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domingo, 20 de dezembro de 2020

Covid-19: Situação Hoje Domingo

Em Portugal:
  • 374.121 casos confirmados (mais 3.334) 
  • 70.754 casos ativos ( mais 844)
  • 6.134 número de mortes (mais 71 óbitos)
  • 3.027 internados (mais 54)
  • 483 em Unidades de Cuidados Intensivos (menos dois) 
  • 297.233 casos recuperados (mais 2.419)

Atualmente existem: 

  • 194.052 casos registados no Norte (mais 1.505)
  • 40.891 no Centro (mais 543)
  • 120.724 em Lisboa e Vale do Tejo (mais 979)
  • 6.589 no Algarve (mais 63)
  • 1.558 casos na Região Autónoma dos Açores (mais sete)
  • 1.239 na Região Autónoma da Madeira (mais 31) 
  • 9.068 casos no Alentejo (mais 206).

Nos óbitos:

  • Norte tem 2.898 (mais 25)
  • 866 no Centro (mais 21)
  • 2.113 em Lisboa e Vale do Tejo (mais 22)
  • 64 no Algarve (mais um)
  • 21 na Região Autónoma dos Açores (manteve)
  • oito na Região Autónoma da Madeira (manteve) 
  • 164 no Alentejo (mais duas).

No total de casos de covid-19 tem 168.032 homens e 205.953 mulheres, e 136 estão em investigação, diz a DGS.

A Nomeação De Vítor Escária :O Executivo É Cada Vez Mais Um Prolongamento Do Núcleo Duro Do Aparelho Do PS

Num recente artigo, João Miguel Tavares escreveu: "Onde há negócios, dinheiro e diplomacia económica, aí está Vítor Escária. Sempre foi assim e, pelos vistos, continua a ser, e de um modo que não poderia ser mais assumido - ao colocar Escária como seu chefe de gabinete, António Costa está a pôr os negócios e o dinheiro (neste caso, a enxurrada de fundos europeus) no centro do seu governo."

Esta nomeação e outras ocorridas recentemente mostram que o primeiro-ministro começa a ter falta de capacidade - ou talvez de vontade - em ir buscar caras descomprometidas. O Executivo é cada vez mais um prolongamento do núcleo duro do aparelho do PS. Na realidade, um quarto dos membros do actual Governo já foi chefe de gabinete em algum executivo socialista. Que resultado tem isto nas nossas vidas? A balbúrdia criada pela incapacidade do ministro Eduardo Cabrita no caso do SEF e a cobertura que lhe foi dada por António Costa e por Santos Silva mostram onde o círculo fechado e a protecção dos incondicionais podem levar. Quem acha que o resultado é bom? (Leia aqui o texto completo intitulado 'O círculo fechado')

Manuel Falcão, 'O círculo fechado'J Negócios 

Viagem


Saber amargo, o que extraímos da viagem!
O mundo, tão monótono e pequeno, sempre,
Ontem, hoje, amanhã, reflecte a nossa imagem:
Um oásis de horror num deserto de tédio!

É bom partir? ficar? Se podes ficar, fica;
Parte, se for preciso. Um corre, o outro esconde-se
Pra iludir o zeloso e funesto inimigo,
O Tempo!

(Excerto do poema "A viagem", de Charles Baudelaire) 

sábado, 19 de dezembro de 2020

Notícias Ao Fim Da Tarde


Ana Gomes "censurada" por episódio da vacina

COVID-19: Situação Em Portugal Hoje Sábado

  •  370.787 o número total de diagnósticos  positivos (mais 3.835 casos)
  • 6.063 o número de mortes (mais 86 óbitos)
  • 2.94 814 casos recuperados (+ mais 4..124)
  • 69.910 casos ativos (menos 375) 
  • 79.503 pessoas continuam em vigilância (mais 2.071)
  • 485 o número total de pessoas em UCI (+1)
  • 2.973 número de internamentos (menos 88)
86 óbitos: 
  • 43 no Norte
  • 10 no Centro
  • 29 em Lisboa e Vale do Tejo (LVT)
  • dois no Alentejo
  • um no Algarve 
  • um na Madeira.

A região de Norte regista hoje o maior número de casos confirmados: 

  • R Norte mais 1.489 novas infeções (um total de 192.547)
  • Região de Lisboa e Vale do Tejo que contabilizou mais 1.169 casos confirmados (119.745).
  • A região do Centro soma mais 796 novos casos (40-348)
  • Alentejo regista mais 256 (8.862) 
  • Algarve mais 68 (6.526).

Quanto aos óbitos, do total das 6.063 mortes: 

  • 2.873 registam-se no Norte
  • 845 no Centro
  • 2.091 em Lisboa e Vale do Tejo
  • 162 no Alentejo
  • 63 no Algarve
  • 21 nos Açores 
  • 8 na Madeira.

