Pesquisar neste blogue

sexta-feira, 31 de março de 2017

Notícias Soltas

Vencedores Da 7ª Edição "Prémio Ovibeja" Do Concurso Internacional De Azeites Virgem Extra

Dois produtores espanhóis, um português e outro italiano foram os vencedores da sétima edição do Concurso Internacional de Azeites Virgem Extra "Prémio Ovibeja".

A selecção dos melhores azeites decorreu na passada semana, nas instalações da Casa do Alentejo, em Lisboa, sendo que na categoria "Frutado Maduro" o vencedor foi o prodtor português Quinta do Crasto.

Os espanhóis Aceites Montolivo e Almazaras de la Bubética ganharam nas categorias "Frutado Verde Ligeiro" e "Frutado Verde Intenso", respectivamente. E o azeite do produtor italiano Paolo Bonomelli Boutique Olive Farm conquistou a medalha de ouro na categoria "Frutado Verde Médio".

O júri presidido por José Gouveia atribuiu ainda mais quatro medalhas a azeites portugueses: a Sociedade Olivícola F. A. Callado foi segunda na categoria "Frutado Maduro"; a Sociedade Agrícola Vale do Ouro e a empresa Velhas Folhas ficaram em segundo e terceiro, respectivamente, na categoria "Frutado Verde Ligeiro"; e a Cooperativa de Olivicultores de Valpaços conquistou a prata nos azeites frutados verdes intensos.


Este ano o Concurso Internacional de Azeites Virgem Extra "Prémio Ovibeja" contou com 150 amostras de azeites provenientes de 11 países. Os prémios vão ser entregues aos vencedores no dia 29 de Abril, às 12h00, durante a feira.

O BE Vai Tentar Tudo Para Inviabilizar A Solução Encontrada Para O BES. Isto Dito Por Um Alicerce Fundamental Do Governo Soa - Estranho

De: António Moita
António Costa cedeu a tudo nos costumes. Mas no que é importante não vai poder fazer a vontade aos bloquistas. E como não há matéria no domínio da discriminação ou do preconceito que não esteja já regulada, agora é que vai começar a doer.

Naquilo que verdadeiramente interessa ao país, o Bloco está sempre contra. Estabilizar o sistema financeiro. Não pode ser. São uns abutres. Equilibrar as contas públicas e sair do procedimento de défice excessivo. Não é possível. O PEC não é para cumprir. Aceitar as regras do Euro. Nem pensar. Mais tarde ou mais cedo teremos de sair da moeda única.

O Bloco tomou consciência de que os últimos meses foram de "apagão político" completo. A Mortágua já não é novidade. Sem a CGTP, nem a concertação social conseguiu perturbar. Ainda tentou acabar com o salário de António Mexia, mas a ideia morreu logo.

O Governo está a seguir um caminho que as instituições europeias parecem tolerar. António Costa distribui charme lá por fora e cá dentro, com uma não desprezível ajuda presidencial, vai apostando em políticas de comunicação que dão a ideia de que crescer depressa e bem é algo que está ao alcance dos portugueses. De caminho destrói, de forma por vezes cruel, o mérito e o esforço do seu antecessor. Passos Coelho, por seu turno, insiste em não perceber que já ninguém quer saber do passado e que melhor faria se nos desafiasse com uma ideia para o futuro.

Catarina Martins pensava que estar no governo com um pé dentro e outro fora seria uma estratégia bem-sucedida quando tivesse de voltar a contar votos. Mas começa agora a perceber que, a continuar a ambiguidade e sem que estejam previstas vitórias eleitorais nas autárquicas, depressa entrará no bolso de um António Costa cheio de vontade de chegar sozinho à maioria absoluta.

António Moita, J Negócios

Instinto ...

"Os instintos são formas típicas de comportamento, e todas as vezes que nos deparamos com formas de reacção que se repetem de maneira uniforme e regular, trata-se de um instinto, quer esteja associado a um motivo consciente ou não." 

Carl Gustav Jung  

quinta-feira, 30 de março de 2017

Esta É A Frase

A História começou a rodar ao contrário. Não é um pequeno país periférico que abandona a União, por qualquer razão conjuntural. É um país que marcou definitivamente a História europeia do século XX. Que é a segunda potência económica da União, que tem um poder militar e diplomático significativo, que escolheu sair da pior maneira possível.

De: Teresa de Sousa, Global Britain? Global Europe?, Público

A Dor De Não Saber

É escusado reconhecer que é uma perda de tempo. Isso já nós sabemos. Bem podemos perguntar: porque não te guardas para o momento em que souberes o que te aconteceu? Porque não adias mais esta visita ao poço de todas as tuas lágrimas, onde vive o papão que engordaste com todos os teus medos? Como aceitas tu sofrer sem conhecer a causa? Não faz diferença.
Às vezes, quando vem o momento e não acontece o que se temeu, já é tarde. A preocupação exausta. Não sobra lugar na alma para a despreocupação. É como ter uma sala tão cheia de tralha que não cabe lá um braço.  

O contrário de preocupar não é despreocupar. É desocupar. E desocupar é mais difícil quando a nossa alma já está ocupada, a pensar e a sofrer.

