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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

*Enfermeiros avançam com providência cautelar contra a requisição civil

*Venezuela: PCP cola Governo português à extrema-direita


*CGD. Banco de Portugal aprova pedido de escusa de Carlos Costa

*BE vai propor fim dos exames nacionais do 9.º ano

*Parlamento chumba fim das portagens na Via do Infante, A 23, A24 e A25


*Auxiliares das escolas: mortos e reformados não são substituídos


Com Tais Líderes Políticos Não Veremos Nada De Novo Nos Próximos Anos

«Enfim, é assim que vamos votar, como o homem do dia da marmota ia para a cama: com a suspeita de que, quando o despertador tocar na manhã seguinte, o dia vai ser igual ao de hoje. O que há para ver já vimos.»

As modestas expectativas de António Costa levantam a mesma dúvida. Foi este duche frio na ideia da maioria absoluta uma maneira de António Costa admitir que a austeridade apenas trocou de máscara, o crescimento económico é fraco, os equilíbrios do orçamento são efémeros, a função pública exige mais, e pode bem ser que o castelo de cartas não aguente até Outubro? 

Ou, em alternativa, o problema nem é tanto a maioria absoluta estar fora do seu alcance, mas não lhe dar jeito nenhum? 

A maioria absoluta, para um governo, não é só uma maior liberdade de acção. É também uma fixação das responsabilidades, sem as desculpas do apoio parlamentar. E é, acima de tudo, a falta de pretexto para uma manobra à 2001, isto é, a fuga antes de a tempestade chegar. Foi evadindo responsabilidades que o grupo de amigos de que Costa é agora o chefe governou durante a maior parte dos últimos vinte e cinco anos, colonizou o Estado e a partir daí quase todos os bancos e grandes empresas. 

Perante as incertezas dos próximos tempos, a geringonça é uma porta de saída muito conveniente.

Rui Rio vai voltar a querer acordos com o PS depois das eleições, e António Costa vai querer voltar à geringonça. Com tais líderes políticos, não veremos nada de novo nos próximos anos.


Rui Ramos, OBSR 

A Ambição


"A amizade e a gratidão nada podem contra a ambição."


 Marie-Madeleine de La Fayette  

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde (act.)

*Governo aprova requisição civil de enfermeiros

*Bloco chama ministra da Saúde ao Parlamento por causa da ADSE





Uma A Uma, As Instituições Que Desempenhavam O Papel De Contra-pesos Foram Sendo Capturadas

Hoje o Governo parece não acreditar em nenhum desses princípios de independência das entidades de supervisão e regulação, parece descrer do pilar fundamental de qualquer democracia de ter instituições fortes que funcionem como pesos e contra-pesos do poder. E a opinião pública encolhe os ombros, parece já nem ter energia para se indignar. O novo normal é permitir que o Governo controle tudo e todos, permitindo que chegue ao ponto de troçar e humilhar as instituições que se atrevem a não estar nas suas mãos. Até que se verguem. (Helena Garrido, OBSR)

O poder absoluto de um Governo é inimigo do crescimento. É um erro a captura das instituições pelo poder político, erro que estamos a cometer de novo, hoje com ainda menos pessoas preocupadas com isso.
Uma a uma, as instituições que desempenhavam o papel de contra-pesos foram sendo capturadas com estratégias várias que passaram pelo insulto, humilhação ou pura e simplesmente por serem ignoradas, como se não existissem. A primeira vítima deste caminho de enfraquecimento das instituições foi o Banco de Portugal. (continuar a ler

Fumo Leve Que Foge Entre Os Meus Dedos


Longe de ti são ermos os caminhos
Longe de ti não há luar nem rosas
Longe de ti há noites silenciosas
Há dias sem calor, beirais sem ninhos

Meus olhos são dois velhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas
Abertos sonham mãos cariciosas
Tuas mãos doces, plenas de carinho

Os dias são outonos: choram, choram
Há crisântemos roxos que descoram
Há murmúrios dolentes de segredo
Invoco o nosso sonho, entendo os braços

e é ele oh meu amor, pelos espaços
fumo leve que foge entre os meus dedos.

