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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Comprar Um Celular Novo? Geralmente Poucos Decidem Racionalmrnte

Negligência comparativa 

Se você estiver a ler esta notícia em algo como um iPhone 7 - ou um similar brilhando de novo - você provavelmente não deu o devido valor ao seu antigo celular antes de fazer o upgrade.
Décadas de pesquisas pareciam apoiar a teoria de que as pessoas tendem a se basear em comparações quando tomam decisões.
Mas quando uma das opções é uma atualização de um equipamento - comprar um modelo mais novo -, a racionalidade dos consumidores desaparece, de acordo com Aner Sela (Universidade da Florida) e Robyn LeBoeuf (Universidade de Washington).
Eles examinaram um fenómeno que chamam de "negligência comparativa", no qual as pessoas preferem um produto mais recente sem avaliar o produto que já possuem.

Sem comparação

No início da conversa, nada menos do que 78% dos voluntários concordaram que "comparar um novo aparelho com o aparelho actual é um componente necessário na decisão", e 95% concordaram que as comparações eram importantes para sua decisão.
Contudo, quando confrontados com a decisão, os consumidores não conseguiram praticar o que pregaram.
Foram feitos cinco experiências, envolvendo mais de 1.000 usuários de celulares, de 18 a 78 anos de idade. Quando lhes foi pedido para escolher entre um celular mais moderno ou uma nova versão de um aplicativo, a maioria escolheu a nova versão - mesmo quando lhes era fornecida uma lista com os recursos de ambos os productos.
Somente quando os voluntários foram explicitamente lembrados de comparar os recursos existentes no modelo novo e no modelo antigo, é que eles consultaram a lista, o que fez a probabilidade de actualização diminuir.

Saber não é suficiente

"Nós não estávamos pedindo que as pessoas lembrassem as características de memória", disse Sela. "Nós as colocamos na frente das pessoas, mas a menos que disséssemos para comparar, elas não comparavam, não usavam a informação da maneira que elas mesmas tinham dito que deveria ser usada. É isso o que torna tudo tão surpreendente.
"Nós não fazemos as coisas tão bem quanto sabemos que deveríamos fazer. As pessoas sabem que é importante, há um consenso sobre isso. Mas, no momento da verdade, somos susceptíveis a esses vieses. Isto é que é o mais impressionante: saber não é suficiente," concluiu Sela.

Os resultados foram publicados no Journal of Marketing Research.

Esta É A Frase ...

A economia portuguesa deu um pulo no terceiro trimestre, muito acima do esperado pelos economistas. O que é de saudar, como fez, naturalmente, o Governo. Mas da mesma maneira que uma andorinha não faz a Primavera, um bom trio de meses não nos transforma no tigre ibérico.

André Veríssimo, J Económico    

Lembrar É Fácil ...

Lembrar é fácil para quem tem memória, esquecer, porém, é difícil para quem tem coração. Boa Noite!


terça-feira, 15 de novembro de 2016

CFP:Orçamento De Estado Fica Aquém Do Acordado Com A UE

O Conselho das Finanças Públicas (CFP) faz uma avaliação negativa do Orçamento do Estado para 2017 (OE2017). O organismo presidido por Teodora Cardoso considera que a proposta fica “aquém do necessário”, já que assenta em medidas temporárias e não tem uma “programação credível de médio prazo”.

Portugal não deve cumprir as metas do défice estrutural com que se comprometeu com a União Europeia, apesar de garantir essa meta na proposta de Orçamento, tudo porque o Governo decidiu calcular o PIB potencial de modo diferente do que mandam as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento, diz o Conselho das Finanças Públicas, que estima que o esforço valha metade do exigido. (continuar a ler)

Os Efeitos Económicos Devastadores Das Mudanças Climáticas



... Perdas De 520 mil milhões

O impacto devastador dos eventos extremos em países pobres e vulneráveis é uma das facetas mais cruéis das mudanças climáticas, com custos económicos e sociais que não param de crescer. Na prática, enchentes, secas extremas, entre outros fenómenos, colocam em perigo décadas de combate à pobreza no mundo.

No novo relatório divulgado, o Banco Mundial e o Fundo Mundial para Redução dos Desastres e Recuperação estimam que, por ano ano, os desastres naturais causem uma perda de 520 mil milhões  no consumo mundial e empurram 26 milhões de pessoas para a pobreza.

O estudo Unbreakable: Building the Resilience of the Poor in the Face of Natural Disasters adverte que os fenómenos meteorológicos extremos sobre as populações mais vulneráveis são muito mais devastadores do que se pensava.
Na semana em que os países se reúnem em Marraquexe para discutir a implementação do Acordo de Paris, que determina metas de redução de emissões para cada nação, as conclusões do relatório mostram a urgência na adopção de políticas que protejam melhor as populações menos favorecidas.

