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- Montenegro desafia Rio a pôr de lado “politiquês” e votar contra OE2020
- Ana Gomes diz que “opacidade” nos vistos gold é “muito útil para proteger cleptocratas, corruptos, branqueadores e outros criminosos”
- 562 milhões até novembro. Passageiros de transportes públicos subiram 17% na área metropolitana de Lisboa
- Greve de trabalhadores da Portway a 70% com três voos cancelados
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- TAP. Tripulantes de cabine denunciam ‘barril de pólvora’
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- Consórcio francês que fica com seis barragens no Douro terá de pagar impostos em Portugal
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sábado, 28 de dezembro de 2019
Notícias Ao Fim Da Tarde
A Decada Sem Nome E A Nova Época
Enquanto a Década sem Nome se extingue, a Epidemia da Solidão cresce exponencialmente, os Egos Ocos substituem o Grande Mito do Individualismo, as Doenças Mentais tornam-se parte integrante de um estilo de vida e são controladas com medicação química de baixo custo e acesso rápido – a Engenharia Farmacêutica resolve o problema da Ansiedade. A Consciência da Década que passa pretende apenas escapar à prisão da realidade quotidiana, pretende tão-somente um pouco do prazer exuberante do fugitivo triunfante.
Politicamente a curva da Década está marcada pela Austeridade, pelas Migrações, pelo Populismo. Politicamente a curva da Década aponta para a apoteose de um presságio da culpa, para o apex de um sentimento de ódio sobre o próprio, na forma de um Discurso Político Anti-Ocidental.
Na Nova Década de 20, o Presente parece querer deslocar-se para o Oriente.
A variante Oriental, a visão Marxista, apresenta a potência de um vírus que se propaga a uma velocidade desumana. A China não pretende ser um Modelo Universal, não pretende apresentar um discurso evangélico comum à Humanidade, e neste particular não reproduz a mentalidade Ocidental. O Modelo Chinês não representa uma alternativa à Democracia Liberal.
A China será um Império, mas não terá qualquer missão civilizadora.
A perspetiva é sombria para a Nova Década. Será uma comédia cósmica se os smartphones e as questões de Género decorassem o declínio do Ocidente. Ninguém aplaude as mentiras e todos gostavam de estar do mesmo lado. Mas estes desejos não são deste Mundo. Entre os Espiões de Deus, a Década ainda é uma aventura política.
(excertos do texto de Carlos Marques de Almeida, 'A Década e os Espiões de Deus', ECO)
À Descoberta Do Amor
Ensaia um sorriso
e oferece-o a quem não teve nenhum.
Agarra um raio de sol
e desprende-o onde houver noite.
Descobre uma nascente
e nela limpa quem vive na lama.
Toma uma lágrima
e pousa-a em quem nunca chorou.
Ganha coragem
e dá-a a quem não sabe lutar.
Inventa a vida
e conta-a a quem nada compreende.
Enche-te de esperança
e vive á sua luz.
Enriquece-te de bondade
e oferece-a a quem não sabe dar.
Vive com amor
e fá-lo conhecer ao Mundo.
(Mahatma Gandhi)
sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
Notícias Ao Fim Da Tarde
- Wall Street abre com novo recorde puxado pelo otimismo das negociações entre China e EUA
- Finanças anunciam excedente de 546 milhões de euros até novembro
- PCP quer acabar com concessão da travessia ferroviária da ponte 25 de Abril
- Bilhetes diários que combinam Carris, Metro, Transtejo e CP aumentam cinco cêntimos em 2020
- Novo Banco perdoa dívida de 24 milhões e salva rei dos cogumelos
- Portugal ignora tribunais. Não mexe no imposto dos carros importados
- Portugal ignora tribunais. Não mexe no imposto dos carros importados
- Matos Fernandes explica ideia de mudar aldeias: não há "plano", mas o tema não deve ser "tabu"
- Ex-cardeal destituído por abuso de menores deu milhares de um fundo da igreja a clérigos poderosos
- Editora Europa-América entra em insolvência
- Assessoria ou apoio emocional? Supervisor validou banqueiro do Crédito Agrícola após contrato polémico
- Vamos poder cancelar contratos de telecomunicações pela internet
- Matos Fernandes sobre novo aeroporto de Lisboa: “Pista do Montijo nunca inundou”
- Morreu mergulhador que ajudou a salvar os rapazes presos numa gruta na Tailândia
Este É O Quarto De Século Socialista. E ... Ora leia !
Portugal é latino mas tem impostos superiores aos escandinavos e não cresce de forma sustentada porque tem uma fiscalidade que asfixia o sucesso. É o Quarto de Século Socialista.Nos últimos 25 anos da nossa democracia, o Partido Socialista esteve sempre no poder excepto em dois momentos, os períodos do pântano e da troika.
Neste Quarto de Século Socialista, comparando Rendimentos per Capita em Paridades de Poder de Compra, Portugal foi ultrapassado por Malta, República Checa, Eslovénia, Estónia, Eslováquia e até pela Lituânia. A Lituânia que em 1995 tinha um PIBpc que era apenas 40% do português, só necessitou de pouco mais de duas décadas para nos suplantar. Quando terminar esta legislatura, é muito provável que tenhamos sido ultrapassados também pela Letónia e pela Polónia.
Neste Quarto de Século Socialista, expulsámos as nossas melhores holdings para a Holanda, deixámos que os nossos fundos sejam investidos a partir do Luxemburgo e assistimos passivamente às grandes multinacionais a ignorarem sistematicamente Portugal como possibilidade para instalarem as suas sedes europeias. Neste Quarto de Século Socialista permitimos que muitos dos nossos melhores e mais promissores quadros emigrassem para qualquer lugar onde o mérito seja mais reconhecido.
