecer que a enchente deste 13 de Maio não se deveu só a isso. Não foi, passe a expressão, um 13 de Maio qualquer. Foi o 13 de Maio mais dramático em muitos anos. (...) . Revelou uma esperança contida e triste, na Terra ou no Céu.

Os portugueses têm preocupações muito fundas e capacidade de se unirem e mobilizarem em torno de acontecimentos e causas. Os políticos devem seguir este exemplo, acima das divergências, questiúnculas e egoísmos, devem procurar o que os pode unir em benefício dos cidadãos permitindo que possamos sair desta situação de sufoco.

Fonte: Eduardo Oliveira, Ji

O AVISO: Do Banco de Portugal :  "que o sucesso do programa de ajustamento pode ser deitado por terra pela resistência de lóbis e pela incapacidade do Governo lhes fazer face".

domingo, 13 de maio de 2012

Secretas, As Questões Essenciais Que Ainda Não Tiveram Resposta

Os serviços secretos da República espiaram cidadãos portugueses e empresas portuguesas em Portugal, como no tempo da ditadura. Isso é-lhes totalmente interdito, por só terem mandato a respeito de ameaças à segurança nacional: não é o caso.

Agiram ao serviço do projecto político de Sócrates, autoritário e delinquente, como o definiu Filomena Mónica, para a tomada do poder total para fins obscuros.

Actuaram ao serviço dum grupo empresarial. Haverá metástases desse projecto no actual poder?

E mais: tinham relações com jornalistas de elite. Que relações eram essas? Alargavam-se a redacções? Os fluxos de informação eram nos dois sentidos?

Precisamos de saber tudo - [ Se queremos mesmo ser um país credível, (palavra demasiado gasta pelo uso, cujo significado se encontra desnaturado) melhor dizendo - fiável ]

Eduardo Cintra Torres,CM 

Estigma? Foi O Que Ele Disse?! ...

O problema do desemprego não é o estigma - é mesmo o desemprego. É que o problema não é de como se olha o desempregado ou de como ele se sente olhado - é ele não ter uma coisa: trabalho. Não essa ideia, não. Essa coisa. Do que menos precisamos é de um primeiro-ministro armado em psicólogo. Queremos um primeiro-ministro que trate das coisas. Podia começar por isto: arranjar quem lhe corrija os discursos. Sem receio que isso cause estigmas em alguns inúteis.

Ferreira Fernandes,DN 

sábado, 12 de maio de 2012

Feiras (Maio)


  • LisboaBIO - Produtos Biológicos Nacionais  26 e 27 de Maio de 2012 (Lisboa) ver

    • Feira do Fumeiro e Tradições 18 a 20 de Maio de 2012 (Gondifelos) ver

Aprende A Discernir

Primeiro pára, senta-te e pensa o que pretendes de bem. Depois, pondera, não as hipóteses teóricas, mas as possibilidades reais. Então, entre duas realidades, podes escolher a melhor. Discernir não é descobrir a única hipótese boa, é decidir, entre coisas boas [ou más], qual é a melhor [ou a menos má], a mais construtiva para si e para os outros. Se é fácil ou difícil, isso não conta.

Vasco Pinto de Magalhães 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Isto Deixa-me Ensismesmada ...

O dirigente do departamento europeu do Fundo Monetário Internacional (FMI), Poul Thomsen, disse hoje que as exportações portuguesas têm "reagido com uma força surpreendente" ao programa de ajustamento financeiro, mais do que o esperado.

Quando este ano acabar, Portugal apenas terá 1,5% de ajustamentos fiscais por fazer, em termos estruturais.
O dirigente do FMI considerou ainda que "não é correto" dizer-se que o Produto Interno Bruto (PIB) português está pior do que as previsões da 'troika', argumentando, na sua opinião, que o PIB nacional está em linha" com o previsto no programa de ajustamento financeiro.

"Claramente, aquilo que no programa [de ajustamento] está a acontecer menos bem do que esperávamos é no desemprego. O desemprego é mais alto do que aquilo que está no programa", alertou Poul Thomsen.
Mostrou-se ainda convencido que a taxa de desemprego "virá a cair" mas está "temporariamente mais alta" do que a 'troika' esperava e isso, "obviamente, não é bom", sustentou. (ler aqui artigo completo)
Tudo bem. Só ainda não compreendi se todo este programa que estamos a cumprir nos vai conduzir a uma saída da crise ou nos está a preparar para uma saída do euro menos dolorosa ... É que esta cifra - 30%, com que me deparo quase todos os dias, deixa-me ensismesmada.