De uma forma geral, as populações mais pobres são mais expostas aos riscos ambientais, perdem uma proporção maior dos bens nessas situações e nem sempre podem recorrer ao apoio de familiares, amigos, sistemas financeiros, nem governos.
O relatório destaca algumas acções que podem ajudar a aumentar a resiliência dessas populações frente aos desastres naturais.
Sistemas de alerta, acesso a serviços bancários personalizados, apólices de seguro e sistemas de protecção social, por exemplo, podem ajudar as pessoas a responderem mais adequadamente à crise e recuperarem da mesma.

Segundo o estudo, se estas medidas fossem implementadas de forma concertada, as mesmas ajudariam os países a reduzir em 20% o impacto total dos desastres sobre o bem-estar.

Não Existem Palavras ...

Não existem palavras que possam expressar; aquilo que um olhar pode dizer em apenas um segundo

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Esta É A Frase ...

Para os europeus foi “um balde de água fria”. Mas os eleitores europeus nada têm a ver com os americanos. Os media europeus também não acreditaram na transformação das consciências e, possivelmente, vão continuar desatentos ao que se segue na Europa. As vitórias da extrema direita da senhora Le Pen, em França, e o bater de palmas do Reino Unido pós Brexit serão a grande dor de cabeça depois do abalar das consciências dos cidadãos.
O eixo anglo-saxónico EUA/Reino Unido e que inclui a Irlanda, irá reforçar-se. O Reino Unido está de malas feitas e vira-se para o outro lado do Atlântico. A França livra-se do pior presidente de sempre e ganha espaço a xenofobia. O mundo está a mudar para pior, pensamos todos nós. Mas o mundo sempre foi um lugar perigoso e que viveu de convergências e de acordos entre grandes potências. A era pós-Obama vai ter resposta à era Putin. A Europa arrisca-se a ser o palco de intolerâncias grandes e de conflitos civis. A Europa vai ter de dispensar mais orçamento para a defesa, vai possivelmente optar por uma união política mais integrada e vai criar verdadeiras fronteiras. O mundo recua e formam-se novos cenários geoestratégicos. E onde fica a China? Precisa de mercados abertos para continuar a crescer e vai ter de negociar e ceder mais.

Vitor Norinha, J Económico

Juros da Dívida Entram Na Zona De Perigo.O Descalabro Inaugurado Pela Geringonça Começa A Vir Ao De Cima

Juros voltaram a superar a fasquia dos 3,5%, reentrando no intervalo em que o nível de preocupação da agência DBRS aumenta. A partir dos 4%, agência já disse que ficará desconfortável com o "rating".

 Os juros ascenderam esta segunda-feira aos 3,666%, o nível mais elevado desde Fevereiro, segundo a Bloomberg.
Numa altura em que as taxas de juro de Portugal estavam pouco acima de 3%, a agência DBRS afirmou que estaria confortável desde que as taxas não superassem os 3,5% e, sobretudo, os 4%.

(continuar a ler)

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Os 'SES' De Rui Rio ...

Rui Rio , está a pensar desafiar a liderança de Passos, mas ...diz que na hora de tomar a decisão vão estar muitos factores em cima da mesa.  está a pensar desafiar a liderança de Passos

“Perceber se os apoios que eu possa ter são convictos e se acreditam mesmo em mim. 
Se as outras alternativas são suficientemente credíveis e robustas para servirem o PSD e o país. 
Se há espaço para implementar o fundamental das minhas ideias e da minha maneira de ser, que como sabe tendem a ser um pouco disruptivas relativamente à política na sua forma mais tradicional. 
Se sinto condições para gerar uma dinâmica de mudança e de desenvolvimento em Portugal. E, até, se tenho os inimigos políticos correctos”.( Expresso)

Ora Bem! Melhor Dizendo - Ora Mal!

Os 'SES' de Rui Rio não nos interessa nada - para os resolver basta fazer um auto - exame de consciência.

O que verdadeiramente nos interessa é alguém determinado, que proponha ideias novas, a médio e a longo prazo, com objectivos bem definidos que prevejam a avaliação sistemática da sua execução. 

Mais, não ter medo e assumir convictamente os projectos em que acredita. Sem convicção e a medo nenhuma mensagem passa.

A Autêntica Cultura


«A autêntica cultura dá lugar ao florescimento de verdadeiros valores interiores como a ordem, a justiça, a verdade, a igualdade, a honra, a liberdade, etc. que aproximam os indivíduos. O Homem assumiu a sua condição humana quando foi capaz de observar as coisas para além das aparências, imaginar, comparar e criar símbolos.»