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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Notícias Soltas

Dez empresas portuguesas distinguidas como as 'mais inspiradoras da Europa'

*Rapazes e raparigas aprendem da mesma maneira? 

*Sismo de magnitude 5.3 atinge norte do Japão


*Greve de juízes marcada para início de outubro

*Popularidade em queda: última sondagem foi a pior de sempre para este Governo

*na Póvoa do Varzim ameaça casas e empresas

*A explicação para as luzes que apareceram no céu durante o terramoto no México

*Advogados obrigados a denunciar clientes por suspeitas de lavagem de dinheiro 

Incongruências ...

Eis o Presidente de Todos os portugueses:
O Presidente da República comentou esta sexta-feira com emigrantes portugueses em Andorra que Portugal “está a crescer, a crescer”, após uma caminhada em que deixou recados à oposição, afirmando que, quando vira à direita, “a direita não nota”
Agora viramos à direita, coisa que eu em Portugal já não faço há algum tempo“, observou a certa altura, acrescentando: “De vez em quando faço, mas a direita não nota. Eu quando viro à direita em Portugal, a direita está distraída a bater na esquerda, não nota. Em vez de aproveitar, não nota”.
Não precisamos de um Presidente a virar seja para onde for. Precisamos sim, de um Presidente que vigie o cumprimento da Constituição, a observância da democracia, que represente condignamente o povo português respeitando as diferenças de opinião e promovendo a inclusão sem tomar ostensivamente qualquer partido.

Talvez A Cínica Divisão Dos Portugueses Em Grupos De Interesses E Em "Raças" Opostas Ainda Venha A Ser Reconhecida Como A Mais Nefasta Herança Deste Governo

Vamos entender-nos. 
Se houve razões políticas para apagar o racismo do carácter nacional, também as há agora para, num exagero inverso, o transformar no traço definidor da sociedade portuguesa, numa cópia atamancada das polémicas americanas. Mas por mais anedótica que esta racialização de Portugal pareça, faz sentido para este governo e para os seus aliados. Não se trata apenas de transformar a oposição numa Frente Nacional muito conveniente para justificar a frente social-comunista. O governo e a sua maioria têm trabalhado para segmentar Portugal. Temos assim os que, no sector público, recuperam rendimentos, contra os que, no sector privado, não recuperam. Ou os que, por mercê do governo, não pagam impostos directos, contra os que pagam. Pela mesma lógica, teremos agora as “minorias étnicas”, defendidas pela estima governamental, contra a maioria racista.
O objectivo nunca é garantir direitos iguais para todos, mas criar grupos de identidade com rendimentos e estatutos dependentes do Estado, e portanto potencialmente fiéis àqueles que, na política, reclamam zelar pelos seus interesses particulares. No caso das “minorias étnicas”, este é o melhor caminho para dificultar a sua integração e inspirar preconceitos. Mas também para garantir a sua vulnerabilidade e, logo, a sua dependência, que é o que importa à oligarquia no poder.
(excerto do artigo ' a racialização de Portugal', Rui Ramos, OBSR

A Segurança É Indivisível ...

"A segurança é indivisível. Ou existe igual segurança para todos ou não há segurança para ninguém. ( ... ) A segurança de cada nação depende da segurança de todos os membros da comunidade humana." 

Mikhail Gorbachev


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Notícias Soltas

*Vital Moreira afirma que Marcelo dá “gás aos prevaricadores”

*Já são conhecidos os grupos para a Taça da Lig

*Furacão Irma. Número de vítimas mortais sobe para 10

*Calibração”, o termo de Draghi para sinalizar extensão dos estímulos

*Teodora Cardoso: “Às responsabilidades atribuídas ao Estado não corresponderam reformas indispensáveis”

*Irma. O furacão mais perigosos dos últimos anos [FOTOGALERIA]
*Chefe militar da Índia cita possibilidade “real” de uma guerra simultânea com a China e o Paquistã


Outra Vez A Lei Da Rolha, Era Só O Que Faltava ...

