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domingo, 29 de dezembro de 2019

Há Um Joker No Nosso Pequeno Mundo Político ?

Há um Joker no nosso pequeno mundo político? Rebuscando bem, só se consegue descortinar alguém que, não sendo o Joker, está sempre a sorrir: o sr. Mário Centeno. Há, desde logo, uma grande diferença entre ambos: o Joker é um perdedor. O sr. Centeno era, até há pouco tempo, o vencedor. Todos, no Governo, usavam um “pin” com a sua face e todos tentavam imitá-lo a sorrir. Cansaram-se.
Enquanto sorria, o sr. Centeno aumentava os impostos, fazia cativações, não assinava transferência de verbas. Como aprendiz de Joker chegou mesmo a dizer que já tinha assinado a autorização para se contratarem quatro mestres para os barcos da Soflusa.
Quando um ministro da Finanças tem de autorizar pessoalmente contratações de pessoal de uma empresa, não precisamos de um Joker para desestabilizar. Com mais ou menos sorriso, ele está dentro do poder a fazer mais estragos do que dezenas de manifestações nas ruas.
Mas o sr. Centeno não é o Joker. Às vezes sonha ser Batman. Sonha com o equilíbrio orçamental. Com a ordem acima do caos. Só que essa ordem começou a dinamitar os pilares da estabilidade social. E, claro, as emoções dos eleitores. Recorde-se Joker – são os cortes do orçamento para o apoio social e para os medicamentos que levam Arthur (Joaquin Phoenix), à loucura.

(excertos do texto de Fernando Sobral, ECO)

As Coisas Difíceis De Serem Ditas ...



«As coisas que são difíceis de serem ditas, geralmente são as mais importantes.»

sábado, 28 de dezembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde


A Decada Sem Nome E A Nova Época

Enquanto a Década sem Nome se extingue, a Epidemia da Solidão cresce exponencialmente, os Egos Ocos substituem o Grande Mito do Individualismo, as Doenças Mentais tornam-se parte integrante de um estilo de vida e são controladas com medicação química de baixo custo e acesso rápido – a Engenharia Farmacêutica resolve o problema da Ansiedade. A Consciência da Década que passa pretende apenas escapar à prisão da realidade quotidiana, pretende tão-somente um pouco do prazer exuberante do fugitivo triunfante.
Politicamente a curva da Década está marcada pela Austeridade, pelas Migrações, pelo Populismo. Politicamente a curva da Década aponta para a apoteose de um presságio da culpa, para o apex de um sentimento de ódio sobre o próprio, na forma de um Discurso Político Anti-Ocidental.
Na Nova Década de 20, o Presente parece querer deslocar-se para o Oriente.
A variante Oriental, a visão Marxista, apresenta a potência de um vírus que se propaga a uma velocidade desumana. A China não pretende ser um Modelo Universal, não pretende apresentar um discurso evangélico comum à Humanidade, e neste particular não reproduz a mentalidade Ocidental. O Modelo Chinês não representa uma alternativa à Democracia Liberal.
A China será um Império, mas não terá qualquer missão civilizadora.
A perspetiva é sombria para a Nova Década. Será uma comédia cósmica se os smartphones e as questões de Género decorassem o declínio do Ocidente. Ninguém aplaude as mentiras e todos gostavam de estar do mesmo lado. Mas estes desejos não são deste Mundo. Entre os Espiões de Deus, a Década ainda é uma aventura política.
(excertos do texto de Carlos Marques de Almeida, 'A Década e os Espiões de Deus'ECO)

À Descoberta Do Amor


Ensaia um sorriso
e oferece-o a quem não teve nenhum.
Agarra um raio de sol
e desprende-o onde houver noite.
Descobre uma nascente
e nela limpa quem vive na lama.
Toma uma lágrima
e pousa-a em quem nunca chorou.
Ganha coragem
e dá-a a quem não sabe lutar.
Inventa a vida
e conta-a a quem nada compreende.
Enche-te de esperança
e vive á sua luz.
Enriquece-te de bondade
e oferece-a a quem não sabe dar.
Vive com amor
e fá-lo conhecer ao Mundo.

(Mahatma Gandhi)

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde


Este É O Quarto De Século Socialista. E ... Ora leia !

