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sábado, 11 de maio de 2024

O Mundo Não É Dos Espertos


 O mundo não é dos espertos. É das pessoas honestas e verdadeiras. 
A esperteza um dia é descoberta e vira vergonha. 
A honestidade transforma-se em exemplo para as gerações do futuro. 
Uma corrompe a vida, a outra enobrece a alma.

(Desconhecido)

sexta-feira, 10 de maio de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde

Saiba Como Vai Este País

       
De repente Pedro Nuno Santos e André Ventura deram as mãos e, obviamente por mero acaso, desataram a aprovar em conjunto propostas que contrariam as intenções e planos do Governo. Estão no seu direito e nada impede que se juntem.

 No entanto, convirá recordar que para Pedro Nuno Santos, durante a campanha eleitoral, havia uma linha vermelha em relação ao Chega. Agora, feitas as eleições, no quadro parlamentar, a linha vermelha deixou de existir e PS e Chega convivem num mapa cor de rosa. 

Ora isto quer dizer que a partir daqui as críticas de Pedro Nuno Santos a quaisquer entendimentos parlamentares com o Chega soam a falso. Ficamos a saber que aquilo que é vermelho para os outros, é cor de rosa para o PS. Mas este entendimento com o Chega em relação às SCUT mostra uma outra coisa: sem sobressaltos Pedro Nuno Santos passou de líder do regresso da ferrovia para mentor de maior utilização do automóvel. 

Estes singelos episódios parlamentares entram naquele crescente rol de coisas que levam as pessoas normais a não acreditar no que os políticos dizem. Se não conseguem ser coerentes no que afirmam, como se pode ter confiança no que dizem querer fazer? 

Pedro Nuno Santos até já sugeriu que, mesmo estando na oposição, consegue tomar mais medidas que o actual Governo. 

Talvez ele se possa recordar que o PS, ao fim de oito anos de governo, deixou por resolver as reivindicações de recuperação do tempo de serviço dos professores, o pagamento de suplementos de risco para as forças de segurança, a revisão salarial dos guardas prisionais, os suplementos e horas extraordinárias dos funcionários judiciais e os aumentos e revisão da carga horária de médicos e enfermeiros. Será que se esqueceu disto tudo?

(Falcão, A Esquina do Rio)

Frase (108)

Se olharmos com atenção para todos estes documentos que estão a moldar o futuro, onde há 30 anos a palavra chave seria a liberdade, hoje é a segurança.
 (Beatriz Soares Carneiro, OBSR)

A União Europeia construiu-se como um projecto de paz, prosperidade e liberdade.(...) No entanto, esta lógica fundacional, de liberdade, poderá ser, dentro de pouco tempo, coisa do passado. O mundo mudou e a Europa viu-se sozinha e com necessidade de assegurar a sua autonomia estratégica. (...)

A União Europeia acorda, agora, sobressaltada num mundo cheio de concorrentes, com inimigos à sua porta, com as suas indústrias deslocalizadas, o seu PIB a crescer menos que o dos seus rivais, sem gigantes tecnológicos que concorram com os americanos e sem capacidade de inovação ou de investimento como aquela que existe nos EUA e na China. Este diagnóstico, assuma-se, é dramático, mas, ainda assim, cada vez mais unânime. (...)

A reindustrialização é o novo grande projecto Europeu, sendo transversal a todas as políticas: defesa, automóvel, farmacêutica ou espacial. Se no último mandato o Green Deal foi vendido como o momento “man on the moon” Europeu, para os próximos 5 anos a tendência é um novo European Industrial Deal, como pede a Declaração de Antuérpia.

Plagiar ...


Plagiamos, uma saudade que dói sem sensatez.
Plagiamos, sem ferir por ser uma dor sem medida.
Plagiamos, as portas fechadas com sete chaves.
Plagiamos, os delírios pendurados ao pescoço.
Plagiar, é morrer de sede ao pé da fonte.
Onde a carcaça seca sem alimento.
Plagiamos, as garras e o uivo de um lobo.
Plagiamos, a água que queima como fogo.
Onde, anda o escorpião com o seu veneno.
Na poeira sem perdão, desta nossa escuridão.
Feita em desatinos camuflados de malvadez.
Plagiamos, a dor, a vida, o amor....
Que não nos pertence.!!

(Isabel Morais Ribeiro Fonseca)

quinta-feira, 9 de maio de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (107)

    
Na verdade, e é reconhecido por quase todos aqueles que a debatem, a política deixou de ser um assunto para os que estão preparados e são especialistas e passou a ser um tema de domínio comum em que o “achómetro” tem toda a valência sobre qualquer decisão política.  (Bruno Boone, OBSR)   
Não é hoje necessário ser formado em economia para se analisar as medidas propostas num orçamento, não é necessário ter qualquer formação médica para avaliar o sistema nacional de saúde, não é necessário conhecer as questões de segurança para dar uma opinião sobre as polícias ou organizações militares.     

Desde que o governo tomou posse temos assistido a muitos comentadores, políticos, jornalistas e mesmo pessoas em geral, a criticar constantemente as suas ações, a falta de justificação pela tomada dessas opções e a falta de negociação com a oposição para conseguir fazer passar medidas que são as suas promessas para avançar com o programa com que se apresentou às eleições. (...)

Sempre que o governo fez, os comentadores caíram-lhe em cima e sempre que o governo não fez, o mesmo aconteceu.
Basta achar para estar certo de que o governo devia justificar-se, fazer ou não fazer, e negociar ou ficar só.

Pois eu não acho.

Acho que qualquer que seja a decisão que o governo tome sobre qualquer assunto, em face da situação política que estamos a viver, todos acabariam por criticar do mesmo modo.(...)

Viesse o governo a justificar a sua decisão, ou não, e receberia sempre comentários negativos.

E, por isso, eu acho que o governo está a fazer muito bem.

Não compete ao povo em geral avaliar as razões por que o governo destitui ou nomeia qualquer responsável para qualquer função, desde que essa prerrogativa lhe pertença.

Aquilo que o povo deve saber é se, depois das decisões tomadas, o resultado foi efetivamente melhor do que estava anteriormente e se está em linha com o interesse de Portugal.


O debate político a que temos assistido está mais próximo de uma forma de vendeta entre rivais, do que a uma consciente representação de um povo que votou nos seus responsáveis e que espera que todos eles, governo e oposições sejam comprometidos, antes de tudo o mais, com o bem de Portugal.

A exigência de prestação de contas diária por parte deste governo recentemente eleito choca com a impunidade com que vivemos nos últimos oito anos, em que se destruiu muita qualidade do Serviço Nacional de Saúde, em que se criaram situações de injustiça clara relativamente às forças de segurança e aos professores. (...)

Dorme Noite !


Amanhã é um novo dia. Uma possibilidade de recomeçar. 
Uma oportunidade de estar diferente. 
Uma chance de tentar outra vez. 
Há um mundo de novos começos! Boa noite.

quarta-feira, 8 de maio de 2024

Notícias Ao Fim Da Tarde

A Frase (106)


 A atuação do PS na questão do IRS e das portagens mostra, uma vez mais, que os socialistas não têm memória ou vergonha na cara e impõem aos outros o que não aplicam a eles próprios.    (Francisco Mota Ferreira, JNegócios)

Desde que, em 2015, o PS descobriu que podia mandar no país sem ganhar as eleições porque a Constituição assim o permite, os socialistas têm-nos surpreendido com soluções criativas que, no essencial, levam a que o PS continue a achar que Portugal é deles, mesmo quando a maioria da vontade popular diz o contrário.