Miguel Esteves Cardoso (Público)

quarta-feira, 29 de março de 2017

CGD: A Incúria E O Bloqueamento Do Acesso Ao Conhecimento Dos Desvarios

Um dos emprestadores sem eira nem beira, a quem vamos pagar a incúria, é a Caixa Geral de Depósitos. A recapitalização que pagamos são milhares de milhões de euros de crédito perdido em negócios ruinosos. Irrecuperável. Numa lista curta. Demasiado curta para que o seu conhecimento não suscite muita pedagogia e nos proteja de repetições, como diriam os açorianos.
Pois que fazem PS, PC e Bloco? Bloqueiam, com a sua maioria, o acesso ao conhecimento dos deputados sobre as misérias e desvarios que não podem voltar a acontecer na Caixa. Desobedecem até ao Tribunal da Relação para evitar que se fique mesmo a saber o que fez a Caixa no tempo de Sócrates. 
O deputado do PCP que queria tirar o salário à dr. Teodora Cardoso (e a quem o PS já esta semana fez o favor de propor legislação para acabar com a independência do Conselho das Finanças Públicas) acha que conhecer no Parlamento a lista dos grandes devedores que obrigaram a esta recapitalização “vai certamente fragilizar a Caixa”…

A mesma esquerda que concentra esforços para despedir o governador do Banco de Portugal – ou quem quer que ouse discordar da paz socialista – é quem impede que se conheçam auditorias internas do banco público, a situação dos 50 maiores devedores do banco, a lista dos créditos superiores a um milhão de euros e os 50 acima deste valor que deixaram de pagar. Que se possa evitar que pelo menos no banco público não se repita a pouca-vergonha que nos põe esta canga às costas.
Excertos do artigo de José Eduardo Martins, Visão (15-3-2017)

30 Aldeias Alentejanas Concorrem Às "7 Maravilhas De Portugal - Aldeias"

São 30 as aldeias alentejanas que querem ser uma das 7 mais belas de Portugal. Estão em competição cerca de 332 aldeias portuguesas por sete lugares em destaque nas “7 Maravilhas de Portugal - Aldeias”.

As alentejanas em concurso são, do distrito de Portalegre: Ouguela (Campo Maior),  Flor da Rosa (Crato),  Belver (Gavião) e Alegrete (Portalegre);

de Évora: Aldeia da Orada (Borba), Evoramonte (Estremoz), Cortiçadas de Lavre, São Cristóvão, São Geraldo e Vila de Lavre (Montemor-o-Novo), Aldeia da Luz e ranja (Mourão) Brotas e Pavia (Mora), Monsaraz (Reguengos de Monsaraz) e Aguiar (Viana do Alentejo);

de Beja: Baleizão (Beja), São Martinho das Amoreiras, Santa Clara-a-Velha, Vale de Santiago e Zambujeira do Mar (Odemira), Safara, Santo Aleixo da Restauração e Santo Amador (Moura) e  Vila de Frades (Vidigueira);

e as aldeias do Litoral Alentejano: Canal Caveira, Lousal, Melides e Santa Margarida da Serra (Grândola) e Porto Covo (Sines).

Até 31 de março decorre a fase de selecção de 49 semi-finalistas, divulgados a 7 de Abril e sendo que, de 9 de Julho a 20 de Agosto, serão escolhidas as 14 finalistas.

Fonte:Tribuna Alentejo

O Problema Do PSD É Que Não Tem Coragem E ....

De: José Manuel Fernandes
... Não tem capacidade, para mobilizar o eleitorado em torno da ideia de um país com mais liberdade, onde o Estado mande menos para a economia poder crescer mais

Era possível derrotar Fernando Medina em Lisboa? Creio que sim, se PSD e CDS se tivessem entendido. Com ou sem candidatura de Cristas. Mas como esta não é a primeira vez que, na capital, a direita, e o PSD em particular, correm para perder, não creio que esse seja o maior problema de Passos.

O maior problema de Passos é que, mesmo depois dos difíceis anos de ajustamento, o país não dá sinais de ter entendido a necessidade de reformas e ele, tal como o PSD (e o CDS), parecem ter-se resignado a isso. Por isso não tem um discurso político mais coerente e mais mobilizador. Pode ter toda a razão do mundo quando denuncia os truques orçamentais do Governo (e tem), mas isso é pouco. Pode ir aproveitando as diferentes trapalhadas da geringonça, mas isso também é pouco, é politiquinha que só mobiliza os activistas. Pode (e até deve) continuar a avisar para os perigos do rumo que está a ser seguido, mas continua a ser muito pouco e muito deprimente. Pior: tudo somado é sempre poucochinho.

Dir-se-á: podia ser diferente? A meu ver podia, e não apenas fazendo “mais política”, como recomendam os comentadores que adoram a intriga, a manobra e o jogo de enganos. Mas exigia outra forma de olhar para o país e de fazer política. Uma capacidade para dizer sem rodeios que Portugal nunca irá a lado nenhum enquanto não sair deste atavismo que mistura o corporativismo que vem do Estado Novo com o socialismo “constitucional”, essa sopa pastosa em que nos movemos e que nunca ninguém verdadeiramente desafiou.

José Manuel Fernandes, OBSR 

O Instante ...

"O instante só tem um lugar estreito entre a esperança e o desgosto, e esse é o lugar da vida." 
(Marcel Jouhandeau)

"Um instante traz coisas não imaginadas por ninguém." 
(Publílio Siro)