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domingo, 10 de novembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>Ageas sugere mudar de casa para melhor rendimento na reforma
>Irão descobre campo de petróleo com 50 mil milhões de barris
>Miguel Pinto Luz marca apresentação oficial da candidatura à presidência do PSD
>Macron, Guterres e von der Leyen discutem futuro da paz em Paris
>Espanha: PSOE favorito longe da maioria absoluta e subida da extrema-direita
>Espanha é o principal parceiro económico de Portugal
>Deputado Francisco Torrealba: "O Novo Banco está a aproveitar-se das riquezas dos venezuelanos"
>Jordânia retoma terras cedidas a Israel há 25 anos
>Manifestação em Borba de apoio aos bombeiros junta mais de 300 pessoas
>Rui Rio lança site de candidatura à liderança do PSD e promete "proximidade com os militantes"
>Ângelo Pereira eleito líder da distrital do PSD de Lisboa com 82% dos votos. Sem carrinhas, com caciques de folga e uma derrota de Sarmento

O Estado Aparece Sempre E Cada Vez Mais Capturado, Impotente E Incompetente… (Aeroporto)

O Estado continua a revelar a sua falta de capacidades intelectuais, técnicas e científicas, assim como a ausência de “ethos” isento e independente. Em tudo o que cheire a grande obra, o Estado aparece sempre e cada vez mais capturado, impotente e incompetente… 

Foi este Estado que, durante décadas e alternadamente, hesitou e decidiu, eliminou e escolheu Ota, Rio Frio, Alcochete e Montijo. Mas também Alverca e Sintra. E já agora Monte Real e Beja. Foi o Estado português, sucessivamente salazarista, marcelista, gonçalvista e democrático que, desde os anos sessenta, isto é, há cinquenta anos, vem pensando em construir um aeroporto desde sempre considerado urgente! E muda de opinião com a firmeza dos ignorantes e a certeza dos interesses. A perde de capacidade científica independente do Estado é uma das mais graves falhas das últimas décadas.

É frequente encontrarmos as mesmas pessoas, as mesmas universidades, as mesmas empresas, os mesmos bancos, os mesmos promotores e os mesmos especialistas em vários projectos e várias soluções. Há ministros e secretários de Estado que estavam em funções quando foram tomadas duas ou mesmo três decisões contraditórias. Também se conhecem profissionais, engenheiros, economistas, consultores e construtores que apoiaram decisões opostas, talvez até com os mesmos argumentos!

As esquerdas, auto-suficientes, exauriram o Estado competente, técnico e inteligente, para o transformar em agente político e já agora em sua coutada. As direitas, cúpidas, esvaziaram o Estado sabedor, capaz e independente, para entregar poderes e competências aos negócios e aos privados. O Estado, hoje, é alfobre de negócios, tapada dos partidos, autoritário como os ignorantes, convencido como os déspotas! E ao serviço da política mais barata, a dos interesses. Bonito serviço!

(excertos do artigo de António Barreto, Público

Esta É A Frase

Se o futuro de um partido político pode apenas ser assegurado pela imposição de uma "máscara mediática" extremista então não estamos apenas perante uma "doença" do Livre mas de todo o sistema político.

Rui Martins, OBSR

Não havendo alterações de fundo nos Estatutos, Programa ou quadros dirigentes o que se passa agora na encarnação actual do Livre pode ser o produto de um de três fenómenos (que podem funcionar em paralelo):

1-O sublinhar de questões fracturantes e extremistas (quotas étnicas, feminismo radical, anti-racismo, etc) é um produto da agenda pessoal da deputada e não representa o Livre.

2-O extremismo actual do Livre é aparente e táctico (marketing político) buscando nas questões fracturantes um mercado eleitoral que a transformação do Bloco de Esquerda num partido do “eixo de governação” deixou por conquistar.

3-O extremismo discursivo do Livre é real e profundo e corresponde efectivamente a uma alteração em curso para um partido situado na banda extrema da extrema esquerda.          