Atualmente existem: 166.610 homens, 204.041 mulheres e 136 “desconhecidos” infetados pelo novo coronavírus. 

Em termos de óbitos, a DGS conta 3.157  homens e 2.906 mulheres.

Correu tudo de tal maneira que o sistema semipresidencialista fica quase reabilitado. Quase!

Não exerce a influência que tem graças ao seu poder que, à partida, não tinha. Através da sua influência, conquistou poder. Fez-se sentir útil e necessário. O governo precisou dele. O Partido socialista também. E o primeiro-ministro António Costa nem se fala.

Resolveu um problema delicado: o de articular poder com influência. Já tivemos presidentes com uma e sem o outro. Ou vice-versa. Deu geralmente desastre. Ou insignificância. No seu caso, conseguiu raro equilíbrio.

Popular, combateu o populismo. Jurista, privilegiou a política. Intelectual, exprime-se com impressionante simplicidade. (...)


Num ciclo de queda da direita quase irreparável, Marcelo permitiu a sobrevivência de um estado de espírito e de uma memória da direita democrática.

Em algumas áreas importantes, Marcelo perdeu, não conseguiu ter influência, pelo que se distanciou: na Justiça, no SEF, no financiamento do Serviço Nacional de Saúde, na TAP, no Novo Banco… O que se lamenta, pois foram as nódoas negras que ainda hoje afligem o país. Mas tantos fiascos tiveram um lenitivo: foi de influência decisiva em certos casos dramáticos, como os de Tancos e dos incêndios de Pedrógão e de Castelo Branco. (...)



A Presidência de República é, em Portugal, uma ficção. Vistosa e ilusória. Episodicamente, pode revelar-se muito importante. Dá a impressão que tem poder. Julga-se que tem enorme influência. Pode conter drama e paixão. Desperta mais indiferença do que inveja. Raramente satisfaz quem dela espera algo de decisivo. Pede-se-lhe tudo, mas quase nada se obtém. E se nada vem, também não faz mal. Não tem adeptos fervorosos, tem sobretudo áulicos e cortesãos. Mas tem desmedido poder de atracção. É uma verdadeira ficção. Que pode ser uma obra-prima, como se sabe.


(excertos do texto de António Barreto, Público, via Jacarandá )

Amostra Sem Valor


Eu sei que o meu desespero não interessa a ninguém.
Cada um tem o seu, pessoal e intransmissível:
com ele se entretém
e se julga intangível.

Eu sei que a Humanidade é mais gente do que eu,
sei que o Mundo é maior do que o bairro onde habito,
que o respirar de um só, mesmo que seja o meu,
não pesa num total que tende para infinito.

Eu sei que as dimensões impiedosos da Vida
ignoram todo o homem, dissolvem-no, e, contudo,
nesta insignificância, gratuita e desvalida,
Universo sou eu, com nebulosas e tudo.

(António Gedeão)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Notícias Ao Fim Da Tarde

Covid-19: Situação Em Portugal Hoje Sexta-feira

  •  366.952 o número total de diagnósticos positivos (mais 4.336 casos)
  •  5.997 número de mortes (mais 75 óbitos)
  • 290.690 casos recuperados (+3.662) 
  • 70.285 casos ativos (mais 599) 
  • 77.432 pessoas continuam em vigilância (mais 981) 
  • 484 em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) (-10) 
  • 3,061 número de internamentos (menos 81) 
A região de Norte regista hoje o maior número de casos confirmados
  • Norte mais 2.001 novas infeções (um total de 191.058)
  • Lisboa e Vale do Tejo que contabilizou mais 1.360 casos confirmados (118.576).
  • A região do Centro soma mais 674 novos casos (39.552)
  • Alentejo regista mais 195 (8.606) 
  • Algarve mais 67 (6.458).

Quanto aos óbitos, do total das 5,997 mortes

  • 2.830 registam-se no Norte
  • 835 no Centro
  • 2.062 em Lisboa e Vale do Tejo
  • 160 no Alentejo
  • 62 no Algarve
  • 21 nos Açores e sete na Madeira.

Atualmente existem 164.879 homens, 201.941 mulheres e 132 “desconhecidos” infetados pelo novo coronavírus. 

Em termos de óbitos, a DGS contabiliza 3.112 homens e 2.865 mulheres.

A Frase

 Venha o projecto-lei para que os grandes contratos que o Estado assina sejam públicos. A democracia agradece – e, por uma vez, Rui Rio não está a deixar o espaço livre nem à sua direita nem à sua esquerda.

Ana Sá Lopes, Público

Várias parcelas dos contratos do Novo Banco demoraram séculos a chegar ao Parlamento e continuam a ser documentos reservados. A proposta ontem anunciada por Rui Rio obrigará a tornar públicos todos os contratos realizados pelo Estado a partir de um determinado montante e será um sopro de oxigénio numa democracia excessivamente dominada por opacidades duvidosas.