Regularmente, ouvimos da parte de alguns comentadores e cronistas, defensores de uma maior intervenção do estado na economia, a afirmação de que os impostos em Portugal não são altos. Têm razão. São altíssimos. A sugestão de que outros países da Europa têm cargas fiscais maiores baseia-se num truque: comparar taxas de impostos para níveis de rendimento diferentes.
O alojamento local estava a mexer? Mais impostos. O desemprego continua a baixar? Novas leis laborais, mais restritivas. Os transportes públicos estavam em queda? Mais subsídios.
Aumentam-se impostos sobre toda a economia, e argumenta-se acaloradamente, que esses aumentos não afectam negativamente o crescimento.
Em resumo, Portugal é latino mas tem impostos superiores aos escandinavos. É pobre com impostos de rico. E não cresce de forma sustentada, entre outros motivos, porque tem uma fiscalidade que asfixia o sucesso. Temos excesso de socialismo e escassez de liberalismo. A consequência do Quarto de Século Socialista é o Portugal medíocre, estagnado, na cauda da Europa e sem futuro que as futuras gerações vão herdar.
Resta saber até quando continuaremos neste caminho.
(excertos do texto de João Caetano Dias no ECO)
Um Pouco De Filosofia ...
Um pouco de filosofia leva a mente humana ao ateísmo,
mas a profundidade da filosofia leva-a para a religião.
Francis Bacon
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
Notícias Ao Fim Da Tarde
- China quer criar mega banco de investimento para competir com gigantes de Wall Street
- Estas são as 10 aplicações mais descarregadas da década
- Finanças penhoram 175 salários e 48 imóveis por dia
- Hoje há sorteio extraordinário da Fatura da Sorte. Em jogo estão 255 mil euros
- Reino Unido “será sempre bem-vindo de volta” à União Europeia, diz Bruxelas numa “carta de amor”
- Passagem de ano em Lisboa atrai turistas italianos, brasileiros e egípcios
- Wall Street renova recordes com ouro acima dos 1.500 dólares
- Saiba como deve proteger os seus dados bancários de fraudes
- “Ter um mercado em que os investidores se sintam cada vez mais protegidos”, diz Gabriela Figueiredo Dias
- Proposta de OE “desvaloriza e desrespeita trabalhadores da Administração Pública”, diz Arménio Carlos
- PSD acusa Costa de tentar “passar uma esponja” sobre problemas no setor da saúde
- PAN lamenta ausência de “áreas importantes” na mensagem de Natal do primeiro-ministro
- Mensagem de Natal de Costa é “uma enorme decepção”, diz André Ventura
- Bloco de Esquerda critica PM por não abrir caminho a negociações no Orçamento
- PCP questiona Governo se há um efetivo reforço do Serviço Nacional de Saúde
- Outros poderes. Como resiste a UGT à crise do sindicalismo
Hoje É O “Boxing Day” – Sabe O Que É?
- Ora Leia
É uma tradição dos países anglófonos e que remonta à Idade Média e que, até aos dias de hoje tem sofrido algumas alterações.
“Boxing Day” é o dia depois do natal, o 26 de dezembro, e deve-se originalmente à entrega de presentes às classes mais baixas por parte da elite. Esses presentes, ou doações, eram colocadas na tradicional “Christmas box” (caixa de Natal) e daí surge o nome do dia.
Nos dias de hoje o “Boxing Day” marca também a liquidação total ou saldos de estabelecimentos comerciais que vendem os seus “stocks” a baixo preço. É um dos dias mais movimentados em numerosos países, com destaque para a Inglaterra e o Canadá, onde as coisas às vezes descambam.
Em Inglaterra, manda a tradição mais recente, que seja também um dia em que as famílias vão ao futebol, realizando-se sempre uma jornada da Liga Inglesa neste dia, batendo também recordes ao nível das audiências televisivas.
As restantes modalidades desportivas quiseram começar também a assinalar o dia e realizam-se várias atividades de hipismo, râguebi, entre outros.
Foram ainda criadas mais tradições em redor deste dia como a entregar presentes aos familiares mais afastados e é também o dia da Caça à Raposa na Grã-Bretanha, uma tradição que entretanto foi proibida, mas que nem isso evita que os caçadores se vistam e se reúnam como se tratasse de um dia de caça tradicional.
Fonte: Tribuna Alentejo
Eu Amo Tudo O Que Foi ... E Hoje É Outro Dia
A dor que já me não dói
A antiga e errônea fé
O ontem que a dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia.
Fernando Pessoa
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
O Natal Como O Sinto
O Natal, como o sinto é um misto de amizade e amor.
Amor repartido pela família, pelos amigos, por todos aqueles que estão connosco, em todos os momentos da nossa vida, bons e maus, que se regozijam com a nossa felicidade e se entristecem com a nossa desventura.
Natal é amor, carinho e também tristeza pelo sentimento de perda, ausência de entes queridos que já não estão entre nós.
Amor e dor que nos transportam à alegria e às lágrimas, à antítese da vida.
Vivamos pois, rodeados de quem nos faz feliz.
A todos desejo um BOM NATAL!
Amor repartido pela família, pelos amigos, por todos aqueles que estão connosco, em todos os momentos da nossa vida, bons e maus, que se regozijam com a nossa felicidade e se entristecem com a nossa desventura.
Natal é amor, carinho e também tristeza pelo sentimento de perda, ausência de entes queridos que já não estão entre nós.
Amor e dor que nos transportam à alegria e às lágrimas, à antítese da vida.
Vivamos pois, rodeados de quem nos faz feliz.
A todos desejo um BOM NATAL!
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