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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Nova Descoberta Trouxe Informações Sobre O Modo Como O Cérebro Actua Em Casos De Depressão E Ansiedade

O inibidor de JNK alivia a ansiedade e a depressão
controlando as células nervosas recém-nascidas no hipocampo.
[Imagem: Turku Centre for Biotechnology]
Em termos simples, foi identificada uma nova substância que alivia a ansiedade e o comportamento depressivo.
A descoberta foi feita pela equipe da professora Eleanor Coffey, da Universidade Abo Akademi (Finlândia), em colaboração com colegas dos EUA.

Coffey descobriu que, quando activa, uma proteína chamada JNK inibe o nascimento de novos neurónios no hipocampo, uma parte do cérebro envolvida nas emoções e na aprendizagem.
A JNK é uma proteína que ajuda a regular o processo de autodestruição celular, ou apoptose - é uma quinase cujo nome é uma sigla para c-Jun N-terminal Kinase.
Ao inibir a JNK unicamente nas células nervosas recém-geradas no hipocampo, os investigadores conseguiram aliviar a ansiedade e o comportamento depressivo em animais de laboratório.

Este mecanismo, desconhecido até agora, traz uma nova visão sobre como o cérebro funciona para regular o humor e indica que os inibidores de JNK, como o usado na investigação, podem fornecer uma nova via para o desenvolvimento de drogas antidepressivas e ansiolíticas.
E é particularmente importante, uma vez que muitos pacientes não respondem aos tratamentos actuais e há muito tem sido reconhecida a necessidade de uma nova compreensão dos mecanismos fisiológicos envolvidos nesses distúrbios para que se possa desenvolver medicamentos eficazes contra a depressão resistente aos tratamentos actuais.

A depressão e a ansiedade são distúrbios altamente prevalentes e representam uma das maiores causas de incapacitação em todo o mundo.

António Costa Alcançou O Que Nenhum Outro Líder Socialista Antes Conseguira: Arrumar O BE E O PCP Na Gaveta


... De Um Dos Arquivos Da Sede Socialista No Largo Do rato

Três factos políticos relevantes:

1) Portugal pagou taxas muito mais elevadas para emitir dívida pública;
2) após ter diminuído consecutivamente ao longo dos últimos nove anos, a taxa de abandono escolar precoce aumentou em 2016;
3) a correspondência trocada entre António Domingues e Mário Centeno foi tornada pública, o que está a causar um enorme embaraço ao Governo e a prejudicar a imagem da CGD.

Ora surpreendentemente, nem o BE, nem o PCP abordaram estes temas no debate, aliás, até optaram por dirigir as suas baterias à direita que já não governa há praticamente um ano e meio. Um contra-senso.
É verdade que, de quando em vez, estes dois partidos resolvem dar provas de vida votando contra iniciativas do Governo que apoiam. No entanto, quando essas medidas são chumbadas, pasme-se, acabam invariavelmente a criticar o PSD e/ou o CDS por votarem como eles, ao invés de se indignarem com quem anda a propor aquilo com que não concordam. No mínimo curioso.

A moral da história parece-me óbvia. De forma engenhosa António Costa alcançou o que nenhum outro líder socialista antes de si conseguira: arrumar o BE e o PCP na gaveta de um dos arquivos da sede socialista no Largo do Rato.

Fonte: Ricardo Ferraz, J Económico    

Para Reflectir ...


Algumas pessoas irão sempre jogar pedras no seu caminho, depende de si o que faz com elas. Uma parede ou uma ponte?

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Notícias Soltas

Esta É A Frase

Quando um ministro tem de ir ao Presidente da República pedir a renovação da confiança e quando o primeiro-ministro faz o mesmo e publicita-o, a coisa está preta. Portugal não é a França, Marcelo não manda no governo. A necessidade da caução presidencial mostra que as coisas estão a desmoronar-se para os lados do Terreiro do Paço.

Ana Sá Lopes, Ji

A CGD E A Promiscuidade Nas Elites Políticas E Financeiras

O que é que se sabe neste momento? Sabe-se que uma lei foi feita à medida do seu principal beneficiário, António Domingues, e sob a supervisão dos seus advogados. Sabe-se também que contratar bons gestores para a banca é incompatível com as mais elementares regras de transparência. Na SIC Notícias, ouvimos ainda António Lobo Xavier, fiscalista insigne da nossa praça e futuro vice-presidente do BPI, considerar que isto tudo “é perfeitamente compreensível e que não é passível de nenhuma censura política”.

A forma como pessoas como Lobo Xavier falam deste caso e como os partidos da oposição dedicam as suas baterias à mentira e não à lei encomendada mostra que todos têm telhados de vidro e que esta privatização da legislação é comum. Há décadas que se denuncia a forma como o interesse público está capturado por (alguns) interesses privados e as nossas elites não têm vergonha de vir para a televisão dizer que é perfeitamente compreensível que as leis da República sejam redigidas por escritórios de advogados em representação dos seus principais beneficiados. Foi nisto que se tornou a elite portuguesa. Uma oligarquia extractiva que acha que Portugal tudo lhe deve, incluindo leis feitas à medida das suas necessidades

Luís Aguiar-Conraria, OBSR                                             

Bom Dia !

Boa Noite, a quem é de boa noite.
Bom dia, a quem é de bom dia.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Esta É A Frase ...

Por onde andais, Catarina e Jerónimo ?
Por entre o barulho causado pelo "affair" Caixa/Centeno, há um facto que passa despercebido: o silêncio do Bloco e do PCP.

Camilo Lourenço, J Negócios

Ventania ...


Que o vento leve o necessário e me traga o suficiente.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Frank-Walter Steinmeier Eleito Presidente Da Alemanha

O resultado não é surpreendente. Frank-Walter Steinmeier, que até ao fim de Janeiro desempenhou funções enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha.
A vitória de Steinmeier já era dada como certa, com o político a ser apoiado pelo seu próprio partido, SPD, e pelos democratas-cristãos da chanceler Angela Merkel. Na Alemanha, o cargo de presidente é sobretudo honorário.
Aos 61 anos, Steinmeier, social-democrata que terá funções particularmente diferentes daquelas do presidente dos Estados Unidos, já foi apelidado pela imprensa de “anti-Trump”, sobretudo depois de ter sido uma voz crítica de Trump durante as eleições presidenciais que marcaram o final do ano passado. O novo presidente alemão chegou, inclusive, a chamar Trump de “pregador de ódio” e, ainda em Janeiro, dclarou que as posições deste face à NATO — organização que o homem-forte dos EUA disse ser obsoleta” — “foram recebidas com preocupação”.

Dois dias depois de Trump ter prestado juramento como 45º presidente dos EUA, o ex-chefe da diplomacia alemão afirmou que a eleição marcava o fim de uma era e que Berlim iria avançar prontamente para salvaguardar “uma cooperação transatlântica estreita e confiante”.

Num artigo publicado no jornal alemão Bild, o então ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, escreveu que “com a eleição de Donald Trump, o velho mundo do século XX finalmente acabou” e “como o mundo de amanhã será ainda não está definido”.