  Se o futuro de um partido político pode apenas ser assegurado pela imposição de uma “máscara mediática” extremista ou de uma deriva radicalizante profunda que o afasta da maioria do eleitorado e das posições moderadas então não estamos apenas perante uma “doença” do Livre mas de uma doença sistémica de todo o sistema político-partidário português. (ler artigo completo)

sábado, 9 de novembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>“Overdose” de horas de trabalho tem efeito nocivo para Portugal

>Alina Donets: “Mudanças climáticas estão a afetar os recursos hídricos”

>Alemanha celebra 30 anos da queda do muro de Berlim
>PS vai voltar a apresentar proposta para a eutanásia
>Florêncio Almeida lidera ANTRAL até 2022
>PSD: Conselho Nacional aprova diretas em 11 de janeiro e afasta proposta para que todos militantes votem
>Costa quer aumentar salário médio até ao nível atingido antes da crise
>Rio diz que objetivo nas autárquicas é “inverter tendência” e admite ser difícil vencer PS em 2021
>Gran Cruz transforma a Quinta de Ventozelo num hotel rural de quatro estrelas direcionado ao enoturismo
>Trabalhadores da TSF preocupados com “situação da empresa”. Pedem reunião com administração
>Pelo menos 10 mil alunos continuam sem todos os professores
>Fenprof acusa Governo de querer mostrar funcionários públicos como “malandros”
>Camião cai dentro de pedreira em Vila Viçosa e fica submerso. Motorista pode estar no interior
>PSD. Concelhia de Salvador Malheiro não declara apoio a Rui Rio

Já Não É Só O Dinheiro Que Está Em Causa - É Uma Questão De Decência

As contas do Novo Banco são a expressão de um vício alimentado pelo dinheiro dos outros bancos e pelas garantias públicas.

Ao anunciar ao país um prejuízo de 572,3 milhões de euros até Setembro, o líder do Novo Banco fez questão de sublinhar que “a estratégia de limpeza do legado [do Banco Espírito Santo] tem provado ser a mais correcta”. A pergunta que se impõe perante o optimismo de António Ramalho é óbvia: o que teria acontecido se a estratégia fosse incorrecta? Estaríamos a falar de quantos mais milhões? 

Está na hora de o Governo e de a Assembleia saberem tudo o que se passa em nosso nome. Queremos saber o que foi vendido, a quem e a que preço para podermos descansar do pesadelo. Já não é só o dinheiro que está em causa; é, principalmente, uma questão de decência.(ler todo o artigo)

O Silêncio


Há um grande silêncio que está sempre à escuta...
E a gente se põe a dizer inquietamente qualquer coisa,
qualquer coisa, seja o que for,
desde a corriqueira dúvida sobre se chove 
ou não chove hoje
até a tua dúvida metafísica, Hamleto!

E, por todo o sempre, enquanto a gente fala, fala, fala
o silêncio escuta...
e cala.

Mário Quintana, em Esconderijos do tempo

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>OCDE propõe taxa mínima para empresas a nível global



Assim Acontece

Desde há alguns anos começou a proliferar um conjunto de ideias, aparentemente bondosas, supostamente novas, apresentadas de forma impositiva e que, com o correr do tempo, se enquadraram em mecanismos de acção totalitários. 

Muitas vezes enfeitam-se sob bandeiras de uma ideologia, que se apresenta como sendo de esquerda, como se isso fosse um argumento de pureza e virtude. Esquecem-se os seus propagandistas que algumas das mais cruéis ditaduras do século XX.

Como hoje já é patente, dois dos mais aguerridos blocos desse passado transformaram-se em regimes onde a corrupção é galopante, a exploração acentuada, o desrespeito pela protecção da natureza é inexistente, o domínio de outras geografias uma obsessão e onde as diferenças sociais são gritantes.

Em Portugal, o casulo destas ideias começou com o Bloco de Esquerda e organizações satélite, alargou-se para diversas áreas e acabou por ganhar presença parlamentar. Em comum, os seus agentes têm o facto de não aceitarem ideias e princípios que não os seus e o de serem crescentemente intolerantes para quem não alinha no seu programa. São organizações que pretendem condicionar o funcionamento da sociedade e impor as suas opiniões.

No fundo, são tão totalitários como os fascistas de meados do século XX. Em nome dos seus ideais, querem que todos lhes obedeçam. Não admitem a diferença e combatem quem os critica e denuncia. 

(excertos do artigo de Manuel Falcão J Neg) 

Esperança

Cada esperança abre horizontes infinitos e possibilidades imprevistas. 
O futuro é absolutamente aberto. Sempre. 
Construído pelas mãos dos que o sabem esperar.

José Luís Nunes Martins

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde

>Corticeira Amorim fatura 600 milhões. Vai dar dividendo extra de 8,5 cêntimos