Florbela Espanca

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

*Debate quinzenal. Costa anuncia proposta para cuidadores informais

*Abandono escolar nunca foi tão baixo como em 2018

*A greve “não pode ser um direito absoluto”, diz Vital Moreira

*França e Alemanha unidas para aprovar Artigo 13 esta sexta-feira

*Percentagem de mulheres mortas é superior à do Brasil

*Incêndio obriga à evacuação do Hotel Pestana Viking no Algarve

*Estado da União. Discurso de Trump foi o mais longo da história e teve apelos à união e promessas à América

*Grupo Mello Saúde e Luz Saúde deverão ‘cortar’ com ADSE a partir de abril

Democracia E O Exercício Desses Direitos Não São A Mesma Coisa

«As pessoas da minha geração, que apanharam os efeitos imediatos do 25 de Abril na sua infância, foram criadas no ambiente em que um conjunto de direitos passaram a existir. O direito de manifestação, o direito à opinião, o direito de associação, entre outros, foram todas conquistas da revolução ou, pelo menos, gostamos de pensar que sim. De tal forma foram importantes essas conquistas que, na nossa cabeça, passámos a confundir o exercício desses direitos com democracia. Isso acontece-nos todos os dias. A coincidência de várias ocorrências leva-nos a assumir a sua equivalência, mas democracia e o exercício desses direitos não são a mesma coisa.»

João Pires da Cruz, OBSR

Não é de todo verdade que o povo seja relevante nas escolhas do país. E por isso, já hoje metade dos portugueses não perdem, nem um dia de praia, nem um dia de shopping com a patroa, para irem dizer uma coisa que ninguém vai ouvir. Os políticos nacionais (e não só), antes de qualquer eleição e qual orquestra do Titanic, repetem à exaustão o discurso contra a abstenção metendo a culpa na praia, no jogo do Benfica, na chuva, no jogo do Sporting, em tudo quanto não possam controlar, menos naquilo que é óbvio. As pessoas votam quando isso interessa para alguma coisa. Se não interessa, não votam.

À medida que os anos passam, a própria importância da República vai sendo esmagada. Aquilo que nos afeta diretamente é tratado pelas autarquias, enquanto aquilo que é lei e grandes linhas estratégicas é cada vez mais emanado de Bruxelas. Aos poucos, a importância do governo de Lisboa ficará reduzida àquilo que é ineficaz a nível nacional, como é hoje a educação que devia baixar às autarquias ou a justiça que devia subir a Bruxelas, e à corretagem de fundos europeus. Aos poucos, o valor da República será questionado e no dia em que estiver de facto em causa, aquela que é a metade que já não vota vai-se fazer ouvir nesse dia. E não é complicado perceber de que lado vai estar.