Será possível continuar a achar que ninguém apontaria a Costa, aquilo que toda a esquerda apontou a Passos quando este sob resgate teve de fazer opções e cortes, e que é que a opção pelas cativações (ou cortes) e a decisão sobre as mesmas é uma decisão política sindicável que todos podem e devem escrutinar!
Este discurso, mutais mutandis, é igual ao dos tempos do resgate, mas as circunstâncias herdadas já não são as mesmas, António Costa é o único responsável pelas opções políticas e orçamentais que fez e das alianças que decidiu, tanto para chegarmos ao resgate, como para distribuição das prebendas, depois dele.
Em democracia ninguém pode estar, ou achar-se, além da crítica, nem o PM nem o PR, nem obviamente Passos Coelho, esta sindicabilidade absoluta e constante é nuclear dos regimes livres!
E o grau máximo de alienação, por pior e mais exótico, é a estranha convicção de Costa de que de alguma forma, na universidade de verão do PSD, se poderia louvar o seu desempenho e omitir as suas responsabilidades e branqueamentos, e que entende ser “simples” maledicência, ou do PR, que tendo-se feito eleger na sequência de prolongados programas de crítica política semanal onde perorou sobre todos e cada um dos políticos portugueses, que entenda, agora, que sobre ele ninguém possa fazer considerações relativamente ao estilo e substância da sua actuação só porque assumiu novas funções…
Ou seja, a tal lei da rolha, outra vez, era só o que nos faltava…

A Lembrada Canção ...

A lembrada canção,
(...)
Na noite, olhos fechados, tua voz
(...)
Não, a voz não é tua
Que se ergue e acorda em mim
Murmúrios de saudade e de inconstância,
O luar não vem da lua
Mas do meu ser afim
Ao mito, à mágoa, à ausência e à distância.
Não, não é teu o canto
(...)

Assim, cantas sem que existas.
Ao fim do luar pressinto
Melhores sonhos que estes da ilusão.

Fernando Pessoa, 1-1-1920
Poesias Inéditas (1919-1930)

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Notícias Soltas (act.)

*Brexit. Schäuble avisa que não há "almoços grátis"

*Teste de ADN trama ‘filha’ de Salvador Dalí*ONU confirma que regime sírio usou armas químicas mais de 27 vezes

*Demite-se ‘braço direito’ de Yellen na Fed. Oportunidade para Trump?

O Futuro Défice Nacional : Capital Humano

Portugal acabou com o ensino tecnológico e profissional, que é de elevada importância para o seu desenvolvimento. Este deve, contudo, ser uma aposta imediata.
O crescimento económico que hoje se verifica em Portugal encontrou um inesperado obstáculo: a falta de capital humano.  Apesar do desemprego elevado, as empresas deparam-se com uma escassez de recursos humanos adequados às suas necessidades. (...)
Falo de uma grande escassez de técnicos profissionais, como soldadores, serralheiros, operadores de máquinas, e inclusive indiferenciados, que com formação dada pelas empresas podem desenvolver a sua carreira com sucesso. Ora este cenário põe em causa a viabilidade de investimentos estruturantes, ameaça o crescimento do volume de negócios das empresas, coloca em risco a modernização tecnológica do tecido produtivo e impede o aumento da produtividade e competitividade do País.

De resto, a nossa economia está entre as que apresentam um maior desequilíbrio de competências. Na 5.ª edição do Hays Global Skills Index 2016, Portugal é apontado como o quarto país, entre 33 economias globais, com o maior desfasamento entre as competências dos recursos humanos disponíveis e as necessidades de qualificação profissional das empresas. (...)
Ora, isto exige o combate ao abandono escolar precoce, a dinamização do ensino tecnológico e profissional, a expansão da formação para adultos, o incremento da reconversão profissional de licenciados, o incentivo à qualificação dentro das empresas e o reforço das áreas tecnológicas no ensino superior.(...)
Com grande falta de visão estratégica, Portugal acabou com o ensino tecnológico e profissional, que é de elevada importância para o seu desenvolvimento por alimentar o tecido operativo e fornecer aos estudantes formação técnica especializada, com uma forte vocação profissionalizante e muito orientada para as empresas. Este tipo de ensino deve, pois, ser uma aposta imediata.(...)
Desafio o país a pensar este tema de forma estratégica e estruturante, tendo em consideração a importância do mesmo, nomeadamente porque este será um dos grandes entraves à expansão e ao crescimento económico nacional das próximas décadas.
Fonte:Adelino Costa Matos, JE

Sucesso, Fracasso ? - O Segredo

"Eu não sei qual o segredo do sucesso, mas o segredo do fracasso é tentar agradar a todo o mundo." 

Bill Cosby