Portugal é latino mas tem impostos superiores aos escandinavos e não cresce de forma sustentada porque tem uma fiscalidade que asfixia o sucesso. É o Quarto de Século Socialista.

Nos últimos 25 anos da nossa democracia, o Partido Socialista esteve sempre no poder excepto em dois momentos, os períodos do pântano e da troika. 

Neste Quarto de Século Socialista, comparando Rendimentos per Capita em Paridades de Poder de Compra, Portugal foi ultrapassado por Malta, República Checa, Eslovénia, Estónia, Eslováquia e até pela Lituânia. A Lituânia que em 1995 tinha um PIBpc que era apenas 40% do português, só necessitou de pouco mais de duas décadas para nos suplantar. Quando terminar esta legislatura, é muito provável que tenhamos sido ultrapassados também pela Letónia e pela Polónia.

Neste Quarto de Século Socialista, expulsámos as nossas melhores holdings para a Holanda, deixámos que os nossos fundos sejam investidos a partir do Luxemburgo e assistimos passivamente às grandes multinacionais a ignorarem sistematicamente Portugal como possibilidade para instalarem as suas sedes europeias. Neste Quarto de Século Socialista permitimos que muitos dos nossos melhores e mais promissores quadros emigrassem para qualquer lugar onde o mérito seja mais reconhecido.

Regularmente, ouvimos da parte de alguns comentadores e cronistas, defensores de uma maior intervenção do estado na economia, a afirmação de que os impostos em Portugal não são altos. Têm razão. São altíssimos. A sugestão de que outros países da Europa têm cargas fiscais maiores baseia-se num truque: comparar taxas de impostos para níveis de rendimento diferentes.

 O alojamento local estava a mexer? Mais impostos. O desemprego continua a baixar? Novas leis laborais, mais restritivas. Os transportes públicos estavam em queda? Mais subsídios.
Aumentam-se impostos sobre toda a economia, e argumenta-se acaloradamente, que esses aumentos não afectam negativamente o crescimento.

Em resumo, Portugal é latino mas tem impostos superiores aos escandinavos. É pobre com impostos de rico. E não cresce de forma sustentada, entre outros motivos, porque tem uma fiscalidade que asfixia o sucesso. Temos excesso de socialismo e escassez de liberalismo. A consequência do Quarto de Século Socialista é o Portugal medíocre, estagnado, na cauda da Europa e sem futuro que as futuras gerações vão herdar.

Resta saber até quando continuaremos neste caminho.

(excertos do texto de João Caetano Dias no ECO)

Um Pouco De Filosofia ...

Um pouco de filosofia leva a mente humana ao ateísmo, 
mas a profundidade da filosofia leva-a para a religião.

Francis Bacon 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Notícias Ao Fim Da Tarde


Hoje É O “Boxing Day” – Sabe O Que É?

- Ora Leia
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É uma tradição dos países anglófonos e que remonta à Idade Média e que, até aos dias de hoje tem sofrido algumas alterações.
“Boxing Day” é o dia depois do natal, o 26 de dezembro, e deve-se originalmente à entrega de presentes às classes mais baixas por parte da elite. Esses presentes, ou doações, eram colocadas na tradicional “Christmas box” (caixa de Natal) e daí surge o nome do dia.
Nos dias de hoje o “Boxing Day” marca também a liquidação total ou saldos de estabelecimentos comerciais que vendem os seus “stocks” a baixo preço. É um dos dias mais movimentados em numerosos países, com destaque para a Inglaterra e o Canadá, onde as coisas às vezes descambam.
Em Inglaterra, manda a tradição mais recente, que seja também um dia em que as famílias vão ao futebol, realizando-se sempre uma jornada da Liga Inglesa neste dia, batendo também recordes ao nível das audiências televisivas.
As restantes modalidades desportivas quiseram começar também a assinalar o dia e realizam-se várias atividades de hipismo, râguebi, entre outros.
Foram ainda criadas mais tradições em redor deste dia como a entregar presentes aos familiares mais afastados e é também o dia da Caça à Raposa na Grã-Bretanha, uma tradição que entretanto foi proibida, mas que nem isso evita que os caçadores se vistam e se reúnam como se tratasse de um dia de caça tradicional.

Fonte: Tribuna Alentejo