Ano Novo Chinês 2019: Ano Do Porco De Terra

No Zodíaco Chinês cada ano é regido por um dos doze animais que, segundo a lenda, compareceram à chamada de Buda. Destes 12 animais, o Porco foi o último a chegar e, por isso, é o último signo do Zodíaco Chinês. 2019 é um ano regido pelo Porco, assim como aconteceu com 2007, 1995, 1983, 1971, 1959, 1947, 1935.
É um signo associado à generosidade, à bondade e ao cumprimento do dever, e por isso a energia deste ano privilegia as tradições e a estabilidade.
As celebrações do Ano Novo Chinês estendem-se por 15 dias e envolvem inúmeros rituais familiares. É a festa mais importante da China mas também é celebrado em outros países onde existe uma vasta comunidade chinesa.
Uma curiosidade prende-se com o facto de não ter uma data fixa porque é celebrado de acordo com o calendário lunar, coincidindo com a Lua Nova que ocorre entre o dia 20 de janeiro e o dia 20 de fevereiro.
O Ano do Porco de Terra começa no dia 5 de fevereiro de 2019 e estende-se até ao dia 24 de janeiro de 2020. De um modo geral, de acordo com o Zodíaco Chinês este será um ano muito favorável para as finanças, ajudando a aumentar recursos e sendo um bom ano para investir. No domínio afetivo também é um ano positivo: o Porco privilegia a amizade, a família e o amor, trazendo estabilidade às relações. O Ano do Porco ajuda a ter sorte e sucesso em todas as áreas.
De acordo com o Feng Shui, os números da sorte para 2019 são o 4, o 6 e o 8. Enquanto as cores da sorte para este ano são o vermelho, o cor-de-rosa, o laranja, o dourado e o branco.
Uma vez que, de acordo com o Feng Shui, para ter harmonia é preciso equilibrar energias opostas, se optar por usar o vermelho (Elemento Fogo) e o branco (Elemento Metal) na decoração da sua casa deve usar também cores do Elemento Terra, como o amarelo e o castanho, para que haja harmonia.
No Zodíaco Chinês, para além de cada signo ter o nome de um animal e a energia que este representa, todos os anos são também influenciados por um dos cinco Elementos que esta filosofia considera: a Água, a Terra, o Fogo, o Metal e a Madeira. Assim, 2019 é o Ano do Porco de Terra, que tem uma energia diferente do Porco de Metal, por exemplo.
O Porco de Terra é muito materialista e determinado, não se poupando a esforços para alcançar as suas metas. Destaca-se pela sua tenacidade e porque como atribui uma grande importância ao bem-estar financeiro procura sempre aumentar os seus rendimentos, sendo particularmente trabalhador.
Têm geralmente uma visão realista das situações e das pessoas e são muito voltados para a família, onde encontram o seu apoio e suporte.
A ENERGIA DO ANO DO PORCO DE TERRA
O ano do Porco de Terra é favorável, traz alegria e energias positivas para a maioria dos signos do Zodíaco chinês. É a variante mais robusta deste signo, e por isso o Porco de Terra ajuda a concretizar projetos graças à estratégia, visão e capacidade de negócio. Sob a influência desta energia é um bom ano para apostar nestas competências, e a comunicação também está favorecida.
O Porco é, em geral, muito alegre, mas também é muito responsável e ligado à família e, por isso, não se poupa a esforços para proporcionar conforto e proteção aos que lhe são mais queridos. Por isso, em 2019 as relações familiares estão favorecidas para a maioria dos signos, o que pode traduzir-se na concretização de casamentos e na chegada de novos membros ao seio familiar.
O elemento Terra possui uma polaridade Yin e traz energias positivas ao ano do Porco 2019. Este elemento representa a organização, a disponibilidade para os outros, a flexibilidade, a humildade, representando, também, a intuição, ou seja,  a capacidade de “ouvir” a sua voz interior.
A educação e o ensino, o altruísmo e a espiritualidade, estão particularmente em destaque ao longo do ano 2019. A mensagem para a generalidade dos signos é: devemos evitar olhar só para o nosso umbigo; devemos evitar o isolamento, mantendo os familiares e amigos sempre por perto. Devemos estar atentos às suas necessidades e procurar corresponder ao que esperam de nós.
O Ano do Porco de Terra corresponde ao final de um ciclo (porque o Porco é o último signo do Zodíaco Chinês), e por isso 2019 é um ano favorável ao fim de relações que já não são positivas, quer seja a nível amoroso ou de amizade, já que ajuda a fazer esse corte. Neste ano deve sempre dar prioridade à estabilidade, ao equilíbrio e à segurança.

Nota1: Os bebés cujo nascimento está previsto para o Ano do Porco de Terra são mais compatíveis com pais dos signos chineses Porco, Coelho, Cabra ou Tigre.

Fonte: Maria Helena Martins

Horóscopo Chinês